03 FEV 2026 | ATUALIZADO 16:13
POLÍCIA
03/02/2026 15:47
Atualizado
03/02/2026 16:32

Acusado de matar a mando de facção pega 15 anos de prisão em Mossoró-RN

Tribunal do Júri Popular aconteceu nesta terça-feira, 3, no Forum Municipal de Mossoró, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly. Na acusação, o promotor de Justiça Armando Lúcio. Na defesa, o advogado Sergimar Oliveira. O réu Rairon Wanderson foi denunciado de matar Magdiel Ferreira, no dia 27 de março de 2024, numa emboscada, a manda de uma facção, a qual a vítima devia R$ 30 mil. Réu inicia pena em regime fechado.
Tribunal do Júri Popular aconteceu nesta terça-feira, 3, no Forum Municipal de Mossoró, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly. Na acusação, o promotor de Justiça Armando Lúcio. Na defesa, o advogado Sergimar Oliveira. O réu Rairon Wanderson foi denunciado de matar Magdiel Ferreira, no dia 27 de março de 2024, numa emboscada, a manda de uma facção, a qual a vítima devia R$ 30 mil. Réu inicia pena em regime fechado.
Foto: Pádua Junior

O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró-RN decidiu pela condenação do réu Rairon Wanderson Ferreira de Sousa, de 27 anos, a 15 anos, 7 meses e 15 dias de prisão, em regime fechado.

O juri realizado nesta terça-feira, 3 de fevereiro, abriu o calendário de sessões do Tribunal do Júri Popular em 2026. Rairon foi condenado pelo assassinato de Magdiel Ferreira de Freitas, crime ocorrido em Mossoró-RN.

O crime aconteceu no dia 27 de março de 2024, por volta das 20h30, no bairro Barrocas. Conforme as investigações, Rairon teria contado com o apoio de Érico Vinícius Dantas do Nascimento, conhecido como “Balaclava”, também de 27 anos.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Rairon e Érico armaram uma emboscada e executaram a vítima. Magdiel Ferreira, que à época cumpria pena por um homicídio cometido na cidade de Angicos, foi atraído até o local sob o pretexto de uma conversa.

Ainda conforme o MPRN, a motivação do crime não teria relação com o homicídio anterior cometido pela vítima, mas sim com uma dívida no valor de R$ 30 mil que Magdiel teria com uma facção criminosa. Esse teria sido o motivo para Raíron e Érico matá-lo.

Os trabalhos do Tribunal do Júri, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, tiveram início por volta das 9h, com o sorteio dos jurados. Durante a sessão, o promotor Armando Lúcio Ribeiro sustentou a acusação por homicídio qualificado, destacando que a vítima foi morta em uma emboscada.

No caso, os assassinos ligaram para a vítima, marcaram um encontro em sua residência e, ao chegarem ao local, efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Os advogados Sergimar Oliveira e Francisco Galdino, da defesa, defenderam tese de negativa de autoria e, no caso de não dá certo, pediram para reconhecer a tese de menor participação. As provas no processo, especialmente provas técnicas, eram robustas.

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