27/12/2025 15:38
O caso de Serra do Mel é emblemático. Ali, ações judiciais de grande vulto pleiteiam a criação de fundos indenizatórios milionários, cuja gestão e distribuição ficariam sob responsabilidade de escritórios de advocacia que receberiam percentuais expressivos, tanto sobre eventual sucumbência quanto sobre os próprios recursos administrados. Tudo isso ocorre à revelia da vontade manifesta da ampla maioria dos colonos, que não se reconhecem como vítimas e veem na atividade eólica uma fonte legítima de renda, estabilidade e permanência no território. Mais, na coluna Opinião.
16/11/2025 16:08
Os sinais emitidos pelo Brasil nas últimas semanas, tanto na COP quanto na condução de sua política energética interna, revelam uma encruzilhada estratégica. Ou seguimos insistindo em uma espécie de monocultura energética, guiada quase exclusivamente pelos interesses do agronegócio, ou finalmente abraçamos uma integração inteligente das nossas diversas e abundantes fontes, reconhecendo a vocação de cada território do país.
07/10/2025 08:41
O Brasil está preparado para negociar – mas não para ceder a pressões arbitrárias. Nossa diplomacia deve combinar firmeza e pragmatismo, ouvindo os setores produtivos, defendendo nossa cultura e colocando nossas vantagens estratégicas a serviço de um modelo de cooperação justa e soberana. Este é o momento de reafirmar o Brasil como potência confiável, pacífica e imprescindível no tabuleiro global.
16/12/2024 17:26
“Destinado originalmente a apenas regular a titularidade do uso dos espaços oceânicos brasileiros para geração de energia a partir do vento, ondas, marés, correntes marítimas e outras forças, este projeto de lei estruturante e inovadora acabou servindo como penduricalho para o emaranhado de interesses, alguns legítimos e outros nem tanto, do setor de energia do Brasil”, escreveu o ex-senador.
29/07/2023 10:57
Com o processo de Rogério Marinho virando inquérito policial, existe uma possibilidade dele perder o mandato e o TRE abrir um novo processo eleitoral para o senado aqui no Rio Grande do Norte. Diante dessa possibilidade se tornar realidade, o PT e a esquerda potiguar, deveriam lembrar primeiramente daquele que teve que “rifar” a sua cadeira de reeleição, herdada da governadora Fátima Bezerra (PT), para dar espaço a Carlos Eduardo Alves: Jean Paul Prates.