06 OUT 2026 | ATUALIZADO 17:23
POLÍCIA
06/10/2026 17:20
Atualizado
06/10/2026 17:30

Pernambucano vai a júri por cortar garganta de mulher e tentar contra a vída de outro

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O julgamento popular está agendado para começar ás 9 horas, no Fórum Municipal de Mossoró-RN. Antônio Pernambucano, como é mais conhecido o réu, primeiro comprou cervejas e bebeu com as vítimas. Em seguida, saiu do local e voltou pouco tempo depois com uma faca. Esfaqueou Francisco Arizomar Vieira, que sobreviveu, e cortou a garganta de Dirlene Caetano dos Santos, que morreu no local. Estes crimes aconteceram às 20 horas do dia 22 de dezembro de 2019, no Assentamento Campestre, em Governador Dix Sept Rosado-RN. O réu Antônio Pernambucano fugiu, foi preso cinco anos depois e será levado a Júri Popular nesta quarta-feira, dia 7 de outubro de 2026
Imagem 1 -  O julgamento popular está agendado para começar ás 9 horas, no Fórum Municipal de Mossoró-RN. Antônio Pernambucano, como é mais conhecido o réu, primeiro comprou cervejas e bebeu com as vítimas. Em seguida, saiu do local e voltou pouco tempo depois com uma faca. Esfaqueou Francisco Arizomar Vieira, que sobreviveu, e cortou a garganta de Dirlene Caetano dos Santos, que morreu no local. Estes crimes aconteceram às 20 horas do dia 22 de dezembro de 2019, no Assentamento Campestre, em Governador Dix Sept Rosado-RN. O réu Antônio Pernambucano fugiu, foi preso cinco anos depois e será levado a Júri Popular nesta quarta-feira, dia 7 de outubro de 2026
O julgamento popular está agendado para começar ás 9 horas, no Fórum Municipal de Mossoró-RN. Antônio Pernambucano, como é mais conhecido o réu, primeiro comprou cervejas e bebeu com as vítimas. Em seguida, saiu do local e voltou pouco tempo depois com uma faca. Esfaqueou Francisco Arizomar Vieira, que sobreviveu, e cortou a garganta de Dirlene Caetano dos Santos, que morreu no local. Estes crimes aconteceram às 20 horas do dia 22 de dezembro de 2019, no Assentamento Campestre, em Governador Dix Sept Rosado-RN. O réu Antônio Pernambucano fugiu, foi preso cinco anos depois e será levado a Júri Popular nesta quarta-feira, dia 7 de outubro de 2026

O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró se reúne nesta quarta-feira, dia 7 de outubro de 2026, para julgar o agricultor Antônio de Sousa Oliveira, de 58 anos, acusado de cortar o pescoço de Dirlene Caetano dos Santos e de tentar fazer o mesmo com Francisco Arizonar Vieira. Os crimes ocorreram por volta das 20h do dia 22 de dezembro de 2019, no Assentamento Campestre, na zona rural de Governador Dix-Sept Rosado (RN).

O julgamento tem início previsto para as 9h, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró (RN), sob a presidência do juiz José Ronivon Beija-Min de Lima. A acusação será sustentada pelo promotor de Justiça Italo Moreira Martins, enquanto a defesa ficará a cargo da advogada Melina Valença Maciel Paes Barreto.

O caso foi investigado pelo delegado Rafael Gomes Arraes de Alencar. De acordo com a peça acusatória do MPRN, o réu é conhecido como Antônio Pernambucano (natural de Surubim-PE). Ele foi preso no estado da Paraíba em 2025 e transferido para aguardar julgamento na Penitenciária Padrão Máxima, em Campina Grande (PB), encontrando-se atualmente recolhido na Central de Recebimento e Triagem de Parnamirim (RN).

A dinâmica do crime é narrada por Francisco Arizomar Vieira da Silva — marido de Dirlene Caetano dos Santos e sobrevivente ao ataque de Antônio Pernambucano.


Após a abertura dos trabalhos, o juiz presidente realizará o sorteio dos sete jurados que comporão o Conselho de Sentença. Em seguida, terá início a oitiva das testemunhas, com previsão do depoimento de Francisco Arizomar, que também foi intimado para prestar esclarecimentos sobre os fatos.

Posteriormente, o réu Antônio Pernambucano será qualificado e interrogado pelo juiz, pelo promotor e pela defesa, com a possibilidade de os jurados formularem perguntas por intermédio da presidência da sessão. Na fase seguinte, ocorrem os debates em plenário: o promotor Italo Moreira Martins disporá de até 90 minutos para expor os fatos e pleitear a condenação. Pelo mesmo período de 90 minutos, a advogada Melina Valença Maciel Paes Barreto apresentará os argumentos defensivos.

Encerrados os debates, o juiz presidente convocará os jurados para a Sala Secreta, onde decidirão sobre a condenação ou absolvição do réu. Em caso de condenação, o magistrado calculará a dosimetria da pena e fará a leitura da sentença em plenário, encerrando a sessão do Tribunal do Júri.

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