18 JUN 2026 | ATUALIZADO 21:40

ECONOMIA

  A entrada do trecho ferroviário Natal–Macau na carteira federal de projetos não é apenas uma notícia regional. Ela é a prova concreta de que o Brasil começou, enfim, a sair de uma lógica antiga, centralizadora e paralisante, que por décadas manteve a infraestrutura ferroviária refém de burocracia, indecisão e baixa capacidade de execução. O corredor potiguar foi incluído no novo ambiente de Ferrovias Inteligentes, criado para dar destino econômico a trechos ociosos, subutilizados ou com potencial de reativação. Isso não surgiu por acaso. É consequência direta de uma mudança legal e regulatória que o país levou tempo demais para fazer.  Esta mudança significativa no Marco Regulatório das Ferrovias é obra do ex-senador Jean Paul Prates, titular deste espaço. Mais, na COLUNA OPINIÃO.
[COLUNA OPINIÃO] Natal–Macau recoloca o Rio Grande do Norte nos trilhos do futuro

16/06/2026 08:43

A entrada do trecho ferroviário Natal–Macau na carteira federal de projetos não é apenas uma notícia regional. Ela é a prova concreta de que o Brasil começou, enfim, a sair de uma lógica antiga, centralizadora e paralisante, que por décadas manteve a infraestrutura ferroviária refém de burocracia, indecisão e baixa capacidade de execução. O corredor potiguar foi incluído no novo ambiente de Ferrovias Inteligentes, criado para dar destino econômico a trechos ociosos, subutilizados ou com potencial de reativação. Isso não surgiu por acaso. É consequência direta de uma mudança legal e regulatória que o país levou tempo demais para fazer. Esta mudança significativa no Marco Regulatório das Ferrovias é obra do ex-senador Jean Paul Prates, titular deste espaço. Mais, na COLUNA OPINIÃO.

  O feito de Musk é extraordinário e merece ser estudado. O que não merece ser aceito sem reflexão é a ideia de que o enriquecimento patrimonial, por si só, represente o ápice desejável de uma sociedade. Riqueza financeira importa. Capital importa. Mercado importa. Mas todos devem servir a uma finalidade maior: produzir desenvolvimento, inovação, autonomia estratégica e melhoria concreta da vida das pessoas.  Talvez a pergunta mais importante diante do primeiro trilionário da história não seja como alguém conseguiu acumular tanto patrimônio. A pergunta decisiva é outra: que tipo de sociedade estamos formando quando passamos a admirar mais quem detém ativos do que quem produz a riqueza real que sustenta esses ativos?
[COLUNA OPINIÃO] O primeiro trilionário e a ilusão da riqueza sem produção

15/06/2026 08:05

O feito de Musk é extraordinário e merece ser estudado. O que não merece ser aceito sem reflexão é a ideia de que o enriquecimento patrimonial, por si só, represente o ápice desejável de uma sociedade. Riqueza financeira importa. Capital importa. Mercado importa. Mas todos devem servir a uma finalidade maior: produzir desenvolvimento, inovação, autonomia estratégica e melhoria concreta da vida das pessoas. Talvez a pergunta mais importante diante do primeiro trilionário da história não seja como alguém conseguiu acumular tanto patrimônio. A pergunta decisiva é outra: que tipo de sociedade estamos formando quando passamos a admirar mais quem detém ativos do que quem produz a riqueza real que sustenta esses ativos?

  "Estamos entre os líderes nacionais na produção e exportação de melão e melancia, e somos referência em manga e mamão. Mas ainda perdemos competitividade por processos desnecessários. Por isso, pretendemos sair deste evento com protocolos simplificados, cronogramas e compromissos assinados — transformando entrave em solução e potencial em renda no campo", afirma Fábio Queiroga, presidente do Comitê de Fruticultura do Rio Grande do Norte - COEX-RN. Inscrições serão feitas online.
UFERSA reúne autoridades para discutir safra 2026 e o futuro da fruticultura no RN

05/06/2026 11:14

"Estamos entre os líderes nacionais na produção e exportação de melão e melancia, e somos referência em manga e mamão. Mas ainda perdemos competitividade por processos desnecessários. Por isso, pretendemos sair deste evento com protocolos simplificados, cronogramas e compromissos assinados — transformando entrave em solução e potencial em renda no campo", afirma Fábio Queiroga, presidente do Comitê de Fruticultura do Rio Grande do Norte - COEX-RN. Inscrições serão feitas online.

Classificação de facções como terroristas prejudica economia do Brasil

30/05/2026 20:14

O cientista político especialista em relações internacionais Francisco Carlos Teixeira da Silva contou à Agência Brasil que recebe, de empresas estrangeiras, questionários para responder sobre os níveis de segurança no Brasil. “Com a definição de país que abriga terrorismo internacional, esse grau de investimento vai sofrer um impacto muito grande. Bancos, indústrias vão ser impactadas, gerando desinvestimento, cessação de criação de empregos e perda em transferências de tecnologia”, afirmou o especialista.

  O vendedor Pablo Coelho, morador do Distrito Federal, trabalha em escala 6x1 no comércio popular de Taguatinga, na capital federal, e avalia que o fim do jornada representa a chance de recuperar tempo de vida hoje consumido pelo trabalho.
Fim da escala 6x1 pode beneficiar mais de 141,4 mil trabalhadores no Rio Grande do Norte

25/05/2026 15:45

Estado soma 331,7 mil pessoas já inseridas na jornada 5x2. Redução da carga semanal de 44 para 40 horas também alcançaria 432,9 mil trabalhadores potiguares


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