20 SET 2026 | ATUALIZADO 15:32

OPINIÃO

  O Brasil tem uma janela de oportunidade histórica. O mundo está desesperadamente em busca de energia limpa, barata e abundante para alimentar a revolução da inteligência artificial, a reindustrialização verde e a eletrificação dos transportes. O Brasil Equatorial tem exatamente isso. Mas essa oportunidade não se realiza automaticamente. Ela precisa de regulação funcional, de políticas públicas coerentes e de um ambiente institucional que não permita que interesses setoriais paralisem o que é estratégico para o país. O que vemos hoje é o oposto. Energia limpa sendo desperdiçada por bilhões. Tecnologias de armazenamento bloqueadas por indefinição regulatória proposital ou negligente. Programas de atração de investimentos sendo sabotados dentro do próprio Congresso.
[COLUNA OPINIÃO] A Sabotagem Velada das Renováveis

27/03/2026 00:20

O Brasil tem uma janela de oportunidade histórica. O mundo está desesperadamente em busca de energia limpa, barata e abundante para alimentar a revolução da inteligência artificial, a reindustrialização verde e a eletrificação dos transportes. O Brasil Equatorial tem exatamente isso. Mas essa oportunidade não se realiza automaticamente. Ela precisa de regulação funcional, de políticas públicas coerentes e de um ambiente institucional que não permita que interesses setoriais paralisem o que é estratégico para o país. O que vemos hoje é o oposto. Energia limpa sendo desperdiçada por bilhões. Tecnologias de armazenamento bloqueadas por indefinição regulatória proposital ou negligente. Programas de atração de investimentos sendo sabotados dentro do próprio Congresso.

  Mapa regional: o paradoxo do Nordeste. O leilão também expõe um paradoxo geográfico importante. Uma parcela relevante das usinas contratadas está localizada no Nordeste – região que, ao mesmo tempo, enfrenta curtailment recorrente de energia eólica e solar por limitações de transmissão e baixa absorção local de carga.  Ou seja: o sistema já desperdiça energia renovável em determinados momentos e, ainda assim, opta por contratar potência térmica nos mesmos polos.
[OPINIÃO] Leilão de energia: potência contratada, eficiência questionável

20/03/2026 14:29

Mapa regional: o paradoxo do Nordeste. O leilão também expõe um paradoxo geográfico importante. Uma parcela relevante das usinas contratadas está localizada no Nordeste – região que, ao mesmo tempo, enfrenta curtailment recorrente de energia eólica e solar por limitações de transmissão e baixa absorção local de carga. Ou seja: o sistema já desperdiça energia renovável em determinados momentos e, ainda assim, opta por contratar potência térmica nos mesmos polos.

  Estamos escolhendo energia mais cara — e ignorando soluções melhores. Em novo artigo, Jean Paul Prates explica por que decisões equivocadas hoje podem pesar na sua conta de luz amanhã. "O diagnóstico é correto. A solução, não. Em vez de incorporar tecnologias modernas e flexíveis, o país insiste em modelos tradicionais baseados em termelétricas e hidrelétricas, muitas vezes mais caras, menos eficientes e ambientalmente questionáveis. Ignora-se, mais uma vez, a alternativa mais lógica: o armazenamento de energia por baterias". Mais, na COLUNA OPINIÃO
[COLUNA OPINIÃO] O paradoxo energético vivenciado pelo Brasil

19/03/2026 08:42

Estamos escolhendo energia mais cara — e ignorando soluções melhores. Em novo artigo, Jean Paul Prates explica por que decisões equivocadas hoje podem pesar na sua conta de luz amanhã. "O diagnóstico é correto. A solução, não. Em vez de incorporar tecnologias modernas e flexíveis, o país insiste em modelos tradicionais baseados em termelétricas e hidrelétricas, muitas vezes mais caras, menos eficientes e ambientalmente questionáveis. Ignora-se, mais uma vez, a alternativa mais lógica: o armazenamento de energia por baterias". Mais, na COLUNA OPINIÃO

[OPINIÃO] Transparência para reorganizar a política brasileira

17/03/2026 23:37

Ao proibir o financiamento empresarial direto de campanhas eleitorais, em 2015, buscou-se moralizar a política. O objetivo era correto. O resultado, porém, foi incompleto – e, em alguns aspectos, contraproducente: o poder econômico não desapareceu da política. Apenas saiu da luz e passou a operar nas sombras. Mais, na COLUNA OPINIÃO

  Em 2022, o governo Bolsonaro impôs uma redução do ICMS sobre combustíveis, transferindo para Estados e municípios uma perda bilionária de arrecadação.  Foi uma decisão unilateral que gerou forte tensão institucional e desequilíbrios fiscais nos entes subnacionais  Agora, Lula seguiu caminho oposto.  O governo federal reduziu seus próprios tributos e apenas sugeriu que os Estados avaliem, se possível, eventuais reduções de ICMS como parte de um esforço cooperativo nacional.  Mas respeitou a autonomia de cada governador e de cada Estado para decidir conforme sua realidade fiscal.
[OPINIÃO] Não é 2022 outra vez: medidas de Lula sobre combustíveis são diferentes das de Bolsonaro

13/03/2026 15:47

Em 2022, o governo Bolsonaro impôs uma redução do ICMS sobre combustíveis, transferindo para Estados e municípios uma perda bilionária de arrecadação. Foi uma decisão unilateral que gerou forte tensão institucional e desequilíbrios fiscais nos entes subnacionais Agora, Lula seguiu caminho oposto. O governo federal reduziu seus próprios tributos e apenas sugeriu que os Estados avaliem, se possível, eventuais reduções de ICMS como parte de um esforço cooperativo nacional. Mas respeitou a autonomia de cada governador e de cada Estado para decidir conforme sua realidade fiscal.


Notas

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