13 ABR 2026 | ATUALIZADO 07:45

OPINIÃO

  Os acontecimentos desta semana no Oriente Médio deixaram de ser apenas mais um episódio de instabilidade regional. Estamos diante de um potencial ponto de inflexão histórico no sistema energético global.  A escalada do conflito envolvendo o Irã, impulsionada por decisões estratégicas equivocadas dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, produziu efeitos que vão muito além do objetivo imediato de reposicionamento geopolítico. Mais na COLUNA OPINIÃO
[COLUNA OPINIÃO] A guerra no Irã e o ponto de inflexão da era do petróleo

06/04/2026 08:47

Os acontecimentos desta semana no Oriente Médio deixaram de ser apenas mais um episódio de instabilidade regional. Estamos diante de um potencial ponto de inflexão histórico no sistema energético global. A escalada do conflito envolvendo o Irã, impulsionada por decisões estratégicas equivocadas dos Estados Unidos sob a liderança de Donald Trump, produziu efeitos que vão muito além do objetivo imediato de reposicionamento geopolítico. Mais na COLUNA OPINIÃO

  A decisão anunciada entre o governo Donald Trump e a TotalEnergies é uma delas. Não se trata apenas de uma mudança de carteira empresarial. Trata-se de uma escolha política explícita: dificultar a energia renovável, inviabilizar a eólica offshore e premiar financeiramente a migração de capital para projetos de gás, petróleo e LNG. Mais, NA COLUNA OPINIÃO.
[OPINIÃO] Trump subsidia a “destransição energética”

02/04/2026 08:59

A decisão anunciada entre o governo Donald Trump e a TotalEnergies é uma delas. Não se trata apenas de uma mudança de carteira empresarial. Trata-se de uma escolha política explícita: dificultar a energia renovável, inviabilizar a eólica offshore e premiar financeiramente a migração de capital para projetos de gás, petróleo e LNG. Mais, NA COLUNA OPINIÃO.

  O Brasil tem uma janela de oportunidade histórica. O mundo está desesperadamente em busca de energia limpa, barata e abundante para alimentar a revolução da inteligência artificial, a reindustrialização verde e a eletrificação dos transportes. O Brasil Equatorial tem exatamente isso. Mas essa oportunidade não se realiza automaticamente. Ela precisa de regulação funcional, de políticas públicas coerentes e de um ambiente institucional que não permita que interesses setoriais paralisem o que é estratégico para o país. O que vemos hoje é o oposto. Energia limpa sendo desperdiçada por bilhões. Tecnologias de armazenamento bloqueadas por indefinição regulatória proposital ou negligente. Programas de atração de investimentos sendo sabotados dentro do próprio Congresso.
[COLUNA OPINIÃO] A Sabotagem Velada das Renováveis

27/03/2026 00:20

O Brasil tem uma janela de oportunidade histórica. O mundo está desesperadamente em busca de energia limpa, barata e abundante para alimentar a revolução da inteligência artificial, a reindustrialização verde e a eletrificação dos transportes. O Brasil Equatorial tem exatamente isso. Mas essa oportunidade não se realiza automaticamente. Ela precisa de regulação funcional, de políticas públicas coerentes e de um ambiente institucional que não permita que interesses setoriais paralisem o que é estratégico para o país. O que vemos hoje é o oposto. Energia limpa sendo desperdiçada por bilhões. Tecnologias de armazenamento bloqueadas por indefinição regulatória proposital ou negligente. Programas de atração de investimentos sendo sabotados dentro do próprio Congresso.

  Mapa regional: o paradoxo do Nordeste. O leilão também expõe um paradoxo geográfico importante. Uma parcela relevante das usinas contratadas está localizada no Nordeste – região que, ao mesmo tempo, enfrenta curtailment recorrente de energia eólica e solar por limitações de transmissão e baixa absorção local de carga.  Ou seja: o sistema já desperdiça energia renovável em determinados momentos e, ainda assim, opta por contratar potência térmica nos mesmos polos.
[OPINIÃO] Leilão de energia: potência contratada, eficiência questionável

20/03/2026 14:29

Mapa regional: o paradoxo do Nordeste. O leilão também expõe um paradoxo geográfico importante. Uma parcela relevante das usinas contratadas está localizada no Nordeste – região que, ao mesmo tempo, enfrenta curtailment recorrente de energia eólica e solar por limitações de transmissão e baixa absorção local de carga. Ou seja: o sistema já desperdiça energia renovável em determinados momentos e, ainda assim, opta por contratar potência térmica nos mesmos polos.

  Estamos escolhendo energia mais cara — e ignorando soluções melhores. Em novo artigo, Jean Paul Prates explica por que decisões equivocadas hoje podem pesar na sua conta de luz amanhã. "O diagnóstico é correto. A solução, não. Em vez de incorporar tecnologias modernas e flexíveis, o país insiste em modelos tradicionais baseados em termelétricas e hidrelétricas, muitas vezes mais caras, menos eficientes e ambientalmente questionáveis. Ignora-se, mais uma vez, a alternativa mais lógica: o armazenamento de energia por baterias". Mais, na COLUNA OPINIÃO
[COLUNA OPINIÃO] O paradoxo energético vivenciado pelo Brasil

19/03/2026 08:42

Estamos escolhendo energia mais cara — e ignorando soluções melhores. Em novo artigo, Jean Paul Prates explica por que decisões equivocadas hoje podem pesar na sua conta de luz amanhã. "O diagnóstico é correto. A solução, não. Em vez de incorporar tecnologias modernas e flexíveis, o país insiste em modelos tradicionais baseados em termelétricas e hidrelétricas, muitas vezes mais caras, menos eficientes e ambientalmente questionáveis. Ignora-se, mais uma vez, a alternativa mais lógica: o armazenamento de energia por baterias". Mais, na COLUNA OPINIÃO


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