26 MAR 2026 | ATUALIZADO 00:53
ESTADO
25/03/2026 18:03
Atualizado
25/03/2026 18:03

Mineradora anuncia investimento de R$ 2,5 na mineração de ferro no RN

O Rio Grande do Norte deve receber R$ 2,5 bilhões em investimentos na mineração de ferro até 2028, por meio do Projeto Ferro Potiguar, da empresa Fomento do Brasil. A iniciativa, considerada estratégica, pode gerar cerca de 4,5 mil empregos e prevê a qualificação de 2 mil profissionais. Parte da produção será exportada, e há planos de industrializar o aço no estado com uso de energia verde. O projeto também inclui investimentos no Porto de Natal, fortalecendo a logística e impulsionando o desenvolvimento econômico regional.
O Rio Grande do Norte deve receber R$ 2,5 bilhões em investimentos na mineração de ferro até 2028, por meio do Projeto Ferro Potiguar, da empresa Fomento do Brasil. A iniciativa, considerada estratégica, pode gerar cerca de 4,5 mil empregos e prevê a qualificação de 2 mil profissionais. Parte da produção será exportada, e há planos de industrializar o aço no estado com uso de energia verde. O projeto também inclui investimentos no Porto de Natal, fortalecendo a logística e impulsionando o desenvolvimento econômico regional.

O Rio Grande do Norte recebe até 2028 R$ 2,5 bilhões em investimentos na mineração de ferro pela empresa Fomento do Brasil.

O Projeto Ferro Potiguar encontra-se em fase de tramitação administrativa e é considerado estratégico para o desenvolvimento econômico do estado.

“Queremos o desenvolvimento que inclua, dialogue com a sociedade e a população local. Um mega investimento como este precisa observar a sustentabilidade e as compensações ambientais e sociais para assegurar responsabilidade e justiça social”, afirmou a governadora Fátima Bezerra ao receber nesta quarta-feira (25) os diretores da Fomento do Brasil Renato Gomes – CEO, Cláudio Alves – Country Manager, Alan Jones – Head de Portos e Operações Logísticas e Eliza Nogueira, advogada e analista.

O CEO da Fomento do Brasil destacou que a empresa trabalha há oito anos no projeto e que pretende formar 2 mil profissionais, em parceria com o IERN, para atuar no empreendimento que deverá gerar 4,5 mil empregos diretos e indiretos na fase de implantação. A empresa também estuda a possibilidade de industrializar o aço no RN, utilizando energia verde, para exportar com maior valor agregado. Inicialmente a produção será exportada para a China, Estados Unidos, Itália e países do Oriente Médio.

No âmbito portuário, a empresa venceu, em fevereiro de 2026, o leilão para operação do Pátio Norte do Porto de Natal. A área será destinada principalmente ao escoamento de minério de ferro, reforçando o papel estratégico do porto na cadeia logística mineral. O investimento da empresa será R$ 55 milhões ao longo de 15 anos.

Paulo Henrique, diretor da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) disse que “a reforma e adequação vão permitir que o minério de ferro saia do RN pelo Porto de Natal, o que vai quadruplicar o movimento no porto”. O secretário interino do Desenvolvimento Econômico Hugo Fonseca avaliou que “estamos saindo do garimpo para a industrialização que agrega valor e gera mais empregos, renda e arrecadação”.

Na reunião com os dirigentes da Fomento também participaram a secretária de Estado do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Íris Oliveira, adjunto do GAC Ivanilson Maia, diretor presidente e diretor técnico do Idema, Werner Farkatt e Thales Dantas, respectivamente, além do representante do Incra/MDA, Frederico Kramer.

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