03 MAI 2026 | ATUALIZADO 13:13

OPINIÃO

[OPINIÃO] Leilão de energia: potência contratada, eficiência questionável

20/03/2026 14:29

Mapa regional: o paradoxo do Nordeste. O leilão também expõe um paradoxo geográfico importante. Uma parcela relevante das usinas contratadas está localizada no Nordeste – região que, ao mesmo tempo, enfrenta curtailment recorrente de energia eólica e solar por limitações de transmissão e baixa absorção local de carga. Ou seja: o sistema já desperdiça energia renovável em determinados momentos e, ainda assim, opta por contratar potência térmica nos mesmos polos.

[COLUNA OPINIÃO] O paradoxo energético vivenciado pelo Brasil

19/03/2026 08:42

Estamos escolhendo energia mais cara — e ignorando soluções melhores. Em novo artigo, Jean Paul Prates explica por que decisões equivocadas hoje podem pesar na sua conta de luz amanhã. "O diagnóstico é correto. A solução, não. Em vez de incorporar tecnologias modernas e flexíveis, o país insiste em modelos tradicionais baseados em termelétricas e hidrelétricas, muitas vezes mais caras, menos eficientes e ambientalmente questionáveis. Ignora-se, mais uma vez, a alternativa mais lógica: o armazenamento de energia por baterias". Mais, na COLUNA OPINIÃO

[OPINIÃO] Transparência para reorganizar a política brasileira

17/03/2026 23:37

Ao proibir o financiamento empresarial direto de campanhas eleitorais, em 2015, buscou-se moralizar a política. O objetivo era correto. O resultado, porém, foi incompleto – e, em alguns aspectos, contraproducente: o poder econômico não desapareceu da política. Apenas saiu da luz e passou a operar nas sombras. Mais, na COLUNA OPINIÃO

[OPINIÃO] Não é 2022 outra vez: medidas de Lula sobre combustíveis são diferentes das de Bolsonaro

13/03/2026 15:47

Em 2022, o governo Bolsonaro impôs uma redução do ICMS sobre combustíveis, transferindo para Estados e municípios uma perda bilionária de arrecadação. Foi uma decisão unilateral que gerou forte tensão institucional e desequilíbrios fiscais nos entes subnacionais Agora, Lula seguiu caminho oposto. O governo federal reduziu seus próprios tributos e apenas sugeriu que os Estados avaliem, se possível, eventuais reduções de ICMS como parte de um esforço cooperativo nacional. Mas respeitou a autonomia de cada governador e de cada Estado para decidir conforme sua realidade fiscal.

[OPINIÃO] Diesel, intervenção emergencial e os erros estruturais do mercado de combustíveis

12/03/2026 23:32

Há também um erro estratégico que ainda produz efeitos: a venda da BR Distribuidora pela Petrobras. A antiga BR exercia papel estruturante na cadeia de combustíveis. Funcionava como referência nacional de preços, mantinha uma rede logística capilar e exercia pressão competitiva sobre o mercado. Ao se desfazer desse ativo, a Petrobras abriu mão de um instrumento importante de coordenação comercial e perdeu contato direto com o consumidor final. Mais na COLUNA OPINIÃO


Notas

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