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VARIEDADES
Por Valéria Lima
24/11/2016 06:51
Atualizado
13/12/2018 21:37

"É o meu maior sonho", afirma jovem de 19 anos em busca de doador de medula óssea

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Marcos Paulo de Medeiros descobriu a leucemia há cerca de sete meses. Há pouco tempo ele encontrou um doador com 90% de compatibilidade, mas para que haja o transplante, o doador precisa ser 100% compatível
Imagem 1 -  "É o meu maior sonho", afirma jovem de 19 anos em busca de doador de medula óssea
Arquivo Pessoal
Há pouco mais de sete meses, Marcos Paulo de Medeiros, de 19 anos, descobriu a Leucemia. Natural de Almino Afonso, logo o jovem teve que se mudar para Mossoró para fazer o tratamento e iniciou a luta por um doador de medula óssea – única saída para a cura da doença.

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Fazer o bem sem olhar a quem: como funciona a doação de medula óssea

Durante o período, familiares e amigos iniciaram campanha em busca do doador. Pai, mãe, irmãos e outros parentes já realizaram o teste e não foram compatíveis com a medula de Marcos Paulo. Mas, a esperança não morreu.

Na época, o MOSSORÓ HOJE entrou na campanha: Jovem de 18 anos busca doador de medula óssea

Meses depois, o jovem conseguiu voltar para sua cidade natal. Ele vem a Mossoró apenas realizar o tratamento de quimioterapia. A busca pelo doador continua mesmo diante das dificuldades.

Hoje, Marcos Paulo sonha em encontrar um doador com 100% de compatibilidade. Há pouco tempo ele encontrou um doador que apresentou 90% de compatibilidade necessária. Infelizmente, nos casos de leucemia, a medula do doador precisa ser 100% compatível com a do paciente – por isso a tamanha dificuldade em encontrar.

“Meu maior sonho mesmo era receber a notícia de que tenho um doador 100% compatível, a pouco tempo atrás apareceu um que infelizmente foi 90%”, contou o jovem.

Em entrevista ao MOSSORÓ HOJE, Marcos Paulo disse que também tem vários outros sonhos, um deles é que a sociedade deixe de ser 'hipócrita e ao invés de postarem frases de apoio em redes sociais, façam o teste de medula ou doação de sangue'.

“Na verdade tenho vários sonhos, um deles era que a sociedade fosse menos hipócrita e ao invés de postarem um simples #outubrorosa, #novembroazul ou a foto de um super-herói (na semana do câncer-infantil) saíssem de suas casas e fossem simplesmente fazer um teste de medula ou a doação de sangue”, conclui o jovem. 

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