19 MAR 2026 | ATUALIZADO 15:17
ESTADO
19/03/2026 15:17
Atualizado
19/03/2026 15:17

Cesta básica dispara no RN em fevereiro, puxada por alta do tomate e do feijão

Em fevereiro de 2026, a cesta básica no Rio Grande do Norte subiu em média 7,2%, impulsionada principalmente pela alta do tomate e do feijão. A informação foi confirmada pelo LECON/UFERSA que monitora os preços nos municípios de Mossoró, Caraúbas, Angicos e Pau dos Ferros. Dos municípios avaliados, Caraúbas teve o maior aumento (10,6%) e Mossoró registrou variação de 7%, com diferenças entre regiões. Apesar disso, itens como arroz e óleo de soja tiveram queda, ajudando a amenizar parte da inflação.
Em fevereiro de 2026, a cesta básica no Rio Grande do Norte subiu em média 7,2%, impulsionada principalmente pela alta do tomate e do feijão. A informação foi confirmada pelo LECON/UFERSA que monitora os preços nos municípios de Mossoró, Caraúbas, Angicos e Pau dos Ferros. Dos municípios avaliados, Caraúbas teve o maior aumento (10,6%) e Mossoró registrou variação de 7%, com diferenças entre regiões. Apesar disso, itens como arroz e óleo de soja tiveram queda, ajudando a amenizar parte da inflação.

Em fevereiro de 2026, o custo da cesta básica no Rio Grande do Norte apresentou uma forte tendência de alta, com um aumento médio de 7,2% nos municípios monitorados pelo LECON/UFERSA.

Esse movimento acompanhou o cenário nacional e regional, onde 16 das 19 cidades nordestinas também registraram encarecimento no custo de vida.

O principal motor dessa inflação foi o baixo volume de oferta e o alto índice de exportações, elevando drasticamente os preços do tomate (com altas superiores a 48% em todas as cidades) e do feijão.

Em contrapartida, a desvalorização do dólar e safras recordes ajudaram a reduzir os preços de itens de mercearia, como óleo de soja e arroz.

Destaques por Município:

Caraúbas (R$ 584,52): Registrou a maior inflação do estado (10,6%), impulsionada por altas severas no tomate, feijão e laticínios.

Mossoró (R$ 553,97): Teve alta de 7%. Curiosamente, apresentou grande variação geográfica: a Zona Norte teve o custo mais baixo (R$ 514,43), enquanto a Zona Leste foi a mais cara (R$ 579,28).

Angicos (R$ 551,85): Alta de 6,2%, com o tomate e o feijão anulando a queda expressiva no preço do óleo de soja (-13,5%).

Pau dos Ferros (R$ 542,16): Apesar da alta de 5%, manteve o menor valor nominal da região, graças a deflações acentuadas no arroz e na margarina.

Notas

Publicidades

Outras Notícias

Deixe seu comentário