16/06/2026 09:08
Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, amarrou tão bem sua rede de relações financeiras nos três Poderes que agora ninguém em Brasília quer sua delação – nem gente poderosa do Congresso, tampouco o Palácio do Planalto (onde respingam seus tentáculos baianos) até em quem mais manda no País hoje, o Judiciário. Na Polícia Federal, para quem ele já entregou duas tentativas, nada andou porque falou o que os investigadores já sabem. Ele teria que entregar onde estão boa parte dos R$ 60 bilhões que promete devolver para passar uma temporada mais curta na cadeia. A sensação em Brasília é de desconforto e uma tensão gigante sobre a governabilidade do Brasil – no Legislativo e Judiciário, principalmente. Se a PF ou a PGR aceita sua deleção, o Governo para. Mais, na COLUNA ESPLANADA
16/06/2026 09:16
A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal rejeitaram em definitivo a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, por falta de confissão de crimes ou apresentação de fatos novos. O banqueiro segue preso em Brasília, com a decisão comunicada ao ministro André Mendonça.
15/06/2026 08:35
A revista “VEJA” cravou na capa de sábado que o nascedouro nacional do Banco Master – ou seu salto meteórico no sistema financeiro do País – foi o CredCesta do Governo da Bahia nas gestões de Rui Costa e Jerônimo Rodrigues, o que a Coluna tem citado há meses. O consignado dos servidores estaduais empurrado pelos gestores, sob a blindagem dos primos André e Eugênio Kruschewsky, hoje é a maior dor de cabeça do Governo Lula da Silva III, que tenta de todo jeito se dissociar do escândalo, mas tem um pé na raiz do problema que virou o Daniel Vorcaro. O “banqueiro” entregou o esquema à Polícia Federal e ao MPF. O pior ainda está por vir. Mais, na COLUNA ESPLANADA
12/06/2026 00:08
Um cidadão brasiliense flagrou ontem um carteiro uniformizado caminhando de chinelos para entregar cartas e encomendas na região de Sobradinho. Questionado sobre o calçado, revelou que os Correios ainda não forneceram o coturno, por falta de verbas. Até poucos meses, durante quase toda a gestão de Lula da Silva III, o Correios era cabide de um grupo de advogados e juristas que “fez o L” durante a prisão do ex-presidente em Curitiba, e suas salas lotadas de deputados e senadores aliados atrás de contratos e verbas de patrocínio direto para eventos. Mais, na COLUNA ESPLANADA
11/06/2026 07:19
Enquanto Donald Trump classifica as facções CV e PCC como terroristas, a milícia (grupo de policiais, ex-policiais e ex-militares) ganha campo silenciosamente no Rio de Janeiro – e em outras capitais. A que domina Itaguaí, região metropolitana, continua expandindo na extorsão por novos “serviços” e venda de mercadorias, contam fontes moradores. Acredite, leitor, a novidade é a compra (obrigatória) de lâminas de barbear por donos de salões de beleza e barbeiros. Além do já tradicional carvão para mercados e barracas de “churrasquinho”. Os barbeiros que compravam o pacote de lâminas a R$ 22 agora pagam R$ 40 para os milicianos, com produto inferior, e taxa semanal de R$ 60 para terem o direito de abrir as portas. Outro segmento explorado é botijão de gás. Comprado a R$ 90 no comércio legal, o morador de Itaguaí – e de outras comunidades dominadas pela milícia – é obrigado a pagar R$ 140 aos criminosos. Não bastasse isso, a bala voa na região. Há 15 dias, milicianos rivais (Seropédica/Nova Iguaçu) invadiram Itaguaí, mataram oito integrantes da facção local e levaram os corpos. Veja mais na COLUNA ESPLANADA