18 JUL 2026 | ATUALIZADO 13:49

NACIONAL

[COLUNA ESPLANADA] O desejo oculto de Bolsonaro de tocar o impeachment de Moraes

02/07/2026 08:12

O de ter uma bancada de 55 senadores da direita fiéis em 2027, com o maior propósito de vingar Jair Bolsonaro: ter votos, um presidente do Senado e cenário favorável para tocar o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes – que também tem o que explicar na praça, e muito.

  O presidente Lula da Silva (PT) governa o Rio de Janeiro há meses em consórcio com o Supremo Tribunal Federal, e o desembargador presidente do TJ Ricardo Couto de interventor. O ministro Cristiano Zanin deu liminar e Flávio Dino sentou em cima até ontem e proibiram o direito constitucional da ALERJ em eleger um governador-tampão. O voto de Dino veio na véspera do recesso do STF, que retorna apenas em agosto, se o presidente Fachin liberar. Isso deixaria o caso da eleição do Rio em cima da eleição nacional de outubro, e, com certeza, não haverá eleição suplementar, deixando a decisão para a ALERJ. Essa é a avaliação dos bolsonaristas em Brasília, que consideram que elegeriam um nome alinhado ao grupo. Enquanto isso, no mesmo cenário desenhado, isso ajudaria Eduardo Paes (PSD) aliado de Lula. O que se comenta na Praça é que a coisa anda devagar no Supremo e o Rio só terá governador-tampão após eleição de outubro. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Lula governa o rio há meses em parceria com o STF

01/07/2026 08:08

O presidente Lula da Silva (PT) governa o Rio de Janeiro há meses em consórcio com o Supremo Tribunal Federal, e o desembargador presidente do TJ Ricardo Couto de interventor. O ministro Cristiano Zanin deu liminar e Flávio Dino sentou em cima até ontem e proibiram o direito constitucional da ALERJ em eleger um governador-tampão. O voto de Dino veio na véspera do recesso do STF, que retorna apenas em agosto, se o presidente Fachin liberar. Isso deixaria o caso da eleição do Rio em cima da eleição nacional de outubro, e, com certeza, não haverá eleição suplementar, deixando a decisão para a ALERJ. Essa é a avaliação dos bolsonaristas em Brasília, que consideram que elegeriam um nome alinhado ao grupo. Enquanto isso, no mesmo cenário desenhado, isso ajudaria Eduardo Paes (PSD) aliado de Lula. O que se comenta na Praça é que a coisa anda devagar no Supremo e o Rio só terá governador-tampão após eleição de outubro. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  O presidente Lula inaugura o Túnel Major Sales, obra complexa do Ramal do Apodi no Rio Grande do Norte que leva águas da transposição do São Francisco ao oeste potiguar. O projeto de 115,5 km recebeu mais de R$ 1 bilhão em aporte federal, beneficiando 750 mil pessoas com a estrutura e a entrega de ônibus escolares do programa Caminho da Escola.
Transposição do São Francisco chega ao Oeste potiguar com inauguração de túnel por Lula

01/07/2026 08:15

O presidente Lula inaugura o Túnel Major Sales, obra complexa do Ramal do Apodi no Rio Grande do Norte que leva águas da transposição do São Francisco ao oeste potiguar. O projeto de 115,5 km recebeu mais de R$ 1 bilhão em aporte federal, beneficiando 750 mil pessoas com a estrutura e a entrega de ônibus escolares do programa Caminho da Escola.

  Fabiano Nogueira Alves, Gerente de Investimento da FUNCEF, pode ser a próxima vítima de Joaquim Cruz, o “Joca Encrenca”, o novo diretor de Investimentos e Participações do Fundo que já demitiu três na entidade. Fabiano Alves é genro do presidente da Caixa, Carlos Vieira – que já teria pedido a cabeça de Cruz ao Palácio e a caciques do PP, partido que, apesar do Centrão, tem certa ingerência no banco e na FUNCEF. Consta que os caciques progressistas Arthur Lira e Ciro Nogueira não fizeram objeção. Joaquim Cruz é apadrinhado do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e por parte do PT. Vem aí uma pajelança com lambança.  Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] A próxima vítima de Joaquim Cruz, o “Joca Encrenca”

30/06/2026 08:56

Fabiano Nogueira Alves, Gerente de Investimento da FUNCEF, pode ser a próxima vítima de Joaquim Cruz, o “Joca Encrenca”, o novo diretor de Investimentos e Participações do Fundo que já demitiu três na entidade. Fabiano Alves é genro do presidente da Caixa, Carlos Vieira – que já teria pedido a cabeça de Cruz ao Palácio e a caciques do PP, partido que, apesar do Centrão, tem certa ingerência no banco e na FUNCEF. Consta que os caciques progressistas Arthur Lira e Ciro Nogueira não fizeram objeção. Joaquim Cruz é apadrinhado do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e por parte do PT. Vem aí uma pajelança com lambança. Mais, na COLUNA ESPLANADA

  O Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em maio de 2026, causou um prejuízo estimado de R$ 2 bilhões às facções criminosas por meio de ações integradas entre forças federais, estaduais e municipais. O balanço do programa contabiliza a prisão de 12.312 pessoas, a apreensão de mais de 115 toneladas de drogas e de 1.161 armas, além do bloqueio e apreensão de mais de R$ 1 bilhão em bens e ativos financeiros. De acordo com as autoridades da pasta, a estratégia foca na asfixia financeira e na desarticulação logística dos grupos criminosos, englobando também frentes de proteção à mulher com mais de 3 mil prisões por violência de gênero.
Ações coordenadas prendem 12 mil pessoas e asfixiam finanças de facções criminosas

30/06/2026 16:56

O Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em maio de 2026, causou um prejuízo estimado de R$ 2 bilhões às facções criminosas por meio de ações integradas entre forças federais, estaduais e municipais. O balanço do programa contabiliza a prisão de 12.312 pessoas, a apreensão de mais de 115 toneladas de drogas e de 1.161 armas, além do bloqueio e apreensão de mais de R$ 1 bilhão em bens e ativos financeiros. De acordo com as autoridades da pasta, a estratégia foca na asfixia financeira e na desarticulação logística dos grupos criminosos, englobando também frentes de proteção à mulher com mais de 3 mil prisões por violência de gênero.


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