21/01/2026 08:03
A companhia entrou nas renováveis como compensação estratégica para fragilidades crescentes no seu upstream, especialmente no Golfo do México e no Mar do Norte, com dificuldades de reposição de reservas, custos elevados e retorno decrescente sobre o capital investido. Em vez de integrar a transição às suas competências técnicas, optou por deslocar capital para um setor, solar, altamente comoditizado, dependente de subsídios e com margens estruturalmente baixas.
15/01/2026 19:26
"A meu ver, neste momento crítico, a prioridade do PT, que foi quem recebeu o mandato popular para governar o estado, deveria ser a busca de um nome com experiência, equilíbrio e respeito entre diferentes correntes políticas, capaz de conduzir o Estado com estabilidade e foco na gestão. Isso não é virtude extraordinária nem sacrifício. É o mínimo que se espera do campo progressista unido neste momento", escreveu Jean Paul Prates. Quer ver mais? acesse a COLUNA OPINIÃO
13/01/2026 09:06
"Mais do que uma frustração pontual, o que 2025 revelou foi a falência da governança energética brasileira sob a atual condução. O setor precisa de previsibilidade, segurança jurídica, e respeito a quem investe no longo prazo. Sem isso, a transição energética será apenas um discurso de ocasião – e o risco de colapso, uma profecia autorrealizável.", escreveu Jean Paul Prates, que é ex-presidente da Petrobras e ex-senador da república. Leia artigo na coluna OPINIÃO
11/01/2026 14:06
Países que entenderam a dinâmica do século XXI fizeram escolhas claras. Investiram pesadamente na formação de engenheiros, médicos, cientistas, técnicos e especialistas em tecnologia. Construíram sistemas educacionais coerentes com suas estratégias industriais, sanitárias, energéticas e digitais. O resultado é maior produtividade, autonomia tecnológica, empregos qualificados e poder de decisão no cenário global, escreveu Jean Paul Prates. Para ver mais, na coluna Opinião.
09/01/2026 08:50
“Ainda que não tenha havido vazamento de petróleo e que a quantidade envolvida não configure, por si só, um desastre ambiental, o episódio é grave pelo seu significado simbólico, institucional e estrutural. Trata-se de um poço localizado em uma área sensível, cujo licenciamento foi longo, rigoroso e amplamente debatido na sociedade. Esse episódio também expõe algo que vai além do incidente em si: um processo de erosão gradual da capacidade técnica própria da Petrobras, especialmente em engenharia, pesquisa e operação. É importante registrar que, em 2023 e 2024, iniciamos lá uma tentativa consciente de reverter essa trajetória, escreveu Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras