06 OUT 2026 | ATUALIZADO 08:54
POLÍTICA
Por: André Richter
06/10/2026 08:12
Atualizado
06/10/2026 08:12

TSE vai trabalhar para diminuir a abstenção no segundo turno

A+   A-  
O primeiro turno registrou um índice de abstenção de 21,08%, representando o pior patamar de ausências desde 1998 e superando os números da primeira etapa de 2022. Diante da ausência de 33,4 milhões de eleitores dentre os 158,7 milhões de cidadãos aptos, a Justiça Eleitoral planeja implementar novas estratégias logísticas e de comunicação para o segundo turno.
Imagem 1 -  O primeiro turno registrou um índice de abstenção de 21,08%, representando o pior patamar de ausências desde 1998 e superando os números da primeira etapa de 2022. Diante da ausência de 33,4 milhões de eleitores dentre os 158,7 milhões de cidadãos aptos, a Justiça Eleitoral planeja implementar novas estratégias logísticas e de comunicação para o segundo turno.
O primeiro turno registrou um índice de abstenção de 21,08%, representando o pior patamar de ausências desde 1998 e superando os números da primeira etapa de 2022. Diante da ausência de 33,4 milhões de eleitores dentre os 158,7 milhões de cidadãos aptos, a Justiça Eleitoral planeja implementar novas estratégias logísticas e de comunicação para o segundo turno.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que pretende trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno.   

De acordo com os dados do sistema de totalização de votos do TSE, o primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores. 

“Não é o ideal uma abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para que a gente consiga diminuir esse percentual no segundo turno”, afirmou. 

O primeiro turno também registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de nulos. 

O comparecimento de eleitores foi de 125 milhões. O eleitorado apto a votar foi de 158,7 milhões. 

Marca histórica

A abstenção registrada no primeiro turno é considerada a maior desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%.

Nas eleições presidenciais de 2022, o número de eleitores faltosos foi de 20,95% na primeira etapa do pleito. 

Notas

Tekton

Publicidades

Outras Notícias

Deixe seu comentário