24 JUN 2026 | ATUALIZADO 09:15

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] A polarização entre o presidente Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é latente em duas grandes capitais. E cientes do poder eleitoral de ambas, eles vão arregaçar as mangas nas ruas e telas com seus apadrinhados. Em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) terá maior apoio de Bolsonaro, que também vai aparecer em BH para apoiar a surpresa do pleito, Bruno Engler (PL), que há poucas semanas aparecia em 4º lugar nas pesquisas e agora lidera contra o prefeito Fuad Noman (PSD) – que deve ter o apoio do presidente petista. Lula vai aparecer mais na capital paulista para tentar reverter o quadro de Guilherme Boulos (PSOL), atrás de Nunes. São Paulo e BH são dois dos maiores colégios eleitorais do País e ter o controle das cidades pode fazer a diferença na eleição presidencial de 2026. A despeito de inelegível, Bolsonaro aposta para manter seu “legado” eleitoral.
[COLUNA ESPLANADA] Polarização entre Lula e Bolsonaro é latente em duas grandes capitais

08/10/2024 12:00

A polarização entre o presidente Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é latente em duas grandes capitais. E cientes do poder eleitoral de ambas, eles vão arregaçar as mangas nas ruas e telas com seus apadrinhados. Em São Paulo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) terá maior apoio de Bolsonaro, que também vai aparecer em BH para apoiar a surpresa do pleito, Bruno Engler (PL), que há poucas semanas aparecia em 4º lugar nas pesquisas e agora lidera contra o prefeito Fuad Noman (PSD) – que deve ter o apoio do presidente petista. Lula vai aparecer mais na capital paulista para tentar reverter o quadro de Guilherme Boulos (PSOL), atrás de Nunes. São Paulo e BH são dois dos maiores colégios eleitorais do País e ter o controle das cidades pode fazer a diferença na eleição presidencial de 2026. A despeito de inelegível, Bolsonaro aposta para manter seu “legado” eleitoral.

  [COLUNA ESPLANADA] A Caixa Econômica Federal decidiu entrar forte no financiamento do agronegócio há anos, um “pasto” dominado pelo Banco do Brasil, mas não está controlando sua boiada cadastrada. Os grandes clientes do agro – e bota bilhão de reais nisso – estão descontentes com o presidente do banco, Carlos Vieira, por demandas não atendidas. E de carona nessa estrada, a bancada na Câmara cobra a conta.
[COLUNA ESPLANADA] Caixa entra forte no financiamento do agronegócio

07/10/2024 09:15

A Caixa Econômica Federal decidiu entrar forte no financiamento do agronegócio há anos, um “pasto” dominado pelo Banco do Brasil, mas não está controlando sua boiada cadastrada. Os grandes clientes do agro – e bota bilhão de reais nisso – estão descontentes com o presidente do banco, Carlos Vieira, por demandas não atendidas. E de carona nessa estrada, a bancada na Câmara cobra a conta.

  [COLUNA ESPLANADA] Depois de forçar saída de servidores veteranos em plano de demissão voluntária muito questionado, e demitir tantos outros, os donos agora miram o único seguro patrimonial da turma da Eletrobras, Furnas e Eletronuclear: o bilionário fundo de pensão dos funcionários, o Real Grandeza, com uma fortuna de R$ 20 bilhões em contas, bens e investimentos. O presidente do Conselho de Administração do Real Grandeza, Rodrigo Soria, propôs reforma que transfere quase todo poder da instituição para o comando privado da Eletrobras. Pela proposta de Soria, indicado da Eletrobras, e Ricardo Carneiro Gurgel Nogueira, oito dos 10 integrantes do Comitê de Investimentos deveriam sair da instituição. O colegiado passaria a ter seis membros: Soria, Nogueira, e mais quatro egressos do mercado. Em nota à Coluna, a Eletrobras afirma que “é uma das patrocinadoras dos planos de previdência administrados pela Fundação Real Grandeza. A empresa atua de acordo com as regras estabelecidas no Estatuto da entidade, leis e normas que regulam o setor de previdência complementar”.
[COLUNA ESPLANADA] Donos da Eletrobrás miram fundo de pensão dos funcionários

03/10/2024 10:26

Depois de forçar saída de servidores veteranos em plano de demissão voluntária muito questionado, e demitir tantos outros, os donos agora miram o único seguro patrimonial da turma da Eletrobras, Furnas e Eletronuclear: o bilionário fundo de pensão dos funcionários, o Real Grandeza, com uma fortuna de R$ 20 bilhões em contas, bens e investimentos. O presidente do Conselho de Administração do Real Grandeza, Rodrigo Soria, propôs reforma que transfere quase todo poder da instituição para o comando privado da Eletrobras. Pela proposta de Soria, indicado da Eletrobras, e Ricardo Carneiro Gurgel Nogueira, oito dos 10 integrantes do Comitê de Investimentos deveriam sair da instituição. O colegiado passaria a ter seis membros: Soria, Nogueira, e mais quatro egressos do mercado. Em nota à Coluna, a Eletrobras afirma que “é uma das patrocinadoras dos planos de previdência administrados pela Fundação Real Grandeza. A empresa atua de acordo com as regras estabelecidas no Estatuto da entidade, leis e normas que regulam o setor de previdência complementar”.

  [COLUNA ESPLANADA] O companheirismo ideológico vai falar alto nos próximos meses às mesas de negociações entre o Governo do Brasil, sócio comprador do gás através da Petrobras, e o da Bolívia, que perdeu um grande cliente: com a exploração mais intensa do Vaca Muerta, maior campo de gás do mundo e 4º maior de petróleo, em seu território, o Governo da Argentina recuou forte na importação do produto boliviano. Restou ao país de Luís Arce recorrer ao Brasil. Arce sabe que seu ex-aliado e agora maior adversário político, Evo Morales, vai explorar politicamente a situação. A Bolívia, com gás de sobra, precisa vender o excedente e se capitalizar. Acontece que em dezembro de 2023, ou seja, há menos de um ano, a YPFB da Bolívia já havia fechado acordo de maior venda para a petroleira brasileira, incluindo distribuição a mercado privado.
[COLUNA ESPLANADA] Bolívia deve recorrer ao Brasil para vender o excedente de gás natural

02/10/2024 08:31

O companheirismo ideológico vai falar alto nos próximos meses às mesas de negociações entre o Governo do Brasil, sócio comprador do gás através da Petrobras, e o da Bolívia, que perdeu um grande cliente: com a exploração mais intensa do Vaca Muerta, maior campo de gás do mundo e 4º maior de petróleo, em seu território, o Governo da Argentina recuou forte na importação do produto boliviano. Restou ao país de Luís Arce recorrer ao Brasil. Arce sabe que seu ex-aliado e agora maior adversário político, Evo Morales, vai explorar politicamente a situação. A Bolívia, com gás de sobra, precisa vender o excedente e se capitalizar. Acontece que em dezembro de 2023, ou seja, há menos de um ano, a YPFB da Bolívia já havia fechado acordo de maior venda para a petroleira brasileira, incluindo distribuição a mercado privado.

  [COLUNA ESPLANADA] A assessoria parlamentar da Marinha do Brasil solicitou ao Congresso Nacional R$ 2 milhões em emendas parlamentares para operações secretas. Entre os argumentos, aponta ações sigilosas para combate ao tráfico de entorpecentes. Dados oficiais são claros: a cada dia mais surgem apreensões da Polícia Federal de cargas de cocaína e outras drogas nos portos do Brasil. O tráfico marítimo é a principal rota de saída e chegada dos produtos. A verba é imprescindível. A Marinha já vai estrear em breve o submarino de propulsão nuclear – que pode fazer a rota Rio de Janeiro-Salvador em apenas dois dias – e fortalecer a fiscalização de embarcações da costa.
[COLUNA ESPLANADA] Marinha solicita R$ 2 milhões em emendas para operações secretas

01/10/2024 08:45

A assessoria parlamentar da Marinha do Brasil solicitou ao Congresso Nacional R$ 2 milhões em emendas parlamentares para operações secretas. Entre os argumentos, aponta ações sigilosas para combate ao tráfico de entorpecentes. Dados oficiais são claros: a cada dia mais surgem apreensões da Polícia Federal de cargas de cocaína e outras drogas nos portos do Brasil. O tráfico marítimo é a principal rota de saída e chegada dos produtos. A verba é imprescindível. A Marinha já vai estrear em breve o submarino de propulsão nuclear – que pode fazer a rota Rio de Janeiro-Salvador em apenas dois dias – e fortalecer a fiscalização de embarcações da costa.


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