24 JUN 2026 | ATUALIZADO 15:02

COLUNA ESPLANADA

  A rejeição ao nome do jovem advogado Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) foi amparada em dois duros recados do Senado: aos Poderes Executivo e Legislativo. Ao fim da noite, o presidente Lula da Silva entendeu que não adianta empurrar um nome sem debater com os senadores, que, constitucionalmente, dão a palavra final. Na outra ponta, o Senado mostrou à composição atual do STF que nenhum ministro mais está seguro na poltrona. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Dois duros recados do Senado: aos Poderes Executivo e Legislativo

01/05/2026 00:16

A rejeição ao nome do jovem advogado Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) foi amparada em dois duros recados do Senado: aos Poderes Executivo e Legislativo. Ao fim da noite, o presidente Lula da Silva entendeu que não adianta empurrar um nome sem debater com os senadores, que, constitucionalmente, dão a palavra final. Na outra ponta, o Senado mostrou à composição atual do STF que nenhum ministro mais está seguro na poltrona. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  Que o brasileiro se cuide, porque atualmente está perigoso até você olhar com cara feia para qualquer autoridade – ou dependentes de autoridades – deste Governo. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar e punir quem vazou as imagens de dona Janja da Silva, a primeira-dama do País, num elevador de um edifício residencial no Rio de Janeiro. Mês passado, Janja visitou o prédio no bairro Flamengo com uma amiga, onde há um apartamento à venda por quase R$ 2 milhões. Não há nada, por ora, que ligue a primeira-dama ao negócio, mas a foto dela com seguranças e uma vizinha no elevador causa uma confusão no residencial e uma caça às bruxas. Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] PF investiga quem vazou fotos de Janja em elevador no Rio

30/04/2026 08:30

Que o brasileiro se cuide, porque atualmente está perigoso até você olhar com cara feia para qualquer autoridade – ou dependentes de autoridades – deste Governo. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar e punir quem vazou as imagens de dona Janja da Silva, a primeira-dama do País, num elevador de um edifício residencial no Rio de Janeiro. Mês passado, Janja visitou o prédio no bairro Flamengo com uma amiga, onde há um apartamento à venda por quase R$ 2 milhões. Não há nada, por ora, que ligue a primeira-dama ao negócio, mas a foto dela com seguranças e uma vizinha no elevador causa uma confusão no residencial e uma caça às bruxas. Mais, na COLUNA ESPLANADA

  Hoje é o Dia B, de “Bessias” para o advogado e ex-AGU Jorge Messias, o apadrinhado de Dilma Rousseff, que fez questão de viajar da China ao Brasil para acompanhar sua sabatina no Senado. A expectativa no Palácio do Planalto é que, após meses de lobby, ele seja aprovado no plenário do Senado com uma vantagem de 10 votos. Mas nem tudo está garantido, não. Até ontem, pelo menos 30 senadores estavam “indecisos”. O senador Hamilton Mourão (Rep-RS), ex-vice presidente da República, decidiu subir o tom na CCJ. Em vez do tradicional bate-bola de perguntas e respostas, Mourão fará um pronunciamento, sem abrir espaço para réplica do indicado do presidente Lula da Silva. A manobra é protesto deliberado contra o que a oposição chama de “rolo compressor” do Palácio. Mourão vai citar a falta de “notável saber jurídico” de Messias e o cordão umbilical político que o liga ao presidente, o que fere a independência do STF. Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Nome de Messias para o STF deve ser aprovado, mesmo com o protesto de Mourão

29/04/2026 07:13

Hoje é o Dia B, de “Bessias” para o advogado e ex-AGU Jorge Messias, o apadrinhado de Dilma Rousseff, que fez questão de viajar da China ao Brasil para acompanhar sua sabatina no Senado. A expectativa no Palácio do Planalto é que, após meses de lobby, ele seja aprovado no plenário do Senado com uma vantagem de 10 votos. Mas nem tudo está garantido, não. Até ontem, pelo menos 30 senadores estavam “indecisos”. O senador Hamilton Mourão (Rep-RS), ex-vice presidente da República, decidiu subir o tom na CCJ. Em vez do tradicional bate-bola de perguntas e respostas, Mourão fará um pronunciamento, sem abrir espaço para réplica do indicado do presidente Lula da Silva. A manobra é protesto deliberado contra o que a oposição chama de “rolo compressor” do Palácio. Mourão vai citar a falta de “notável saber jurídico” de Messias e o cordão umbilical político que o liga ao presidente, o que fere a independência do STF. Mais, na COLUNA ESPLANADA

  Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se articularam e, direto do Cafezinho da sala da toga das quintas-feiras, escalaram o decano Gilmar Mendes para ser o porta-voz em defesa da alta Corte do Brasil, diante de ataques sofridos de todos os lados. O 1º contra-ataque será na medida de Poderes. Gilmar mirou o Congresso Nacional – de onde saem tentativas de facilitar impeachment dos juízes e ideias de mandatos fixos para o Supremo, a exemplo de outros países. Em entrevista ontem à “Rádio BandNews Brasília”, o decano foi direto ao ponto na reciprocidade da cobrança: disse que o Brasil precisa de uma reforma de Estado, não apenas do Judiciário.
[COLUNA ESPLANADA] O porta voz escolhido no cafezinho da sala da toga

28/04/2026 07:05

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se articularam e, direto do Cafezinho da sala da toga das quintas-feiras, escalaram o decano Gilmar Mendes para ser o porta-voz em defesa da alta Corte do Brasil, diante de ataques sofridos de todos os lados. O 1º contra-ataque será na medida de Poderes. Gilmar mirou o Congresso Nacional – de onde saem tentativas de facilitar impeachment dos juízes e ideias de mandatos fixos para o Supremo, a exemplo de outros países. Em entrevista ontem à “Rádio BandNews Brasília”, o decano foi direto ao ponto na reciprocidade da cobrança: disse que o Brasil precisa de uma reforma de Estado, não apenas do Judiciário.

   O que não se pode negar é que o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e governador interino, se esforça para manter a ordem no Estado, embora esteja longe de representar o cenário ideal do Executivo: interface com secretários, acompanhamento de programas e obras, diálogo com prefeitos etc. A Coluna provocou para saber se ele tem projeto eleitoral quando pendurar a toga: Zero! Nulo, nada! Fato é que Couto está apenas cumprindo a missão constitucional no vácuo do Poder enquanto a ALERJ não se resolve, e enquanto o STF ainda não norteia quem vai mandar até dezembro. Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] O xerife do Judiciário tomou gostinho pela poltrona do Palácio Guanabara

24/04/2026 06:23

O que não se pode negar é que o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e governador interino, se esforça para manter a ordem no Estado, embora esteja longe de representar o cenário ideal do Executivo: interface com secretários, acompanhamento de programas e obras, diálogo com prefeitos etc. A Coluna provocou para saber se ele tem projeto eleitoral quando pendurar a toga: Zero! Nulo, nada! Fato é que Couto está apenas cumprindo a missão constitucional no vácuo do Poder enquanto a ALERJ não se resolve, e enquanto o STF ainda não norteia quem vai mandar até dezembro. Mais, na COLUNA ESPLANADA


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