11 OUT 2026 | ATUALIZADO 10:15
POLÍCIA
11/10/2026 11:12
Atualizado
11/10/2026 11:14

Dois suspeitos mortos em confronto com a PM na zona leste de Mossoró-RN

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Os dois suspeitos ainda foram socorridos e levados pelos policiais para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas já chegaram sem vida. Lá, foram identificados como Gabriel Cantarelle de Sousa Morais, de 23 anos, e Allisson Pereira da Silva, de 28 anos. Os corpos serão encaminhados para exames na sede do Instituto Médico Legal da Polícia Científica, em Mossoró.
Imagem 1 -  Os dois suspeitos ainda foram socorridos e levados pelos policiais para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas já chegaram sem vida. Lá, foram identificados como Gabriel Cantarelle de Sousa Morais, de 23 anos, e Allisson Pereira da Silva, de 28 anos. Os corpos serão encaminhados para exames na sede do Instituto Médico Legal da Polícia Científica, em Mossoró.
Os dois suspeitos ainda foram socorridos e levados pelos policiais para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas já chegaram sem vida. Lá, foram identificados como Gabriel Cantarelle de Sousa Morais, de 23 anos, e Allisson Pereira da Silva, de 28 anos. Os corpos serão encaminhados para exames na sede do Instituto Médico Legal da Polícia Científica, em Mossoró.
Reprodução

A cena se repetiu. Os policiais militares do 12º Batalhão de Polícia Militar narraram que foram cumprir uma missão no bairro Dom Jaime Câmara, numa comunidade chamada Malvinas e, ao abordar dois suspeitos, teriam sido recebidos a tiros. Eles revidaram, e os dois suspeitos foram mortos, de forma semelhante ao ocorrido na semana passada no bairro Belo Horizonte, na zona sul da cidade.   

Os dois suspeitos ainda foram socorridos e levados pelos policiais para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas já chegaram sem vida. Lá, foram identificados como Gabriel Cantarelle de Sousa Morais, de 23 anos, e Allisson Pereira da Silva, de 28 anos. Os corpos serão encaminhados para exames na sede do Instituto Médico Legal da Polícia Científica, em Mossoró.

À medida que as facções avançam no Rio Grande do Norte, mais perigoso se torna o trabalho da Polícia Militar no patrulhamento das ruas. Os criminosos circulam disfarçados em carros nas regiões de maior vulnerabilidade e utilizam armas de grosso calibre, enquanto os policiais trabalham fardados, com identidades visíveis e em viaturas caracterizadas, tornando-se alvos fáceis.

Há cerca de um ano e meio, o jornalista Cezar Alves gravou um vídeo alertando sobre o avanço do Comando Vermelho — facção originária do Rio de Janeiro — pelo território cearense em direção ao Rio Grande do Norte, com invasões registradas por Tibau, Grossos, Mossoró, Baraúna e Apodi, entre outros municípios, em confronto direto com as facções locais.

Esse cenário já resultou em mais de 120 mortes violentas intencionais somente nos primeiros nove meses de 2026, quase o dobro do registro no mesmo período de 2025. Em contrapartida, a região de Natal, que não enfrentou o mesmo nível de confronto no período, registrou queda nos índices de mortes violentas.

Com o avanço contínuo das facções e a escalada dos conflitos, pessoas inocentes e criminosos perdem a vida em meio a essa disputa exposta diariamente pela mídia. São frequentes os casos de famílias extorquidas por faccionados; nesta semana, moradores da zona sul de Mossoró precisaram de ajuda da Polícia Militar para fugir de casa devido a ameaças.

Nessa mesma região, a Polícia Militar foi atender a um pedido de socorro e acabou recebida a tiros por Kauá Kermanne Oliveira Andrade, de 22 anos. Os policiais revidaram a injusta agressão, e Kauã, conhecido como “Metralha”, foi atingido e morreu no HRTM. O cenário é de guerra, reflexo da falta de uma reação preventiva por parte do Estado.

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