28 MAI 2026 | ATUALIZADO 18:26
POLÍCIA
28/05/2026 17:41
Atualizado
28/05/2026 18:23

Juri condena assassino de Ariel a 7 anos e 8 meses de prisão, em Mossoró-RN

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Julgamento popular aconteceu nesta quinta-feira, 28, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly. Em defesa da sociedade, atuou o promotor de Justiça Eduardo Medeiros e do réu, a defensora pública Laylane de Deus Torquato Alencar de Andrade. Além deste crime, Wilson Filho responder por outros crimes, inclusive de homicídio em Mossoró.
Imagem 1 -  Julgamento popular aconteceu nesta quinta-feira, 28, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly. Em defesa da sociedade, atuou o promotor de Justiça Eduardo Medeiros e do réu, a defensora pública Laylane de Deus Torquato Alencar de Andrade. Além deste crime, Wilson Filho responder por outros crimes, inclusive de homicídio em Mossoró.
Julgamento popular aconteceu nesta quinta-feira, 28, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly. Em defesa da sociedade, atuou o promotor de Justiça Eduardo Medeiros e do réu, a defensora pública Laylane de Deus Torquato Alencar de Andrade. Além deste crime, Wilson Filho responder por outros crimes, inclusive de homicídio em Mossoró.
Foto: Pedro Cezar

A sociedade mossoroense condenou Wilson Mariano da Silva Filho, de 26 anos, a pena de 7 anos e 8 meses, pelo assassinato do tatuador Ariel Ribeiro Dantas de Lima (23), crime este ocorrido no dia 7 de fevereiro de 2023, no bairro Boa Vista, em Mossoró-RN.

O Tribunal do Júri Popular, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, começou às 9 horas. Após oitiva das testemunhas, o réu prestou depoimento.

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Após o depoimento, o promotor de Justiça Eduardo Medeiros Cavalcante pediu a condenação do réu por homicídio qualificado. Especificando que a motivação foi fútil e colocou em risco a vida de uma mulher que estava com a vítima Ariel Ribeiro.

A defesa, patrocinada pela defensora pública Leylane de Deus Torquato Alencar de Andrade, alegou que Wilson Filho matou Ariel Ribeiro por em legítima defesa, explicando que o réu teria sido vítima de um atentado que a vítima figurava como suspeito.

Ao final dos trabalhos, o Conselho de Sentença optou pela condenação de 7 anos e oito meses de prisão. Na havendo outro crime pelo qual fique preso, o réu Wilson Filho pode cumprir a sentença deste crime em regime semiaberto.


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