13/05/2026 07:25
O mercado de energia está intrigado com a decisão Governo Federal de não incluir as concessões da Enel no Rio de Janeiro e no Ceará no pacote de renovações anunciados na semana passada. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) havia recomendado a renovação das concessões da distribuidora nestes dois Estados – embora a agência tenha renovado antecipadamente 14 concessões de distribuição. Rio e Ceará apresentam números melhores que boa parte das concessões renovadas, segundo analistas. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
12/05/2026 07:58
O avanço da proposta de solução consensual para a MEZ Energia 6 no Tribunal de Contas da União (TCU) gera forte desconforto no setor elétrico após a entrada do Ministério Público Federal no caso. Mesmo diante da análise em curso pelo MPF e de parecer do MP junto ao TCU apontando falhas graves no acordo, o tribunal acelerou a deliberação e pautou o julgamento para amanhã. O imbróglio envolve o contrato de concessão para implantação de uma linha de transmissão que deveria ter entrado em operação em São Paulo em setembro de 2025. Mais na COLUNA ESPLANADA
11/05/2026 11:06
Sem agências, muitos setores estratégicos teriam sido simplesmente transferidos ao mercado sem capacidade estatal equivalente para regular contratos, fiscalizar obrigações, arbitrar conflitos, sancionar abusos e assegurar continuidade dos serviços. A existência das agências não eliminou problemas, mas impediu um vazio regulatório ainda pior.
11/05/2026 08:13
Enquanto os bancos privados anunciam o tradicional lucro líquido trimestral em bilhões de reais, e a cada ano maiores, o desempenho do Banco do Brasil que será divulgado nos próximos dias será “horrível” – assim cravam analistas de mercado que já tiveram acesso ao balanço da instituição de capital misto. O BB não alcançou os números dos anos anteriores para o período. E a direção procura uma resposta plausível para não citar incompetência. Porém não tem opção no vocabulário, só vai disfarçar. Mas, na COLUNA ESPLANADA
08/05/2026 18:43
O próprio CNPE deveria passar por atualização semelhante. Sua composição atual segue concentrada no Executivo federal, ainda que inclua representantes externos. O Ministério de Minas e Energia lista, entre seus membros efetivos, uma ampla relação de ministros, além de representantes da sociedade civil, academia, estados e do setor energético. A questão não é apenas quem está formalmente previsto, mas quem participa, como decide, com que informação, com que antecedência e com que prestação de contas. O Brasil precisa de conselhos fortes. Mas força institucional não é concentração opaca de poder. É capacidade de produzir decisões legítimas, técnicas, transparentes e politicamente responsáveis.