16 JUN 2026 | ATUALIZADO 19:03

MUNDO

  A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11), às 14h30, com o jogo entre México e África do Sul no Estádio Azteca, marcando a primeira edição sediada conjuntamente por três países. O torneio adota um formato expandido com 48 seleções e conta com uma cerimônia de abertura simultânea e integrada. Os bastidores do evento enfrentam tensões devido às rígidas restrições migratórias dos EUA contra delegações estrangeiras.
Com 48 seleções e três sedes, Copa do Mundo de 2026 inicia com polêmicas migratórias

11/06/2026 08:17

A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11), às 14h30, com o jogo entre México e África do Sul no Estádio Azteca, marcando a primeira edição sediada conjuntamente por três países. O torneio adota um formato expandido com 48 seleções e conta com uma cerimônia de abertura simultânea e integrada. Os bastidores do evento enfrentam tensões devido às rígidas restrições migratórias dos EUA contra delegações estrangeiras.

  Um forte terremoto de magnitude 7,8 atingiu a ilha de Mindanao, nas Filipinas, provocando danos estruturais, cortes de energia e evacuações devido ao risco de tsunami. O desastre mobilizou o governo local e ganhou ampla repercussão na imprensa internacional, que monitora os estragos e as possíveis réplicas na região.
Terremoto de magnitude 7,8 atinge as Filipinas e gera alertas na Ásia

09/06/2026 09:38

Um forte terremoto de magnitude 7,8 atingiu a ilha de Mindanao, nas Filipinas, provocando danos estruturais, cortes de energia e evacuações devido ao risco de tsunami. O desastre mobilizou o governo local e ganhou ampla repercussão na imprensa internacional, que monitora os estragos e as possíveis réplicas na região.

[COLUNA OPINIÃO] A China não cabe nos rótulos fáceis da política ocidental

31/05/2026 08:11

Talvez a conclusão mais justa seja esta: a China não deve ser descrita simplesmente como uma não democracia, nem celebrada sem ressalvas como uma democracia superior. Ela representa uma forma distinta de legitimidade política, com elementos reais de representação, consulta e responsividade, mas também com severas limitações de pluralismo, liberdade civil e competição pelo poder. É um sistema que desafia a teoria democrática ocidental porque entrega resultados e preserva apoio social sem adotar os mecanismos centrais do liberalismo político. Veja mais na COLUNA OPINIÃO

  O que nós estamos fazendo aqui é o começo de um movimento que tem que agir todo santo dia, durante toda a semana, todo mês e durante 365 dias por ano, para que a gente restabeleça a coisa mais sagrada no mundo, que é a democracia e o multilateralismo” - Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, no encerramento do evento em Barcelona, na Espanha, reunindo lideres progressistas para debater a democracia, justiça social e fortalecimento do multilateralismo no mundo
“Temos que substituir o desalento pelo sonho. O ódio pela esperança”, diz Lula

19/04/2026 21:07

O que nós estamos fazendo aqui é o começo de um movimento que tem que agir todo santo dia, durante toda a semana, todo mês e durante 365 dias por ano, para que a gente restabeleça a coisa mais sagrada no mundo, que é a democracia e o multilateralismo” - Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República, no encerramento do evento em Barcelona, na Espanha, reunindo lideres progressistas para debater a democracia, justiça social e fortalecimento do multilateralismo no mundo

  Os acontecimentos desta semana no Oriente Médio deixaram de ser apenas mais um episódio de instabilidade regional. Estamos diante de um potencial ponto de inflexão histórico no sistema energético global.  A escalada do conflito envolvendo o Irã, impulsionada por decisões estratégicas equivocadas dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, produziu efeitos que vão muito além do objetivo imediato de reposicionamento geopolítico. Mais na COLUNA OPINIÃO
[COLUNA OPINIÃO] A guerra no Irã e o ponto de inflexão da era do petróleo

06/04/2026 08:47

Os acontecimentos desta semana no Oriente Médio deixaram de ser apenas mais um episódio de instabilidade regional. Estamos diante de um potencial ponto de inflexão histórico no sistema energético global. A escalada do conflito envolvendo o Irã, impulsionada por decisões estratégicas equivocadas dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, produziu efeitos que vão muito além do objetivo imediato de reposicionamento geopolítico. Mais na COLUNA OPINIÃO


Notas

Tekton

Publicidades