12 AGO 2026 | ATUALIZADO 09:22
MOSSORÓ
12/08/2026 09:02
Atualizado
12/08/2026 09:09

Com ultrassom e raio-X, Prefeitura mapeia saúde de arvores das praças de Mossoró-RN

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O objetivo é evitar acidente, com quedas das árvores. O trabalho está sendo realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que iniciou mapeamento preventivo de árvores antigas em áreas públicas, utilizando tecnologia de ultrassom e tomografia para identificar problemas internos sem danificar a vegetação. O projeto visa garantir a segurança de pedestres e motoristas, prevenindo quedas em locais movimentados. A iniciativa busca equilibrar a preservação ambiental e o patrimônio histórico com a proteção da população.
Imagem 1 -  O objetivo é evitar acidente, com quedas das árvores. O trabalho está sendo realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que iniciou  mapeamento preventivo de árvores antigas em áreas públicas, utilizando tecnologia de ultrassom e tomografia para identificar problemas internos sem danificar a vegetação. O projeto visa garantir a segurança de pedestres e motoristas, prevenindo quedas em locais movimentados. A iniciativa busca equilibrar a preservação ambiental e o patrimônio histórico com a proteção da população.
O objetivo é evitar acidente, com quedas das árvores. O trabalho está sendo realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que iniciou mapeamento preventivo de árvores antigas em áreas públicas, utilizando tecnologia de ultrassom e tomografia para identificar problemas internos sem danificar a vegetação. O projeto visa garantir a segurança de pedestres e motoristas, prevenindo quedas em locais movimentados. A iniciativa busca equilibrar a preservação ambiental e o patrimônio histórico com a proteção da população.
Foto: Walmir Alves (Secom/PMM)

A Prefeitura de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), deu início a um mutirão de avaliações preventivas na arborização urbana da cidade. O projeto utiliza tecnologia de ponta, como ultrassom e tomografia computadorizada, para diagnosticar a saúde interna de árvores antigas localizadas em praças e vias públicas de grande circulação.

O objetivo principal da ação é evitar quedas e acidentes graves, além de salvar espécies históricos por meio de tratamentos específicos. O projeto-piloto começou na movimentada Praça dos Hospitais, no centro do município, e deve ser expandido para os demais bairros nos próximos meses.

Raio-X da natureza: 

O uso de tomógrafos e ultrassons na engenharia florestal funciona de forma parecida com a medicina humana. Os aparelhos avaliam o tronco sem a necessidade de cortes ou furos profundos.

• Sensores de precisão: Engenheiros fixam pequenos pinos ao redor do tronco, conectados a cabos e ao computador.

• Ondas sonoras: O equipamento envia ondas de som que viajam pela madeira.

• Mapa colorido: A velocidade do som cria uma imagem na tela. Cores escuras ou verdes mostram madeira saudável. Tons de amarelo e vermelho indicam buracos, cupins ou apodrecimento.

Segundo a gerente executiva de Parques e Jardins, Natalya Medeiros, a técnica não invasiva protege a planta durante o exame. “A gente vai analisar como ela está internamente, se está deteriorando, se tem pragas, pra gente fazer um tratamento e ver também se ela é de risco. Estamos enumerando e catalogando as árvores pela cidade para criar um banco de dados preciso”, explicou.

Meio ambiente e segurança pública

O trabalho técnico tenta resolver um desafio comum nas grandes cidades: equilibrar a segurança dos moradores com a preservação ambiental. Em áreas secas ou com ventos fortes, árvores antigas e doentes representam um risco invisível para pedestres, motoristas e para a rede elétrica.

O engenheiro florestal Silvio Rodrigues ressalta que o tomógrafo serve para evitar cortes desnecessários. “A gente vai elaborar uma resposta positiva para o meio ambiente, buscando tratar a árvore para não precisar tirar. Por outro lado, protegemos a população se o risco de queda for real. O equipamento nos dá a certeza científica para tomar a decisão correta”, destacou Rodrigues.

A manutenção das árvores urbanas vai muito além da beleza visual da cidade. Especialistas apontam que o monitoramento traz benefícios diretos para o dia a dia da população:

• Redução do calor: Árvores saudáveis e com copas cheias ajudam a diminuir a temperatura nas ruas, amenizando o clima quente da região.

• Economia pública: Tratar uma árvore doente custa menos para os cofres públicos do que reparar estragos causados por uma queda sobre carros ou fiações.

• Preservação histórica: Muitas das árvores centenárias das praças fazem parte do patrimônio cultural e da identidade dos moradores de Mossoró

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