03 MAI 2026 | ATUALIZADO 13:13

OPINIÃO

[OPINIÃO] A Reforma Elétrica da Xepa

13/01/2026 09:06

"Mais do que uma frustração pontual, o que 2025 revelou foi a falência da governança energética brasileira sob a atual condução. O setor precisa de previsibilidade, segurança jurídica, e respeito a quem investe no longo prazo. Sem isso, a transição energética será apenas um discurso de ocasião – e o risco de colapso, uma profecia autorrealizável.", escreveu Jean Paul Prates, que é ex-presidente da Petrobras e ex-senador da república. Leia artigo na coluna OPINIÃO

[OPINIÃO] Influência não substitui conhecimento: o futuro que o Brasil está escolhendo e como corrigi-lo

11/01/2026 14:06

Países que entenderam a dinâmica do século XXI fizeram escolhas claras. Investiram pesadamente na formação de engenheiros, médicos, cientistas, técnicos e especialistas em tecnologia. Construíram sistemas educacionais coerentes com suas estratégias industriais, sanitárias, energéticas e digitais. O resultado é maior produtividade, autonomia tecnológica, empregos qualificados e poder de decisão no cenário global, escreveu Jean Paul Prates. Para ver mais, na coluna Opinião.

[OPINIÃO] O incidente na Foz do Amazonas e o que ele realmente revela sobre a Petrobras

09/01/2026 08:50

“Ainda que não tenha havido vazamento de petróleo e que a quantidade envolvida não configure, por si só, um desastre ambiental, o episódio é grave pelo seu significado simbólico, institucional e estrutural. Trata-se de um poço localizado em uma área sensível, cujo licenciamento foi longo, rigoroso e amplamente debatido na sociedade. Esse episódio também expõe algo que vai além do incidente em si: um processo de erosão gradual da capacidade técnica própria da Petrobras, especialmente em engenharia, pesquisa e operação. É importante registrar que, em 2023 e 2024, iniciamos lá uma tentativa consciente de reverter essa trajetória, escreveu Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras

[OPINIÃO] Venezuela: quando a retórica moral esconde o poder real

04/01/2026 11:44

A intervenção recente na Venezuela é um desses casos. O debate público foi rapidamente capturado por slogans conhecidos, defesa da democracia, combate ao narcotráfico, libertação de um povo oprimido. Nada disso é novo. O que é novo, e perigoso, é o precedente que se consolida por trás dessa narrativa. O governo de Nicolás Maduro era autoritário. As eleições foram amplamente questionadas. Portanto, não há aqui qualquer tentativa de reabilitar um regime ou minimizar o sofrimento do povo venezuelano. A pergunta relevante é outra. Por que agora, por que desse modo e com quais objetivos reais. VEJA MAIS na coluna OPINIÃO, com Jean Paul Prates

[OPINIÃO] Quando a força substitui o direito: Venezuela, precedentes perigosos e os riscos para o Brasil

03/01/2026 13:16

Nicolás Maduro não é uma figura consensual, nem mesmo entre setores da esquerda latino-americana. Há críticas legítimas ao seu governo, à condução econômica, às instituições e ao processo político venezuelano. Nada disso, porém, autoriza automaticamente uma intervenção militar externa. Criticar os métodos não significa defender governos. Significa defender princípios mínimos de previsibilidade internacional. Quando esses princípios são rompidos, todos os países médios e pequenos passam a viver em ambiente de maior insegurança.


Notas

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