13 MAI 2026 | ATUALIZADO 13:56
ESTADO
Da redação
18/03/2015 06:43
Atualizado
13/12/2018 02:00

Polícia Militar libera reféns do Ceduc de Caicó

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Rebelião dos internos do Centro Educacional de Caicó teria ligação com os motins comandados pelo PCC em outras unidades prisionais do Estado.
Imagem 1 -  Polícia Militar libera reféns do Ceduc de Caicó
Willaci Dantas - Blog Sidney Silva / Caicó-RN

A Polícia Militar resgatou na manhã desta quarta-feira, 18, dois educadores que estavam sendo feitos reféns no Centro Educacional (Ceduc) de Caicó.

Os internos se rebelaram por volta das 17h desta terça-feira, 17, segundo eles por ordem do Primeiro Comando da Capital (PCC) de Alcaçuz.

Inicialmente, um grupo formado por 15 adolescentes fizeram quatro servidores do Ceduc reféns e 10 colegas de alojamento.
Em seguida, liberaram duas mulheres, educadoras da unidade e três dos internos.

Os três internos tiveram que receber atendimento do Samu e Corpo de Bombeiro, que estavam de prontidão no local.
A liberação dos educadores Jalmir e Robson e dos internos só foi possível com a negociação feita pela equipe técnica do Ceduc e representantes do Ministério Público, juízes, entre outras autoridades.

 

Rebeliões no RN

A pedido do Governador Robinson Faria, 215 agentes da Força Nacional Brasileira começam a atuar no Rio Grande do Norte a partir de hoje, 18.

Hoje é o 8º dia de motins realizados pelos presidiários no Rio Grande do Norte. As rebeliões afetaram 14 das 33 unidades do Estado.

A unidade prisional de Caraúbas teve início de rebelião na tarde desta terça, 17, mas logo foi contida.

A Penitenciária de Alcaçuz, localizada em Nísia Floresta região Metropolitana de Natal, foi a primeira a ser afetada pelas rebeliões, no início da semana passada. Os detentos pediam a demissão a diretora do presídio, Dinorá Simas.

Em Mossoró, as visitas a Penitenciária Mário Negócio, que aconteceriam hoje, foram cancelas, por conta dos princípios de motim ocorrido ontem. Os motins afetaram também a Cadeia Pública de Mossoró.

Vale lembrar que as unidades prisionais localizadas em Apodi, Pau dos Ferros, Assu, João Câmara e Macau até o momento mantém suas atividades normais, não apresentando nenhum índice de rebelião por parte dos presos.


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