27 JUL 2026 | ATUALIZADO 15:41

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ESTADO

Por: Ayrton Silva
No interior do Rio Grande do Norte, o avanço silencioso de comorbidades como a infecção urinária e a hipertensão tem antecipado partos e superlotado os leitos neonatais de Mossoró. A reportagem investiga o drama de mães e recém-nascidos que enfrentam meses de internação na Maternidade Almeida Castro devido à prematuridade e ao baixo peso ao nascer.

MOSSORÓ

Vavá Martinho, que se apresentava como Rato no mundo do crime, importava grandes quantidades de drogas da Bolívia para o Brasil, e entregava a Nem do Abolição, que, por sua vez, repassava no atacado para traficantes ligados a uma facção do Rio Grande do Norte. A movimentação era tão intensa, que de 2017 a 2021, quando a quadrilha foi desbaratada, movimentaram mais de R$ 190 milhões, através de empresas de "fachada" e "laranjas". Apesar do imenso conjunto probatório, Vavá pegou apenas 4 anos e 8 meses de prisão e Nem do Abolição foi sentenciado a 10 anos e 10 meses. A sentença cabe recurso.

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  Comandante da Federação União-PP no Paraná, o deputado federal e ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP) teve aval da Executiva nacional, que preferiu não se meter, e decidiu o apoio a Sandro Alex (PSD), o candidato de Ratinho Junior ao Governo do Paraná. Preteriu assim Sergio Moro (União), com quem não tem acordo há meses. A esposa de Barros, a ex-vice Cida Borghetti, é a potencial vice de Sandro Alex na chapa. Atualmente, Moro segue líder isolado nas pesquisas de intenção de votos, enquanto Ratinho tenta segurar a onda pró-senador com prefeitos do interior antes seus aliados. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Alexandre Brás

A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão no município de Patu, no interior do Rio Grande do Norte, na manhã desta quinta-feira, 23 de julho de 2026. A ação faz parte da Operação Vista Encoberta, que combate crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, peculato e fraude à licitação. Os agentes federais visitaram três endereços, apreendendo documentos e celulares. Em Nota, a Prefeitura de Patu diz que recebeu a noticia com tranquilidade, que as obras estão sendo tocadas com a fiscalização da Caixa e que está à disposição da Justiça.
O Ministério Público e a Defensoria Pública do Rio Grande do Norte moveram uma ação civil de R$ 46 milhões contra a Neoenergia Cosern devido a cobranças abusivas que elevaram repentinamente as contas de luz de centenas de consumidores, sem a comunicação prévia adequada. A distribuidora alterou unilateralmente seu sistema de faturamento e passou a reter créditos de energia solar, além de impor parcelamentos automáticos e cobrar impostos de produtores antigos que possuem isenção garantida por lei até 2045. Diante do esgotamento do diálogo, o processo exige a devolução em dobro dos valores pagos a mais, o fim imediato dos cortes de energia e a proibição de negativar o nome dos usuários afetados.

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Por Leandro Mazzini, com Carol Purificação e Alexandre Brás

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