03 SET 2026 | ATUALIZADO 09:34
POLÍTICA
03/09/2026 09:16
Atualizado
03/09/2026 09:26

Allyson Bezerra mostra propostas e expõe processos dos adversários Álvaro e Cadu

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O candidato a governador Allyson Bezerra mudou de estratégia para o debate realizado pela FM 98 na noite desta quarta-feira, 2, com os demais candidatos a governador. Foi preparado para debater propostas e também sobre investigações da Polícia Federal, expondo a detenção de Álvaro Dias no Aeroporto em 2023, e os processos que a gestão dele como prefeito de Natal responde por desvios de recursos públicos, assim como a gestão Fátima Bezerra, do PT, que até poucos dias o candidato Cadu Xavier fazia parte.
Imagem 1 -  O candidato a governador Allyson Bezerra mudou de estratégia para o debate realizado pela FM 98 na noite desta quarta-feira, 2, com os demais candidatos a governador. Foi preparado para debater propostas e também sobre investigações da Polícia Federal, expondo a detenção de Álvaro Dias no Aeroporto em 2023, e os processos que a gestão dele como prefeito de Natal responde por desvios de recursos públicos, assim como a gestão Fátima Bezerra, do PT, que até poucos dias o candidato Cadu Xavier fazia parte.
O candidato a governador Allyson Bezerra mudou de estratégia para o debate realizado pela FM 98 na noite desta quarta-feira, 2, com os demais candidatos a governador. Foi preparado para debater propostas e também sobre investigações da Polícia Federal, expondo a detenção de Álvaro Dias no Aeroporto em 2023, e os processos que a gestão dele como prefeito de Natal responde por desvios de recursos públicos, assim como a gestão Fátima Bezerra, do PT, que até poucos dias o candidato Cadu Xavier fazia parte.
Reprodução Youtube

Sabendo que seria "fuzilado" por todos os lados, o candidato a governador Allyson Bezerra levou duas pastas para cada adversário no debate realizado pela FM 98, na noite desta quarta-feira, dia 2 de setembro de 2026, no Auditório do CREA. Em uma pasta, a mais robusta, propostas para organizar as finanças do estado, para estruturar os serviços de saúde, educação e melhorar a logística no Rio Grande do Norte e tornar o Estado menos hostil ao empreendedor que gera empregos e renda.

Na educação, Allyson propôs a criação do Pix PAE RN — Programa de Apoio ao Estudante, com uma bolsa mensal de R$ 200 para alunos de baixa renda da rede estadual. O benefício estará vinculado à matrícula, à frequência e à permanência do estudante na escola, ajudando a combater o abandono escolar. Ele observou que assim, conseguiu elevar o IDEB de Mossoró ao patamar estabelecimento do Ministério da Educação, ficando muito acima da avaliação do IDEB nas escolas municipais de Natal.

O candidato também assumiu o compromisso de investir na valorização dos professores, na climatização das salas de aula e na entrega de fardamento, tênis e material escolar completo. Outra proposta é criar um programa de intercâmbio internacional para estudantes da rede estadual. Programas semelhantes, o candidato fez quando prefeito de Mossoró.

Na saúde, Allyson defendeu o fortalecimento da atenção básica, a ampliação das consultas com especialistas e a realização de mutirões para reduzir as filas de cirurgias eletivas. A proposta é garantir atendimento mais rápido e resolutivo à população. Ao MH, o candidato afirmou que vai fortalezar os hospitais regionais, para reduzir as demandas excessivas nos hospitais Walfredo Gurgel, em Natal, e Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

Para gerar emprego e renda, Allyson apresentou o Destrava RN. O programa pretende reduzir a burocracia, acelerar a liberação de licenças com o direcionamento do IDEMA para grandes empreendimentos e o licenciamento menores para as prefeituras municipais, como já ocorre em algumas cidades do RN, e criar um ambiente favorável à instalação de empresas e indústrias. A proposta prevê um grande mutirão de licenciamento a partir de janeiro de 2027.

Os processos de empreendimentos menores, como panificadoras, padarias e farmácias, poderão ser descentralizados para municípios e consórcios municipais. Com isso, o Idema poderá concentrar sua atuação em projetos estratégicos relacionados a petróleo, gás natural, mineração, energias renováveis, hotéis e resorts.

Na mobilidade urbana, Allyson confirmou a proposta de construir a terceira ponte de Natal. O projeto prevê a integração das principais avenidas da Zona Norte, incluindo a avenida Moema Tinoco e a avenida das Fronteiras, além da conexão com as pontes de Igapó e Newton Navarro.

“Queremos um Rio Grande do Norte que tenha agilidade para atrair investimentos, gerar empregos e cuidar das pessoas. Já mostramos que sabemos transformar propostas em resultados e vamos fazer isso também no Governo do Estado”, afirmou Allyson.

