26 FEV 2026 | ATUALIZADO 18:40
MOSSORÓ
26/02/2026 15:03
Atualizado
26/02/2026 15:03

Corpo do bebê é encontra no canal do rio Doce em Mossoró

O corpo foi encontrado pelo pintor Wendel Carlos Ferreira, de 45 anos, ao lado da casa dele, que fica entre as ruas Francisco Vasconcelos Santos e a Seis de Janeiro, no Bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN. O corpo foi removido para exames na sede da polícia Científica e está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Mossoró.
O corpo foi encontrado pelo pintor Wendel Carlos Ferreira, de 45 anos, ao lado da casa dele, que fica entre as ruas Francisco Vasconcelos Santos e a Seis de Janeiro, no Bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN. O corpo foi removido para exames na sede da polícia Científica e está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Mossoró.

O corpo de um bebê totalmente formado foi encontrado no início da tarde desta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, nas margens do Canal do Rio Doce, entre as ruas Seis de Janeiro e Francisco Vasconcelos Santos, no bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN.

O corpo da criança, do sexo feminino, estava despido, jogado num capim. Ao lado, haviam sacos pretos de lixo. Quem encontrou o corpo da criança foi o pintor Wendel Carlos Ferreira, de 45 anos, que mora ao lado. Ele disse que, inicialmente, pensou que fosse uma boneca.

Wendel contou ao MH que chamou a esposa para ter certeza que se tratava de uma criança. “Quando minha esposa viu, começou logo a chorar. Aqui em casa tem 4 meninos. Eu ia tocar fogo naquele saco preto de lixo aí eu vi”, acrescenta Wendel Carlos Ferreira.

A informação se espalhou rapidamente pelo bairro, juntando um grande número de curiosos no local, todos revoltados com a atitude da mãe ou pai que teria jogado a criança no canal do Rio Doce. “Isto é muito revoltante”, destaca dona de casa ao MH.

A policia Civil e Científica foram acionadas ao local para iniciar as investigações e remover o corpo para exames mais apurados na sede do ITEP, principalmente de identificação. Ao MH, os moradores contaram que não existe nenhuma mulher no bairro com gravidez de 9 meses.

“Já tive filho de sete meses e de nove meses e sei como é. Ela está muito perfeitinha. Ela não parece criança prematura. É criança de tempo”, conta Ionara Taiane. “Como é que uma pessoa faz um negócio deste. É muita maldade. A criança estava perfeita”, conta Geraldo Roberto.

O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção da Pessoa de Mossoró.


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