18 JUN 2026 | ATUALIZADO 18:57

Belas Histórias

  Aos 11 anos, Gildenor Rodrigues sofreu um grave acidente com um trator que resultou na perda de sua perna esquerda. Longe de se deixar abalar, ele se reinventou ao longo da vida trabalhando como fotógrafo e vendedor de lanches. Hoje, aos 51 anos, enfrenta o medo de altura e trabalha subindo em postes para instalar cabos de internet em Mossoró. Com sorriso constante e fé, Gildenor lidera o negócio familiar ao lado da filha e prova que seus limites ficaram para trás.
Do chão do sertão às alturas: O homem que perdeu a perna, mas conecta vidas no topo dos postes

29/05/2026 11:59

Aos 11 anos, Gildenor Rodrigues sofreu um grave acidente com um trator que resultou na perda de sua perna esquerda. Longe de se deixar abalar, ele se reinventou ao longo da vida trabalhando como fotógrafo e vendedor de lanches. Hoje, aos 51 anos, enfrenta o medo de altura e trabalha subindo em postes para instalar cabos de internet em Mossoró. Com sorriso constante e fé, Gildenor lidera o negócio familiar ao lado da filha e prova que seus limites ficaram para trás.

  Chiquinho tem 58 anos e não anda há 53. Apesar da falta de mobilidade, conseguiu realizar três grandes sonhos: uma cadeira de rodas, uma casa e receber o benefício do INSS. E como conseguiu? Com um sorriso no rosto, com seu jeito simples e prestativo, sendo grato a Deus pelo dom da vida, conseguiu cadeira de rodas e depois uma moto adaptada, passou a receber benefício quem tem direito do INSS e construiu a casa própria do alicerce.
A paralisia infantil lhe tirou a mobilidade, mas não o sorriso do rosto

12/07/2025 21:42

Chiquinho tem 58 anos e não anda há 53. Apesar da falta de mobilidade, conseguiu realizar três grandes sonhos: uma cadeira de rodas, uma casa e receber o benefício do INSS. E como conseguiu? Com um sorriso no rosto, com seu jeito simples e prestativo, sendo grato a Deus pelo dom da vida, conseguiu cadeira de rodas e depois uma moto adaptada, passou a receber benefício quem tem direito do INSS e construiu a casa própria do alicerce.

  A história inspiradora do mossoroense Antônio Marcos Feitosa, de 50 anos, que após 30 trabalhando como pedreiro, ofício que aprendeu com o pai, ingressou na faculdade de fisioterapia para realizar o sonho que leva no peito desde a juventude. Pedreiro excepcional, honesto, bom caráter, Marcos Feitosa, com apoio dos amigos, está no terceiro período do curso de Fisioterapia na Faculdade Católica, onde recebe elogios dos professores e colegas de turmas pelo empenho e dedicação nas aulas.
Pedreiro ingressa na faculdade aos 50 para realizar o sonho de ser fisioterapeuta

18/06/2025 10:07

A história inspiradora do mossoroense Antônio Marcos Feitosa, de 50 anos, que após 30 trabalhando como pedreiro, ofício que aprendeu com o pai, ingressou na faculdade de fisioterapia para realizar o sonho que leva no peito desde a juventude. Pedreiro excepcional, honesto, bom caráter, Marcos Feitosa, com apoio dos amigos, está no terceiro período do curso de Fisioterapia na Faculdade Católica, onde recebe elogios dos professores e colegas de turmas pelo empenho e dedicação nas aulas.

  "Eu tava cuidando dos meus bichos, quando cheguei lá, os cachorros estavam rasgando meus cabritos. Eu perdi a cabeça, não vou mentir. Vim em casa, peguei a espingarda, matei uma cachorra e atirei em outro cachorro. O outro fugiu. Eles mataram 8 cabritos e sumiram com três", relatou o agricultor Hildo Severiano da Silva, de 59 anos
Trabalhador rural preso por defender o seu rebanho de caprinos em Apodi-RN

31/05/2025 12:38

"Eu tava cuidando dos meus bichos, quando cheguei lá, os cachorros estavam rasgando meus cabritos. Eu perdi a cabeça, não vou mentir. Vim em casa, peguei a espingarda, matei uma cachorra e atirei em outro cachorro. O outro fugiu. Eles mataram 8 cabritos e sumiram com três", relatou o agricultor Hildo Severiano da Silva, de 59 anos

  Ainda jovem, Geneilson Oliveira perdeu o pai, depois a mãe, a filha, o que empurrou para uma depressão, consumo de álcool, drogas, prisão. Abraçado pelo Escritório Social da Prefeitura de Mossoró, com fé, Geneilson deixou a prisão, as drogas e hoje é confeiteiro. Chora ao lembrar dos labirintos perigosos da vida que enfrentou. Casou há 3 meses e diz que não tem palavras para agradecer o apoio que recebeu, que sem dúvida salvou sua vida. Foto Wilson Moreno
A incrível história de superação de Geneilson, com apoio do Escritório Social

06/04/2025 12:39

Ainda jovem, Geneilson Oliveira perdeu o pai, depois a mãe, a filha, o que empurrou para uma depressão, consumo de álcool, drogas, prisão. Abraçado pelo Escritório Social da Prefeitura de Mossoró, com fé, Geneilson deixou a prisão, as drogas e hoje é confeiteiro. Chora ao lembrar dos labirintos perigosos da vida que enfrentou. Casou há 3 meses e diz que não tem palavras para agradecer o apoio que recebeu, que sem dúvida salvou sua vida. Foto Wilson Moreno


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