04 AGO 2026 | ATUALIZADO 18:30

NACIONAL

  Será inevitável para os presidenciáveis o tema da PEC do fim da escala 6 x 1 no trabalho – mesmo que o Senado segure para depois da eleição. Os trackings recentes nas mãos de caciques de três partidos mostram que a grande maioria dos ouvidos querem que o tema “escala 5 x 2” seja debatido pelos candidatos, nas redes, na TV ou no programa de Governo. Por ser uma pauta que o PT abraçou desde o início, o presidente Lula da Silva vai surfar no projeto, que já passou com força na Câmara dos Deputados. Enquanto Ronaldo Caiado (PSD) já fala em “flexibilização” da jornada, e a equipe de Flávio Bolsonaro (PL) estuda como tocar no assunto. Todos, até Lula, evidentemente tratam com a devida cautela para não perderem o apoio do patronato.
[COLUNA ESPLANADA] Será inevitável para os presidenciáveis o tema fim da escala 6 x 1

05/06/2026 08:36

Será inevitável para os presidenciáveis o tema da PEC do fim da escala 6 x 1 no trabalho – mesmo que o Senado segure para depois da eleição. Os trackings recentes nas mãos de caciques de três partidos mostram que a grande maioria dos ouvidos querem que o tema “escala 5 x 2” seja debatido pelos candidatos, nas redes, na TV ou no programa de Governo. Por ser uma pauta que o PT abraçou desde o início, o presidente Lula da Silva vai surfar no projeto, que já passou com força na Câmara dos Deputados. Enquanto Ronaldo Caiado (PSD) já fala em “flexibilização” da jornada, e a equipe de Flávio Bolsonaro (PL) estuda como tocar no assunto. Todos, até Lula, evidentemente tratam com a devida cautela para não perderem o apoio do patronato.

  Muitos ilustres não foram, e como notório, centenas de servidores federais e estaduais foram cedidos sob ônus de seus Governos. O famigerado “Gilmarpalooza” chegou à sua edição de 2026 sob a síndrome do passeio: um evento em Portugal para debater muito sobre o Brasil – algo que poderia ser feito em qualquer faculdade do País. Para piorar, os três dias de passeio, ops!, evento em Lisboa foram coroados no encerramento, com a bomba lançada por Malu Gaspar, do “O Globo”, sobre o ilustre palestrante Alexandre de Moraes: a delação de Daniel Vorcaro, rejeitada pela PF, continha um anexo sobre mais um contrato de R$ 50 milhões do “banqueiro” com a esposa-advogada do ministro do STF. Foi um ti-ti-ti no plenário e nos corredores de deixar corados os togados do palco.  Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Ministro Gilmar Mendes, do STF, arriscou e saiu-se menor

04/06/2026 09:27

Muitos ilustres não foram, e como notório, centenas de servidores federais e estaduais foram cedidos sob ônus de seus Governos. O famigerado “Gilmarpalooza” chegou à sua edição de 2026 sob a síndrome do passeio: um evento em Portugal para debater muito sobre o Brasil – algo que poderia ser feito em qualquer faculdade do País. Para piorar, os três dias de passeio, ops!, evento em Lisboa foram coroados no encerramento, com a bomba lançada por Malu Gaspar, do “O Globo”, sobre o ilustre palestrante Alexandre de Moraes: a delação de Daniel Vorcaro, rejeitada pela PF, continha um anexo sobre mais um contrato de R$ 50 milhões do “banqueiro” com a esposa-advogada do ministro do STF. Foi um ti-ti-ti no plenário e nos corredores de deixar corados os togados do palco. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

   Operação Faroeste da Polícia Federal ficou nacionalmente conhecida por revelar as entranhas do Judiciário da Bahia. Um terremoto do litoral ao sertão que afastou dezenas de desembargadores, juízes e servidores. O caso Banco Master/Credcesta tem o potencial de ser uma nova Faroeste e atingir o mesmo TJ. No epicentro da trama, o sobrenome Kruschewsky. Agora surge a explosiva revelação dos tentáculos do Master com o Procurador-Geral da Bahia. Já notório, o irmão do procurador da Bahia trocou mensagens com Daniel Vorcaro, o chama de “mano” e fala sobre o pagamento de “8 paus” – o que a PF desconfia de R$ 8 milhões. O irmão do Procurador-Geral é sócio de André Kruschewsky, este é primo e ex-sócio do procurador Eugênio Kruschewsky. Eugênio lidera o 4º escritório que mais faturou do Master: R$ 54 milhões. O 2º colocado está preso. Há um cheiro de Faroeste no ar. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] O caso Master cheira um novo "Faroeste" da PF na Bahia-BA

