27 SET 2026 | ATUALIZADO 10:39

NACIONAL

  Nenhum grande empresário ou direção das associações empresariais – de industriais a banqueiros, de sindicatos a policiais – vai admitir em público, ninguém quer briga com um ministro togado. Todavia tem sido consenso em portas fechadas destas salas que o Supremo Tribunal Federal precisa urgente de um Código de Conduta (comum em outras Cortes mundo afora) para seus integrantes. O presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, tem sido pressionado discretamente por quem a ele tem acesso, da alta roda, e se o Código passar, pode virar a grande marca da sua gestão a despeito da rejeição interna dos seus pares. O ano de 2026 será crucial para a Corte mostrar que não é dona do Brasil, como tem sido ventilado na praça.
[COLUNA ESPLANADA] Código de Conduta seria a grande marca da gestão Fachin no STF

25/12/2025 11:41

Nenhum grande empresário ou direção das associações empresariais – de industriais a banqueiros, de sindicatos a policiais – vai admitir em público, ninguém quer briga com um ministro togado. Todavia tem sido consenso em portas fechadas destas salas que o Supremo Tribunal Federal precisa urgente de um Código de Conduta (comum em outras Cortes mundo afora) para seus integrantes. O presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, tem sido pressionado discretamente por quem a ele tem acesso, da alta roda, e se o Código passar, pode virar a grande marca da sua gestão a despeito da rejeição interna dos seus pares. O ano de 2026 será crucial para a Corte mostrar que não é dona do Brasil, como tem sido ventilado na praça.

  das Universidades Federais durante a tramitação da LOA 2026. Segundo a entidade, houve uma redução de 7,05% no valor previsto, o que representa cerca de R$ 488 milhões a menos para as 69 universidades federais, afetando ações essenciais ao seu funcionamento.
Orçamento 2026 traz corte de quase R$ 500 milhões para universidades

24/12/2025 09:38

das Universidades Federais durante a tramitação da LOA 2026. Segundo a entidade, houve uma redução de 7,05% no valor previsto, o que representa cerca de R$ 488 milhões a menos para as 69 universidades federais, afetando ações essenciais ao seu funcionamento.

  O silêncio do conselho federal da OAB, o dos procuradores e associações classistas do Ministério Público Federal e de jornalistas-estrelas bajuladores de Alexandre de Moraes, diante dos bastidores revelados pela jornalista Bela Megale, fazem corar os mais caras-de-pau da República tabajara. A cegueira institucional e classista sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal é um espelho do que é o compadrio corporativista no Brasil do atraso moral. Para estes, vale simplesmente fechar os olhos e deixar a poeira baixar. Na fila das perguntas, um contrato de inacreditáveis R$ 129 milhões para uma advogada sem histórico de grandes causas, mas sua esposa; a suspeita sobre o tráfico de influência no BC por um banco cliente da esposa; os imóveis milionários comprados sob o bojo de um instituto de educação que blinda o bolso contra impostos imobiliários. E segue o baile da vergonha alheia.
[COLUNA ESPLANADA] O silêncio diante do que foi revelado pela jornalista Bela Megale

24/12/2025 08:17

O silêncio do conselho federal da OAB, o dos procuradores e associações classistas do Ministério Público Federal e de jornalistas-estrelas bajuladores de Alexandre de Moraes, diante dos bastidores revelados pela jornalista Malu Gaspar, fazem corar os mais caras-de-pau da República tabajara. A cegueira institucional e classista sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal é um espelho do que é o compadrio corporativista no Brasil do atraso moral. Para estes, vale simplesmente fechar os olhos e deixar a poeira baixar. Na fila das perguntas, um contrato de inacreditáveis R$ 129 milhões para uma advogada sem histórico de grandes causas, mas sua esposa; a suspeita sobre o tráfico de influência no BC por um banco cliente da esposa; os imóveis milionários comprados sob o bojo de um instituto de educação que blinda o bolso contra impostos imobiliários. E segue o baile da vergonha alheia.

  Durante as festas de fim de ano, o funcionamento dos bancos será alterado. Nos dias 25/12 e 1º/1 não haverá atendimento presencial nem compensações bancárias, assim como em 31/12. O Pix continuará funcionando normalmente todos os dias.  Na véspera de Natal (24/12), o atendimento será reduzido, das 9h às 11h (horário de Brasília). O último dia com expediente normal será 30/12, e os bancos retomam o funcionamento regular em 26/12 e 2/1, salvo feriados locais.  Contas com vencimento nos dias sem expediente poderão ser pagas no próximo dia útil sem multa.
Saiba como será o expediente dos bancos no Natal e no Ano Novo

23/12/2025 09:11

Durante as festas de fim de ano, o funcionamento dos bancos será alterado. Nos dias 25/12 e 1º/1 não haverá atendimento presencial nem compensações bancárias, assim como em 31/12. O Pix continuará funcionando normalmente todos os dias. Na véspera de Natal (24/12), o atendimento será reduzido, das 9h às 11h (horário de Brasília). O último dia com expediente normal será 30/12, e os bancos retomam o funcionamento regular em 26/12 e 2/1, salvo feriados locais. Contas com vencimento nos dias sem expediente poderão ser pagas no próximo dia útil sem multa.

  De um lado, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), não tem sucessor eleitoral à altura. De outro, o PT carece de nome chamativo para as urnas. Por ora, o senador Rodrigo Pacheco (PSD), preferido do presidente Lula da Silva, desistiu da política. Tido como o sucessor natural de Zema, o vice Mateus Simões (PSD) não convence aliados ainda. Ele chamou centenas de prefeitos para reunião e avisou que o caixa está apertado para ano que vem. Desponta na língua afiada de caciques, devagar, mas tímido, o nome do Secretário de Governo, Marcelo Aro (PP). Com trânsito suprapartidário e entregando benesses para os municípios. Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Quem vai controlar em 2027 o 2º maior colégio eleitoral do Brasil?

23/12/2025 08:38

De um lado, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), não tem sucessor eleitoral à altura. De outro, o PT carece de nome chamativo para as urnas. Por ora, o senador Rodrigo Pacheco (PSD), preferido do presidente Lula da Silva, desistiu da política. Tido como o sucessor natural de Zema, o vice Mateus Simões (PSD) não convence aliados ainda. Ele chamou centenas de prefeitos para reunião e avisou que o caixa está apertado para ano que vem. Desponta na língua afiada de caciques, devagar, mas tímido, o nome do Secretário de Governo, Marcelo Aro (PP). Com trânsito suprapartidário e entregando benesses para os municípios. Mais, na COLUNA ESPLANADA


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