14 SET 2026 | ATUALIZADO 19:09
POLÍCIA
14/09/2026 18:54
Atualizado
14/09/2026 18:57

R$ 1,5 milhão apreendidos pela PF é do deputado estadual Luiz Eduardo, do PL

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Dinheiro em espécie foi apreendido na casa do político pela Polícia Federal, na operação Sem Lastro, realizada no início da manhã desta segunda0-feira, dia 14 de setembro de 2026. Os federais investigam possíveis crimes de falsidade ideológica e possíveis uso de recursos não declarados na campanha eleitoral do parlamentar. Em Nota, Luiz Eduardo diz que vai comprovar a origem lícita dos recursos às autoridades competentes.
Imagem 1 -  Dinheiro em espécie foi apreendido na casa do político pela Polícia Federal, na operação Sem Lastro, realizada no início da manhã desta segunda0-feira, dia 14 de setembro de 2026. Os federais investigam possíveis crimes de falsidade ideológica e possíveis uso de recursos não declarados na campanha eleitoral do parlamentar. Em Nota, Luiz Eduardo diz que vai comprovar a origem lícita dos recursos às autoridades competentes.
Dinheiro em espécie foi apreendido na casa do político pela Polícia Federal, na operação Sem Lastro, realizada no início da manhã desta segunda0-feira, dia 14 de setembro de 2026. Os federais investigam possíveis crimes de falsidade ideológica e possíveis uso de recursos não declarados na campanha eleitoral do parlamentar. Em Nota, Luiz Eduardo diz que vai comprovar a origem lícita dos recursos às autoridades competentes.

O deputado estadual Luiz Eduardo, do PL, candidato a reeleição, é o dono da quantia de 1,5 milhão apreendido pela Polícia Federal durante a Operação Sem Lastro, no início da manhã desta segunda-feira, de 14 de setembro de 2026. 

A Operação Sem Lastro, com respaldo da Justiça Eleitoral, investiga possíveis crimes de falsidade ideológica e possível uso de recursos não declarados na campanha eleitoral. Além dos recursos, foram apreendidos documentos, celulares e outros equipamentos eletrônicos.

Em Nota, a PF informou que as investigações apontaram que foram realizados saques em espécie realizados pelo agente político, em circunstâncias que indicam possível incompatibilidade com o patrimônio declarado a Justiça Eleitoral.

Em nota, o deputado estadual explica: 

"A investigação tem por base saques realizados em contas bancárias de titularidade do próprio parlamentar, movimentação lícita, declarada e de origem plenamente comprovada, cuja documentação será apresentada às autoridades competentes.
Os valores sacados permaneciam guardados em sua residência e não foram gastos, circunstância que, por si só, afasta qualquer finalidade eleitoral. Não há "caixa dois" sem recurso arrecadado à margem da prestação de contas ou aplicado em despesa de campanha, e nenhuma dessas hipóteses ocorreu.


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