03/06/2026 08:14

Operação Faroeste da Polícia Federal ficou nacionalmente conhecida por revelar as entranhas do Judiciário da Bahia. Um terremoto do litoral ao sertão que afastou dezenas de desembargadores, juízes e servidores. O caso Banco Master/Credcesta tem o potencial de ser uma nova Faroeste e atingir o mesmo TJ. No epicentro da trama, o sobrenome Kruschewsky. Agora surge a explosiva revelação dos tentáculos do Master com o Procurador-Geral da Bahia. Já notório, o irmão do procurador da Bahia trocou mensagens com Daniel Vorcaro, o chama de “mano” e fala sobre o pagamento de “8 paus” – o que a PF desconfia de R$ 8 milhões. O irmão do Procurador-Geral é sócio de André Kruschewsky, este é primo e ex-sócio do procurador Eugênio Kruschewsky. Eugênio lidera o 4º escritório que mais faturou do Master: R$ 54 milhões. O 2º colocado está preso. Há um cheiro de Faroeste no ar. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  A despeito dos alertas do setor produtivo contra a PEC do fim da escala 6 x 1, o Governo Lula da Silva III passa o trator com intenções eleitorais e não vê o problema a curto e médio prazos, apontam congressistas e grandes empresários. Estudos sérios, de associações industriais e do comércio, apontam para alta da inflação, desemprego, queda da produtividade e até risco de sonegação de impostos, com a alta carga tributária. Sobre a inflação, um dado latente é o de setor de bares e restaurantes, cujos donos vão repassar a conta para o consumidor de imediato. Só no DF, os sindicatos apontam alta de 8% a 15% nos preços dos cardápios. Os congressistas mais moderados vêem como inevitável o debate, mesmo após as eleições, e pedem cautela ao Governo para tentar uma transição e flexibilidade nas regras, para não matar o patronato e não travar o crescimento do PIB.
[COLUNA ESPLANADA] Congressistas moderados pedem cautela para não matar patronato com a 6 x1

01/06/2026 23:03

A despeito dos alertas do setor produtivo contra a PEC do fim da escala 6 x 1, o Governo Lula da Silva III passa o trator com intenções eleitorais e não vê o problema a curto e médio prazos, apontam congressistas e grandes empresários. Estudos sérios, de associações industriais e do comércio, apontam para alta da inflação, desemprego, queda da produtividade e até risco de sonegação de impostos, com a alta carga tributária. Sobre a inflação, um dado latente é o de setor de bares e restaurantes, cujos donos vão repassar a conta para o consumidor de imediato. Só no DF, os sindicatos apontam alta de 8% a 15% nos preços dos cardápios. Os congressistas mais moderados vêem como inevitável o debate, mesmo após as eleições, e pedem cautela ao Governo para tentar uma transição e flexibilidade nas regras, para não matar o patronato e não travar o crescimento do PIB.

  O documento que o Governo dos Estados Unidos utilizou como base para reconhecer o Comando Vermelho como organização terrorista teve o delegado Felipe Curi, ex-secretário de segurança do Estado do Rio, como um dos principais autores. As informações foram compiladas pela Secretaria e entregues durante a visita do senador presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao presidente Donald Trump. O relatório foi produzido com informações coletadas pela inteligência da Polícia Civil durante a gestão de Curi. São informações consistentes revelando que a facção controla a maioria das 1.900 favelas no Rio – com fuzis de guerra, granadas, drones que jogam bombas. Com ataques a delegacias, hospitais, transportes públicos, policiais e contra os próprios moradores. O documento também mostra que o Comando Vermelho é o principal responsável por roubos de veículos, cargas e de pedestres no Rio. Mais, na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Decisão de Trump foi com base em relatório do ex-secretário de segurança do Rio

01/06/2026 06:31

O documento que o Governo dos Estados Unidos utilizou como base para reconhecer o Comando Vermelho como organização terrorista teve o delegado Felipe Curi, ex-secretário de segurança do Estado do Rio, como um dos principais autores. As informações foram compiladas pela Secretaria e entregues durante a visita do senador presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao presidente Donald Trump. O relatório foi produzido com informações coletadas pela inteligência da Polícia Civil durante a gestão de Curi. São informações consistentes revelando que a facção controla a maioria das 1.900 favelas no Rio – com fuzis de guerra, granadas, drones que jogam bombas. Com ataques a delegacias, hospitais, transportes públicos, policiais e contra os próprios moradores. O documento também mostra que o Comando Vermelho é o principal responsável por roubos de veículos, cargas e de pedestres no Rio. Mais, na COLUNA ESPLANADA


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