20 JUN 2026 | ATUALIZADO 19:58

NACIONAL

  A nova política de EaD no Brasil, oficializada em 2025, restringe cursos 100% a distância e proíbe EaD para Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia. Licenciaturas só podem ter até 50% EaD. Novos cursos e vagas EaD estão suspensos até março de 2025. A política exige no mínimo 20% de atividades presenciais ou síncronas nos cursos a distância e visa melhorar a qualidade do ensino superior remoto no país.
Saiba o que muda com a nova política de ensino a distância do Brasil

22/05/2025 11:22

A nova política de EaD no Brasil, oficializada em 2025, restringe cursos 100% a distância e proíbe EaD para Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia. Licenciaturas só podem ter até 50% EaD. Novos cursos e vagas EaD estão suspensos até março de 2025. A política exige no mínimo 20% de atividades presenciais ou síncronas nos cursos a distância e visa melhorar a qualidade do ensino superior remoto no país.

  “Em 2023, foram registradas 17 baixas. Já em 2024, houve 30 e, em 2025, 41 baixas”, justamente neste momento em que a Latam faz ofensiva por pilotos experientes e a fusão de GOL & Azul, enquanto enxuga, por outro lado aposta neste perfil. E alguns dos melhores vêm da Aeronáutica. Segundo a assessoria da Força Aérea, “a movimentação de pessoal faz parte da dinâmica natural da Força.
[COLUNA ESPLANADA] FAB perde 88 pilotos para a aviação comercial no Brasil

22/05/2025 08:21

“Em 2023, foram registradas 17 baixas. Já em 2024, houve 30 e, em 2025, 41 baixas”, justamente neste momento em que a Latam faz ofensiva por pilotos experientes e a fusão de GOL & Azul, enquanto enxuga, por outro lado aposta neste perfil. E alguns dos melhores vêm da Aeronáutica. Segundo a assessoria da Força Aérea, “a movimentação de pessoal faz parte da dinâmica natural da Força.

   São 120 vagas para delegado, 69 para perito criminal, 630 para agente, 160 para escrivães e 21 para papiloscopistas.   O concurso exige dos candidatos curso superior e oferece salários iniciais que variam de R$ 14,1 mil a R$ 26, 8 mil.  As inscrições serão abertas no dia 26 deste mês e encerradas no dia 13 de junho.
PF abre concurso para preenchimento de mil vagas em cinco cargos

21/05/2025 08:39

São 120 vagas para delegado, 69 para perito criminal, 630 para agente, 160 para escrivães e 21 para papiloscopistas. O concurso exige dos candidatos curso superior e oferece salários iniciais que variam de R$ 14,1 mil a R$ 26, 8 mil. As inscrições serão abertas no dia 26 deste mês e encerradas no dia 13 de junho.

  A unidade prisional seria com 500 vagas. Além disso, com esse projeto a França ainda crava um QG militar na Amazônia, região estratégica para o mundo, a exemplo de ONGs ligadas a governos da Europa que já possuem milhares de hectares de terras na Amazônia brasileira.
[COLUNA ESPLANADA] Macron quer construir presídio no meio da floresta amazônica

21/05/2025 08:16

A unidade prisional seria com 500 vagas. Além disso, com esse projeto a França ainda crava um QG militar na Amazônia, região estratégica para o mundo, a exemplo de ONGs ligadas a governos da Europa que já possuem milhares de hectares de terras na Amazônia brasileira.

  Adiel foi ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como testemunha de acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) na ação penal do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete denunciados.  Segundo o ex-coordenador, houve ordens de ex-diretores da PRF para as blitze de policiamento direcionado e cobrança para que ônibus fossem parados pelos policiais.  "Estavam criando uma polícia de governo, e não de Estado", afirmou.
Ex-coordenador da PRF confirma ações para barrar eleitores em 2022

20/05/2025 08:34

Adiel foi ouvido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como testemunha de acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) na ação penal do Núcleo 1 da trama golpista, formado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete denunciados. Segundo o ex-coordenador, houve ordens de ex-diretores da PRF para as blitze de policiamento direcionado e cobrança para que ônibus fossem parados pelos policiais. "Estavam criando uma polícia de governo, e não de Estado", afirmou.


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