29 MAR 2026 | ATUALIZADO 20:00
Matéria
12/11/2019 18:28
Atualizado
12/11/2019 18:41

Acusado de tentar a ex com gasolina e fogo pega a 9,4 anos de prisão

Crime aconteceu no ano de 2013, no Abolição IV. Teria sido motivado pelo fato da vítima não querer mais viver com o réu; o julgamento aconteceu na manhã desta terça-feira, 12, no Fórum Municipal
A vítima Maria Cleide foi pessoalmente contar no Tribunal do Júri Popular como ex mariado tentou mata-la jogando gasolina e ateando fogo no dia 30 de junho de 2013, no Abolição IV, em Mossoró-RN

O Tribunal do Júri Popular condenou nesta terça-feira (12) o mecânico Eliézio Miridanha da Silva (55 anos), a 9 anos e 4 meses de prisão por jogar gasolina e atear fogo em Maria Cleide do Nascimento, no início da madrugada do dia 30 de junho de 2013, no bairro Abolição IV, em Mossoró-RN.

A própria vítima foi ao Juri contar como tudo aconteceu.


Motivo: Segundo o Ministério Público Estadual, a dona de casa Maria Cleide não queria mais viver com Eliézio após 11 anos de casados. Passados 3 meses da separação, Eliézio tentou reatar e já levou um galão de gasolina no carro para o caso de ser contrariado.

Conforme a denúncia do Ministério Público Estadual, após uma discussão Eliézio foi no carro, pegou a gasolina, jogou na ex-mulher e acionou isqueiro. Em seguida o réu teria se abraçado com o corpo em chamas da ex-mulher. Os dois foram socorridos pelo vizinho.

Maria Cleide ficou 5 meses internadas na Ala de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. Eliézio também ficou internado em função de queimaduras.

Atualmente Maria Cleide está com várias sequelas pelo corpo em função do ataque de fúria do ex-marido, que atualmente alega, para se safar da cadeia, que estava depressivo quando tentou matar a ex Maria Cleide de forma tão cruel (ateando fogo).

O TJP foi realizado no Fórum Municipal na zona leste da cidade de Mossoró. Os trabalhos foram presididos pela juíza Daniela Rosado do Amaral Duarte e teve início às 8h30.

O Ministério Público Estadual foi representado pelo promotor Italo Moreira Martins, que pediu a condenação do réu por tentativa de homicídio em sua forma tentada.

A defesa do réu Eliézio Mirindinha da Silva será feita pelo experiente advogado José Wellington Barreto, que alegou que o cliente estava depressivo na época do ataque.


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