Na pasta 2, o candidato Allyson Bezerra chegou ao debate com um calhamaço denúncias graves (processos instituídos) contra os candidatos Cadu Xavier, do PT, e, principalmente contra o candidato Alvaro Dias, do PL. 


Álvaro Dias tenta embarcar armado no Aeroporto de Natal e é detido pela PF

Como prefeito, o candidato Álvaro Dias começou o debate dizendo que nunca havia sido visitado pela Policia Federal e que tinha as mãos limpas, passando a acusar Allyson Bezerra de ter desviado recursos da Saúde em Mossoró, conforme mostrado pela investigação da PF na operação Mederi. Allyson Bezerra rebateu, dizendo que encarou a situação de frente, que não se escondeu em nada, que esclareceu todos os pontos e está aberto para mais esclarecimentos e que isto é comportamento de quem não deve e, portanto, não teme. Na sua vez, puxou documentos da PASTA 2 que levou ao debate, mostrando, com um processo na mão, que Alvaro Dias foi detido pela Polícia Federal, por tentar embarcar para Brasília, com uma arma de fogo municiada e que só não foi autuado em flagrante porque mentiu para os policiais federais dizendo que tinha porte e o registro da arma. 

A Polícia Federal indiciou o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias pelo porte ilegal de uma arma de fogo. A investigação teve início depois que um revólver calibre 38, municiado com cinco cartuchos, foi encontrado na bagagem de mão do então prefeito durante uma inspeção no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. A informação foi abafada na época e apenas agora veio à tona durante o debate nesta quarta-feira. 

O candidato Alvaro Dias começou negando ter sido detido, chamando Allyson Bezerra de Mentiroso. Allyson exibiu o processo na íntegra, do começo ao final, fazendo Alvaro Dias admitir que realmente havia sido detido com a arma de fogo e que não foi preso porque mentiu para policiais federais dizendo que tinha o porte e os documentos da arma.

O episódio ocorreu em 26 de setembro de 2023, quando Álvaro se preparava para embarcar em um voo de Natal para Brasília. De acordo com os autos, a arma foi identificada no equipamento de raio-X e não havia sido previamente informada para despacho no sistema da Polícia Federal.

Álvaro Dias foi autorizado a seguir viagem, enquanto o revólver permaneceu retido para averiguação. Posteriormente, consultas realizadas pela PF apontaram que Álvaro, então Prefeito mentiu e que a arma não possuía cadastro nos sistemas Sinarm e Sigma. A investigação também concluiu que Álvaro não tinha autorização excepcional para portar arma de fogo.

Em depoimento, o ex-prefeito confirmou que transportava o revólver, mas afirmou que a arma havia permanecido por esquecimento dentro da maleta. Álvaro também reconheceu não possuir a documentação da arma.

Um laudo pericial produzido pela Polícia Federal concluiu que o revólver estava em condições de realizar disparos. A corporação considerou que havia elementos de materialidade e indícios de autoria suficientes para o indiciamento pelo crime previsto no artigo 14 do Estatuto do Desarmamento.


Durante o interrogatório, Álvaro manifestou interesse em celebrar um eventual Acordo de Não Persecução Penal.

O candidato Allyson Bezerra, novamente atacado por Alvaro Dias, respondeu mostrando mais documentos onde revela o escândalo do “trem da alegria”, de quando Álvaro presidiu a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e empregou a família, o custando aos cofres públicos todo mês quase meio milhão de reais.

A conta do "Trem da Alegria": Esquema criado por Álvaro Dias custa R$ 5,2 milhões anuais aos cofres da ALRN

Uma sangria mensal de R$ 437.811,09 brutos sai dos cofres da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) para custear o pagamento de Álvaro Dias, ex-presidente da Casa, de seu núcleo familiar e de colaboradores próximos. O levantamento, baseado em dados do Portal da Transparência da ALRN referentes à competência de julho de 2026, expõe o impacto financeiro anual superior a R$ 5,2 milhões decorrente de uma estrutura montada entre 1997 e 2003. Na época, Álvaro Dias esteve no comando do Legislativo potiguar e assinou a efetivação sem concurso público de 193 pessoas.

Batizada de "Trem da Alegria" pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a manobra serviu para cooptar bases aliadas e garantir a estabilidade financeira do ex-presidente e de seu círculo íntimo no serviço público. O método empregado para burlar a Constituição de 1988 envolveu a aplicação de "atos secretos", cujas portarias e decretos de enquadramento foram veiculados em edições paralelas do Diário Oficial da ALRN, sem transparência ou distribuição pública. Foi por esse duto subterrâneo que parentes diretos e aliados garantiram remunerações de topo de carreira.

