24 AGO 2026 | ATUALIZADO 10:06

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] Apeado do Palácio da Alvorada por voto popular, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não decidiu seu destino no dia 1º de Janeiro. Há opções de sobra, entre elas a casa onde residia num condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro – porém não recomendada pela segurança para um ex-chefe de nação. Especula-se o aluguel de mansão no Lago Sul em Brasília. Mas os mais próximos dizem que Bolsonaro vai submergir (literalmente) e pescar na praia: morar por uns meses numa ilha de um amigo recém-adquirida em Angra dos Reis, onde terá mais segurança e a privacidade necessárias. Politicamente, ele quer participar como conselheiro do governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo, onde poderá ter a vitrine para manter o espírito bolsonarista aloprado que nasceu na sua gestão. Há quem o aconselhe a fundar partido para chamar de seu – o que tentou sem sucesso antes da candidatura à reeleição. Tempo para isso Bolsonaro terá. E muito dinheiro de amigos, idem.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro deverá morar por uns meses em Ilha de Angra dos Reis

07/11/2022 08:30

Apeado do Palácio da Alvorada por voto popular, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não decidiu seu destino no dia 1º de Janeiro. Há opções de sobra, entre elas a casa onde residia num condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro – porém não recomendada pela segurança para um ex-chefe de nação. Especula-se o aluguel de mansão no Lago Sul em Brasília. Mas os mais próximos dizem que Bolsonaro vai submergir (literalmente) e pescar na praia: morar por uns meses numa ilha de um amigo recém-adquirida em Angra dos Reis, onde terá mais segurança e a privacidade necessárias. Politicamente, ele quer participar como conselheiro do governo de Tarcísio de Freitas, em São Paulo, onde poderá ter a vitrine para manter o espírito bolsonarista aloprado que nasceu na sua gestão. Há quem o aconselhe a fundar partido para chamar de seu – o que tentou sem sucesso antes da candidatura à reeleição. Tempo para isso Bolsonaro terá. E muito dinheiro de amigos, idem.

  [COLUNA ESPLANADA] Nem começou a transição e caciques de dois partidos aliados do Governo de Jair Bolsonaro (PL) já indicaram para o presidente eleito, Lula da Silva (PT), que estão à disposição com suas bancadas pela governabilidade. A fatura é discreta, por ora. O Republicanos, que negociava com Bolsonaro a recriação do Ministério dos Esportes – que comandou nos Governos Dilma e Temer – almeja retomar o controle da pasta. E o PL de Valdemar da Costa Neto – isso mesmo, o partido do atual presidente – sonha em voltar ao mando do DNIT e do Ministério dos Transportes. O partido, que já se chamou PR, desfilou na Esplanada desde o 1º Governo Lula com nomes como Anderson Adauto e Alfredo Nascimento. Mas quem sempre mandou, de fato, foi Valdemar, que agora orbita o metiê de Lula discretamente.
[COLUNA ESPLANADA] Caciques de partidos aliados de Bolsonaro já sinalizam a Lula

04/11/2022 08:27

Nem começou a transição e caciques de dois partidos aliados do Governo de Jair Bolsonaro (PL) já indicaram para o presidente eleito, Lula da Silva (PT), que estão à disposição com suas bancadas pela governabilidade. A fatura é discreta, por ora. O Republicanos, que negociava com Bolsonaro a recriação do Ministério dos Esportes – que comandou nos Governos Dilma e Temer – almeja retomar o controle da pasta. E o PL de Valdemar da Costa Neto – isso mesmo, o partido do atual presidente – sonha em voltar ao mando do DNIT e do Ministério dos Transportes. O partido, que já se chamou PR, desfilou na Esplanada desde o 1º Governo Lula com nomes como Anderson Adauto e Alfredo Nascimento. Mas quem sempre mandou, de fato, foi Valdemar, que agora orbita o metiê de Lula discretamente.

  [COLUNA ESPLANADA] O presidente da República será Lula da Silva (PT), em seu 3º mandato, mas quem vai tocar o dia-a-dia do Governo será Geraldo Alckmin (PSB). A “mão na massa” desta vez caberá ao vice, incumbido pelo futuro chefe da nação de segurar a administração da gestão. Tanto será que Lula já elencou Alckmin para comandar a transição de Governo. O petista quer viajar o Brasil em nova caravana, como já fez quando assumiu o 1º mandato em 2003, e trabalhar os programas sociais para erradicar a fome. Vai rodar o mundo, também, para tentar limpar sua biografia após os processos judiciais e levar o discurso de que o Brasil vai atuar forte para preservar o meio ambiente, a despeito do crescimento do agronegócio e da mineração que impulsionam as exportações.
[COLUNA ESPLANADA] Lula quer trabalhar programas sociais e deixará Alckmin à frente do governo

03/11/2022 08:27

O presidente da República será Lula da Silva (PT), em seu 3º mandato, mas quem vai tocar o dia-a-dia do Governo será Geraldo Alckmin (PSB). A “mão na massa” desta vez caberá ao vice, incumbido pelo futuro chefe da nação de segurar a administração da gestão. Tanto será que Lula já elencou Alckmin para comandar a transição de Governo. O petista quer viajar o Brasil em nova caravana, como já fez quando assumiu o 1º mandato em 2003, e trabalhar os programas sociais para erradicar a fome. Vai rodar o mundo, também, para tentar limpar sua biografia após os processos judiciais e levar o discurso de que o Brasil vai atuar forte para preservar o meio ambiente, a despeito do crescimento do agronegócio e da mineração que impulsionam as exportações.

