20 JUN 2026 | ATUALIZADO 20:57

NACIONAL

  [COLUNA ESPLANADA] Mais uma artimanha de Mohamad Houssein Mourad, o dono da formuladora de combustíveis Copape, amplamente citada aqui por irregularidades em várias frentes. Ele se coloca como vítima no processo de cassação, pela Agência Nacional de Petróleo, da autorização de sua empresa de produzir gasolina. Tem ainda a coragem de dizer que essa proibição fez com que o preço da gasolina subisse em São Paulo. Mas propositalmente, ele se esqueceu de contar que acabou de ter condenação transitada em julgado por vender combustível em quantidade menor do que aparecia na bomba. Segundo a sentença, os postos de Mohamad cobravam o litro de gasolina, mas a bomba só entregava 0.840 mililitros, com chips eletrônicos fraudulentos nas máquinas. O consumidor nem percebia. Conforme a legislação de São Paulo, essa condenação judicial cassa todas as inscrições no mercado de operação das empresas de Mohamad no setor. Estamos de olho na Secretaria de Fazenda.
[COLUNA ESPLANADA] Dono da Copape se coloca como vítima em processo de cassação pela ANP

26/11/2024 10:48

Mais uma artimanha de Mohamad Houssein Mourad, o dono da formuladora de combustíveis Copape, amplamente citada aqui por irregularidades em várias frentes. Ele se coloca como vítima no processo de cassação, pela Agência Nacional de Petróleo, da autorização de sua empresa de produzir gasolina. Tem ainda a coragem de dizer que essa proibição fez com que o preço da gasolina subisse em São Paulo. Mas propositalmente, ele se esqueceu de contar que acabou de ter condenação transitada em julgado por vender combustível em quantidade menor do que aparecia na bomba. Segundo a sentença, os postos de Mohamad cobravam o litro de gasolina, mas a bomba só entregava 0.840 mililitros, com chips eletrônicos fraudulentos nas máquinas. O consumidor nem percebia. Conforme a legislação de São Paulo, essa condenação judicial cassa todas as inscrições no mercado de operação das empresas de Mohamad no setor. Estamos de olho na Secretaria de Fazenda.

  [COLUNA ESPLANADA] A proposta da deputada Érika Hilton (PSOL-SP), que reduz a jornada de trabalho semanal para quatro dias, mexeu com todo o empresariado, que se uniu em telefonemas para deputados aliados a fim de derrubar de vez o projeto. Luciano Hang, do grupo Havan, por exemplo, fez estudo e constatou custo adicional de 70% para as empresas, que já sofrem com altos impostos.
[COLUNA ESPLANADA] Empresariado se mobiliza contra proposta de redução da jornada de trabalho

25/11/2024 08:34

A proposta da deputada Érika Hilton (PSOL-SP), que reduz a jornada de trabalho semanal para quatro dias, mexeu com todo o empresariado, que se uniu em telefonemas para deputados aliados a fim de derrubar de vez o projeto. Luciano Hang, do grupo Havan, por exemplo, fez estudo e constatou custo adicional de 70% para as empresas, que já sofrem com altos impostos.

  Justiça dos EUA determina repatriação de esmeralda extraída ilegalmente do Nordeste brasileiro. O juiz Reggie Walton, da Corte Distrital de Columbia, concordou com a posição das autoridades brasileiras de que a pedra preciosa de 380 quilos - considerada a maior do mundo - foi extraída ilegalmente e exportada de forma ilícita àquele país, conforme já decidido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). A decisão da Justiça americana foi anunciada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, durante evento realizado na sede da AGU, em Brasília, que contou com a participação do PGR.
Justiça dos EUA determina repatriação de esmeralda extraída ilegalmente do Nordeste brasileiro

22/11/2024 18:25

O juiz Reggie Walton, da Corte Distrital de Columbia, concordou com a posição das autoridades brasileiras de que a pedra preciosa de 380 quilos - considerada a maior do mundo - foi extraída ilegalmente e exportada de forma ilícita àquele país, conforme já decidido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). A decisão da Justiça americana foi anunciada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, durante evento realizado na sede da AGU, em Brasília, que contou com a participação do PGR.

  [COLUNA ESPLANADA] O ministro do STF Alexandre de Moraes está cercando devagar o ex-presidente da República Jair Bolsonaro. Não apareceram provas de participação de Bolsonaro no plano de matar envenenados os eleitos Lula da Silva e Geraldo Alckmin. Só os próximos meses dirão, se houver eventual delação com evidências. A cautela do ministro e da Polícia Federal – que acaba de indiciar o ex-presidente pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 – vem na esteira de uma lembrança que comoveu o País: Em 1954, não havia ordem do presidente Getúlio Vargas na decisão pessoal de seu segurança, Gregório Fortunato, no atentado que mirou Carlos Lacerda e matou o major Rubem Vaz, o guarda-costas. A suspeita, por ora, é que os militares aloprados agiram sem o conhecimento de Bolsonaro. O ministro quer saber se foi sem o consentimento – neste caso a situação muda completamente contra o ex-chefe da Nação.
[COLUNA ESPLANADA] Moraes está cercando devagar o ex-presidente Bolsonaro

22/11/2024 09:03

O ministro do STF Alexandre de Moraes está cercando devagar o ex-presidente da República Jair Bolsonaro. Não apareceram provas de participação de Bolsonaro no plano de matar envenenados os eleitos Lula da Silva e Geraldo Alckmin. Só os próximos meses dirão, se houver eventual delação com evidências. A cautela do ministro e da Polícia Federal – que acaba de indiciar o ex-presidente pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 – vem na esteira de uma lembrança que comoveu o País: Em 1954, não havia ordem do presidente Getúlio Vargas na decisão pessoal de seu segurança, Gregório Fortunato, no atentado que mirou Carlos Lacerda e matou o major Rubem Vaz, o guarda-costas. A suspeita, por ora, é que os militares aloprados agiram sem o conhecimento de Bolsonaro. O ministro quer saber se foi sem o consentimento – neste caso a situação muda completamente contra o ex-chefe da Nação.

  Moraes confirma validade do acordo de colaboração premiada de Mauro Cid. O ministro considerou que o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República esclareceu as omissões e contradições apontadas pela Polícia Federal. Assim, as informações apresentadas por Mauro Cid na colaboração seguem sob apuração das autoridades competentes. O acordo foi firmado em 2023. Com a deflagração da operação Contragolpe, na última terça-feira (19), em que foram presos militares que teriam atuado em um plano para matar autoridades, a PF apontou omissões e contradições no depoimento prestado por Cid no mesmo dia.
Moraes confirma validade do acordo de colaboração premiada de Mauro Cid

21/11/2024 18:31

O ministro considerou que o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República esclareceu as omissões e contradições apontadas pela Polícia Federal. Assim, as informações apresentadas por Mauro Cid na colaboração seguem sob apuração das autoridades competentes. O acordo foi firmado em 2023. Com a deflagração da operação Contragolpe, na última terça-feira (19), em que foram presos militares que teriam atuado em um plano para matar autoridades, a PF apontou omissões e contradições no depoimento prestado por Cid no mesmo dia.


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