16 JUN 2026 | ATUALIZADO 09:18
NACIONAL
André Richter - Repórter da Agência Brasil
16/06/2026 09:16
Atualizado
16/06/2026 09:16

Sem confessar crimes, banqueiro Vorcaro tem segunda delação negada pela PGR

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A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal rejeitaram em definitivo a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, por falta de confissão de crimes ou apresentação de fatos novos. O banqueiro segue preso em Brasília, com a decisão comunicada ao ministro André Mendonça.
Imagem 1 -  A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal rejeitaram em definitivo a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, por falta de confissão de crimes ou apresentação de fatos novos. O banqueiro segue preso em Brasília, com a decisão comunicada ao ministro André Mendonça.
A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal rejeitaram em definitivo a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, por falta de confissão de crimes ou apresentação de fatos novos. O banqueiro segue preso em Brasília, com a decisão comunicada ao ministro André Mendonça.
Foto: reprodução redes sociais

A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou nesta segunda-feira (15) a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado pela Polícia Federal por fraudes no sistema financeiro do país.  

A decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações.

Com a rejeição da PGR, a segunda tentativa de Vorcaro de assinar um acordo de colaboração está totalmente encerrada. No mês passado, a proposta foi negada pela primeira vez.

Na semana passada, a Polícia Federal (PF) também rejeitou a segunda proposta. Os investigadores concluíram que o banqueiro não apresentou novidades em relação ao material que já foi apreendido e não assumiu que cometeu crimes.

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

O banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília.

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