14 ABR 2026 | ATUALIZADO 16:08

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ESTADO

Da redação: Ayrton Silva
A primeira Lavanderia Coletiva Rural e Agroecológica foi inaugurada na tarde desta segunda-feira (13), na localidade de Mulugunzinho, zona rural de Mossoró/RN, com a presença da ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli. “As mulheres rurais têm uma jornada de trabalho concomitante, realizando muitas tarefas ao mesmo tempo. A chegada das lavanderias vai otimizar o tempo delas, que poderão utilizá-lo para outras atividades da rotina e para o convívio com a família e amigos”, destacou a ministra.

MOSSORÓ

Hoje a população de Mossoró/RN encontra atendimento no CER para crianças e adolescentes com equipes multiprofissionais, incluindo psicologia, psiquiatria, serviço social, enfermagem, terapia ocupacional, psicopedagogia, pedagogia, fonoaudiologia e atividades com educador físico.

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Alegando que houve ilegalidade no processo que a Prefeitura de Mossoró pegou de volta o terreno que havia doado a entidade em 1961, a LDM pediu a Justiça para parar, com urgência, a construção do Arena Nogueirão, do supermercado, do shopping, da Praça de Alimentação, do Centro de Eventos de Grande Porte e dois pavimentos com 1.600 vagas de estacionamento, neste terreno, num investimento superior a R$ 215 milhões. Ao analisar as alegações da LDM e da Procuradoria Geral da Prefeitura de Mossoró, o juiz Pedro Cordeiro Junior, negou o pedido de liminar da LDM, permitindo, assim, a continuidade das obras.
Pedro Inácio foi condenado a 20 anos e a sentença transitou em julgado por ter estuprado e matado a universitária Zaira Cruz durante o carnaval de 2019, em Caicó-RN. Na época, ele era cabo da PM, ganhando cerca de R$ 4 mil. Na prisão, foi promovido duas vezes, passando ao posto de sargento e a ganhar algo em torno de 10 mil. Segundo o MPRN, estas promoções foram ilegais e recomendou nesta terça-feira, 7, que o comando da PM anule-as. Pedro Inácio, apesar de condenado há 20 anos de prisão, já está em liberdade e, como o justiça não decretou perca do cargo ao sentenciá-lo, já pode voltar a trabalhar como policial nas ruas. Para evitar que isto aconteça, o MPRN também recomendou a expulsão do condenado.

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Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Alexandre Brás

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