A análise dos contracheques apurados no Portal da Transparência detalha como os valores brutos e líquidos são distribuídos entre os beneficiários do grupo. O próprio Álvaro Costa Dias recebe R$ 37.543,78 brutos (R$ 25.002,52 líquidos) no cargo de Assessor Técnico Administrativo. Na lista de dependentes do arranjo figuram seus irmãos Humberto Costa Dias, com vencimentos brutos de R$ 50.398,85 (R$ 29.331,77 líquidos) como Assessor Técnico, e Anselmo Costa Dias, que recebe R$ 45.131,22 brutos (R$ 30.059,08 líquidos) como Assessor Técnico Administrativo.

A lista estende-se a outros familiares e pessoas próximas. A ex-esposa de Álvaro Dias, Rosane Teixeira de Carvalho, percebe R$ 36.068,90 brutos (R$ 24.944,97 líquidos) na função de Assessora Técnica Administrativa. Seu primo Sérgio Augusto Dias Florêncio atua como Procurador da ALRN com rendimento bruto de R$ 43.995,51 (R$ 29.803,22 líquidos), enquanto a prima Noya Maria Dias Florêncio recebe R$ 24.184,54 brutos (R$ 17.183,80 líquidos) no cargo de Analista Legislativo.

O grupo familiar engloba ainda Silvana Medeiros Gurgel Dias, que recebe R$ 35.809,97 brutos (R$ 24.787,28 líquidos); Leila Medeiros Brandão Florêncio, esposa de primo, com R$ 43.836,61 brutos (R$ 38.186,45 líquidos); e Regina Maria de Araújo Dias, esposa de tio, com R$ 36.068,90 brutos (R$ 24.944,97 líquidos), todas enquadradas como Assessoras Técnicas Administrativas. Completam o grupo de pagamentos o ex-secretário pessoal Lúcio de Medeiros Dantas Júnior, com R$ 34.695,62 brutos (R$ 23.320,13 líquidos) no cargo de Assessor Técnico Administrativo, e o ex-assessor Pacífico José Dantas Fernandes, que recebe R$ 50.077,19 brutos (R$ 29.279,63 líquidos) como Assessor Técnico.

A ilegalidade do esquema provocou o ajuizamento de 21 ações civis públicas pelo Ministério Público potiguar, escalando a disputa até a Suprema Corte. Na Reclamação Constitucional nº 26.774/RN, sob relatoria do Ministro Flávio Dino, o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou formalmente todos os atos administrativos que concederam a estabilidade sem concurso prévio, com base na Súmula Vinculante nº 43.

Contudo, o trâmite processual ao longo de duas décadas permitiu que a maioria dos beneficiados migrasse para a inatividade, esvaziando a eficácia financeira imediata da decisão da Suprema Corte. Hoje, enquanto a ALRN enfrenta cobranças para regularizar seu quadro funcional por meio de novos concursos públicos, os cofres estaduais seguem arcando com proventos e aposentadorias declarados inconstitucionais na origem, mantendo Álvaro Dias no duplo papel de criador da norma e beneficiário do contracheque.


Ação na Justiça Federal apura prejuízo de R$ 1,43 milhão em compra de respiradores na gestão Álvaro Dias

O candidato Álvaro Dias, demonstrando nervosismo, continuou fazer acusações graves, sem provas, contra Allyson Bezerra, que por sua vez, novamente, respondeu com outro processo, em mãos, expondo a Ação da Justiça que apura prejuízo de 1,4 milhão na compra de respiradores pelo então ex-prefeito de Natal e hoje candidato a governador Álvaro Dias.

Relatório da CGU e inquérito da Polícia Federal fundamentam denúncia do MPF sobre superfaturamento, uso de equipamentos antigos e fraude em licitação no Hospital de Campanha de Natal.

O processo decorrente da Operação Rebotalho, que apura irregularidades na aquisição de ventiladores pulmonares para o Hospital de Campanha de Natal durante a pandemia de Covid-19, segue com a ação penal na Justiça Federal do Rio Grande do Norte. A apuração da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União aponta um dano estimado em R$ 1,43 milhão aos cofres públicos municipais durante a gestão do ex-prefeito Álvaro Dias.

De acordo com laudos da CGU, os 20 equipamentos adquiridos pela Secretaria Municipal de Saúde eram usados, alguns com até 15 anos de fabricação, e foram pagos por valores mais de 100% superiores ao preço de mercado de aparelhos novos.

O processo de dispensa de licitação que originou o Contrato nº 129/2020, firmado com a empresa Spectrum Medic Comércio e Serviços Ltda., apresentou fraudes documentais. A auditoria identificou que três das quatro cotações utilizadas para balizar os preços continham irregularidades: uma empresa negou ter enviado proposta e outra recebeu a solicitação sem especificações técnicas do material. Dados do Portal da Transparência confirmam que a Prefeitura de Natal empenhou R$ 2,16 milhões para o contrato, efetuando dois pagamentos de R$ 1,08 milhão em meados de 2020.