  [COLUNA ESPLANADA] Jair Bolsonaro cuidou de seu futuro. Como revelou a Coluna ontem em sua versão online, na reunião que teve com o ‘dono’ do PL, seu partido, Valdemar da Costa Neto, ele tratou de se blindar a partir de janeiro. E só então se pronunciou à nação no Alvorada. Segundo fontes do Governo, a blindagem caberá a Valdemar através do PL. O partido deve dar garantias a Bolsonaro a partir de 1º de janeiro, como uma casa alugada no Lago Sul em Brasília, um pagamento mensal como conselheiro do partido e defesa jurídica, disponibilizando uma conhecida banca advocatícia da capital para cuidar dos atuais 58 processos que ele responde no STF, e os quais devem “descer” para a 1ª instância. Bolsonaro não tem onde morar em Brasília, se quiser ficar na capital. Mas tem outros destinos os quais a família sugere, a fim de submergir por alguns meses.
[COLUNA ESPLANADA] Jair Bolsonaro cuidou de seu futuro e se blindou a partir de janeiro

02/11/2022 08:30

Jair Bolsonaro cuidou de seu futuro. Como revelou a Coluna ontem em sua versão online, na reunião que teve com o ‘dono’ do PL, seu partido, Valdemar da Costa Neto, ele tratou de se blindar a partir de janeiro. E só então se pronunciou à nação no Alvorada. Segundo fontes do Governo, a blindagem caberá a Valdemar através do PL. O partido deve dar garantias a Bolsonaro a partir de 1º de janeiro, como uma casa alugada no Lago Sul em Brasília, um pagamento mensal como conselheiro do partido e defesa jurídica, disponibilizando uma conhecida banca advocatícia da capital para cuidar dos atuais 58 processos que ele responde no STF, e os quais devem “descer” para a 1ª instância. Bolsonaro não tem onde morar em Brasília, se quiser ficar na capital. Mas tem outros destinos os quais a família sugere, a fim de submergir por alguns meses.

  [COLUNA ESPLANADA] O Progressistas e o PL, que desfilaram aliados do Governo pela Praça dos Três Poderes por quatro anos, começaram a se despedir do atual inquilino do Palácio do Planalto sem constrangimento, com sinais verbais emitidos por expoentes. Primeiro a cumprimentar o presidente eleito Lula da Silva (PT), o bolsonarista (por ora) Arthur Lira deu indicativo de que pretende se sentar com a bancada do PT pela sua reeleição em fevereiro. Do Palácio, o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, nem esperou um silencioso presidente Jair Bolsonaro reconhecer a derrota, e já avisou que vai tocar o grupo da transição para a volta da administração do PT. E dono do PL, partido ao qual Bolsonaro se filiou para disputar a reeleição, avisou a Lula que está esperando um sinal de apoio para colocar à disposição sua forte bancada de 99 deputados federais eleitos. Seria questão de pouco tempo o rompimento de Valdemar e Bolsonaro. O presidente cobrou fidelidade do cacique, que elegeu uma bancada “valdemariana”, e não bolsonarista.
[COLUNA ESPLANADA] Progressistas e o PL começaram a se despedir do governo Bolsonaro

01/11/2022 08:30

O Progressistas e o PL, que desfilaram aliados do Governo pela Praça dos Três Poderes por quatro anos, começaram a se despedir do atual inquilino do Palácio do Planalto sem constrangimento, com sinais verbais emitidos por expoentes. Primeiro a cumprimentar o presidente eleito Lula da Silva (PT), o bolsonarista (por ora) Arthur Lira deu indicativo de que pretende se sentar com a bancada do PT pela sua reeleição em fevereiro. Do Palácio, o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, nem esperou um silencioso presidente Jair Bolsonaro reconhecer a derrota, e já avisou que vai tocar o grupo da transição para a volta da administração do PT. E dono do PL, partido ao qual Bolsonaro se filiou para disputar a reeleição, avisou a Lula que está esperando um sinal de apoio para colocar à disposição sua forte bancada de 99 deputados federais eleitos. Seria questão de pouco tempo o rompimento de Valdemar e Bolsonaro. O presidente cobrou fidelidade do cacique, que elegeu uma bancada “valdemariana”, e não bolsonarista.


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