26 MAI 2026 | ATUALIZADO 08:39
NACIONAL
26/05/2026 08:39
Atualizado
26/05/2026 08:39

Cláudio Castro (PL) é alvo de operação da PF pela segunda vez em dez dias

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O ex-governador Cláudio Castro foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal nesta terça-feira. A ação integra a oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. A PF apura o desvio de R$ 3 bilhões do fundo Rioprevidência em aplicações financeiras suspeitas. Esta é a segunda operação da PF que atinge o político em um intervalo de dez dias.
Imagem 1 -  O ex-governador Cláudio Castro foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal nesta terça-feira. A ação integra a oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. A PF apura o desvio de R$ 3 bilhões do fundo Rioprevidência em aplicações financeiras suspeitas. Esta é a segunda operação da PF que atinge o político em um intervalo de dez dias.
O ex-governador Cláudio Castro foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal nesta terça-feira. A ação integra a oitava fase da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master. A PF apura o desvio de R$ 3 bilhões do fundo Rioprevidência em aplicações financeiras suspeitas. Esta é a segunda operação da PF que atinge o político em um intervalo de dez dias.
Foto: Tania Rego/ Agência Brasil

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) foi alvo, pela segunda vez em dez dias, de uma operação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira (26). Os agentes cumprem um mandado de busca e apreensão na casa do político na capital fluminense, em uma investigação sobre crimes financeiros envolvendo o Banco Master.

A ação faz parte da oitava fase da Operação Compliance Zero, que apura a possível prática de crimes financeiros no âmbito do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

Na ação de hoje, policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Rio de Janeiro/RJ e em Brasília/DF.

A investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel, que identificou aportes suspeitos do Rioprevidência em letras financeiras de banco privado que totalizaram cerca de R$ 970 milhões, entre outubro de 2023 e julho de 2024.

Nesta fase, investiga-se aplicações de R$ 2,01 bilhões, a partir de julho de 2024, em fundos de investimentos do mesmo banco, totalizando cerca de R$ 3 bilhões transferidos do Rioprevidência.

Esta é a segunda vez que a Polícia Federal bate na porta do ex-governador, no dia 15 de maio, agentes cumpriram na casa dele um mandado de busca na Operação Sem Refino, contra supostas fraudes fiscais na Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos.

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