A conclusão do inquérito policial e das auditorias resultou no oferecimento de denúncia pelo Ministério Público Federal (MPF), dando origem à Ação Penal nº 0808458-79.2021.4.05.8400. Respondem ao processo o ex-secretário adjunto de Saúde, Vinícius Capuxu de Medeiros, e o empresário Wender de Sá, acusados dos crimes de peculato e dispensa ilegal de licitação. Em paralelo, o MPF move ação por improbidade administrativa para reaver os recursos do erário.


Cadu foi desafiado a explicar Operação Lectus e sobre o aumento do próprio salário durante a pandemia

Assim como Álvaro Dias, o candidato Cadu Xavier também foi ao debate preparado para explorar ao máximo a Operação Mederi, da Policia Federal, que investiga suposto desvios de recursos da Saúde em Mossoró, na época que Allyson Bezerra era prefeito. Allyson, sobre isto, disse que tornou tudo claro, que há sete meses explica cada ponto de forma clara e objetiva e puxou a pasta 2 que levou ao debate e cobrou de Cadu Xavier explicações sobre o fato dele ter aumentado o próprio salário durante a pandemia e sobre a operação Lectus, da Policia Federal. 

Operação Lectus: Polícia Federal investigou Governo Fátima sobre contratos de R$ 13,5 milhões da saúde

Contratos milionários firmados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) para a implantação de leitos de UTI durante a pandemia da Covid-19 foram alvo de uma operação conjunta da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União e da Receita Federal.

A Operação Lectus foi deflagrada em 25 de agosto de 2021. Na ocasião, os investigadores cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Sesap. Duas servidoras da secretaria também foram afastadas cautelarmente das funções.

A investigação analisou dois contratos que somavam R$ 13,5 milhões e previam a implantação de 50 leitos de terapia intensiva: dez no Hospital Central Coronel Pedro Germano, conhecido como Hospital da Polícia Militar, e 40 no Hospital Dr. João Machado, ambos em Natal. Segundo a CGU, o possível prejuízo aos cofres públicos poderia chegar a R$ 4 milhões. 

De acordo com os investigadores, a empresa contratada não teria experiência comprovada na implantação de UTIs nem estrutura econômica, financeira e técnica compatível com os serviços. A apuração também apontou que a contratada utilizava equipamentos e materiais pertencentes à própria Sesap e não teria disponibilizado todos os profissionais previstos nos contratos.

A Polícia Federal ainda investigou a possível atuação de agentes públicos para facilitar a contratação e manter os pagamentos, mesmo diante de supostas falhas na execução dos serviços. Os fatos eram apurados sob suspeita de fraude em dispensa de licitação, peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Após o afastamento cautelar, a então secretária-adjunta da Saúde, Maura Vanessa Sobreira, e a então coordenadora de Atenção à Saúde, Gilsandra de Lira Fernandes, foram exoneradas pelo Governo do Estado em 3 de setembro de 2021.


Allyson desafiou Cadu a explicar operação da PF no Governo Fátima, do PT

Em um dos momentos mais marcantes do debate promovido pela Rádio 98 FM e Crea-RN nesta quarta-feira (2), o candidato Allyson Bezerra (União Brasil) apontou diretamente para a câmera e enquadrou Cadu de Lula (PT) com um desafio duplo e contundente. Olhando fixamente para o adversário, Allyson questionou se o candidato governista tinha "coragem de ir àquela câmera e dizer por que a Polícia Federal bateu na porta do Governo do Estado para fazer uma investigação", referindo-se à Operação Lectus, que apurou suspeitas de corrupção e desvios de R$ 13,5 milhões na Saúde durante a pandemia de Covid-19.

Sem dar margem para esquivas, Allyson subiu o tom e lançou o segundo desafio ao vivo: "Se você aceitar esse desafio, você tem coragem de devolver o dinheiro que foi aumentado durante a pandemia do seu salário? Você aceita esse desafio aqui agora?". A cobrança direta escancarou a falta de respostas de Cadu sobre os escândalos de gestão e o aumento salarial concedido em pleno período de crise sanitária, consagrando a postura firme e combativa de Allyson no confronto.

A Operação Lectus foi uma ação conjunta da Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Receita Federal deflagrada em agosto de 2021 para apurar fraudes, desvios de recursos, peculato e lavagem de dinheiro em contratos de R$ 13,5 milhões da Secretaria de Saúde do RN (Sesap). A investigação mirou irregularidades na contratação emergencial de empresa sem capacidade técnica para a montagem de leitos de UTI durante a pandemia de Covid-19, apontando um prejuízo de cerca de R$ 4 milhões aos cofres públicos e resultando na exoneração de dirigentes da pasta.


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