24 JUN 2026 | ATUALIZADO 21:34

COLUNA ESPLANADA

  Entre as obrigações, o Brasil deve pagar uma “luva” de US$ 7.196.400 (ou mais R$ 40 milhões) apenas para cobrir despesas com tecnologias de informação e custos de deslocamento e hospedagem do pessoal da entidade em Belém. O Acordo estabelece compromissos jurídicos, logísticos, operacionais e de segurança ao País anfitrião, assegurando o funcionamento da Conferência e o acolhimento das delegações.
[COLUNA ESPLANADA] COP30: A “luva” de US$ 7.196.400 do Governo Brasileiro a ONU

22/07/2025 08:13

Entre as obrigações, o Brasil deve pagar uma “luva” de US$ 7.196.400 (ou mais R$ 40 milhões) apenas para cobrir despesas com tecnologias de informação e custos de deslocamento e hospedagem do pessoal da entidade em Belém. O Acordo estabelece compromissos jurídicos, logísticos, operacionais e de segurança ao País anfitrião, assegurando o funcionamento da Conferência e o acolhimento das delegações.

   Ele conta como futuros eleitos quatro membros de sua família: os filhos Carlos, por Santa Catarina; Eduardo, por São Paulo; Flávio, pelo Rio de Janeiro; e a esposa Michelle, pelo Distrito Federal. Bolsonaro tem articulado pessoalmente, com o PL, palanques estaduais. A meta é ter uma bancada de, no mínimo, 55 senadores. Contudo, esse arranjo pessoal causa constrangimentos. A turma Catarinense, por exemplo, ficou desconfortável sobre Carlos, porque a mudança do Rio para Florianópolis atrapalha planos de muitos aliados.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro sonha em eleger 55 senadores para tirar Moraes do STF

21/07/2025 08:03

Ele conta como futuros eleitos quatro membros de sua família: os filhos Carlos, por Santa Catarina; Eduardo, por São Paulo; Flávio, pelo Rio de Janeiro; e a esposa Michelle, pelo Distrito Federal. Bolsonaro tem articulado pessoalmente, com o PL, palanques estaduais. A meta é ter uma bancada de, no mínimo, 55 senadores. Contudo, esse arranjo pessoal causa constrangimentos. A turma Catarinense, por exemplo, ficou desconfortável sobre Carlos, porque a mudança do Rio para Florianópolis atrapalha planos de muitos aliados.

  O Governo do Rio de Janeiro criou um Grupo de Trabalho com secretários para avaliar os impactos do tarifaço de Trump nas exportações do Estado – que é o 2º no ranking nacional, com US$ 7 bilhões por ano negociados com empresas dos EUA. O GT será coordenado pelo chefe da Casa Civil, Nicola Miccione, que dialogará com exportadores.
[COLUNA ESPLANADA] Rio cria grupo de trabalho para avaliar impacto do tarifaço de Trump

18/07/2025 08:12

O Governo do Rio de Janeiro criou um Grupo de Trabalho com secretários para avaliar os impactos do tarifaço de Trump nas exportações do Estado – que é o 2º no ranking nacional, com US$ 7 bilhões por ano negociados com empresas dos EUA. O GT será coordenado pelo chefe da Casa Civil, Nicola Miccione, que dialogará com exportadores.

  É o que comentam opositores e, à meia-boca, até alguns aliados, depois dessa desastrosa campanha pessoal dele em tentar convencer o aliado Donald Trump a defender o pai, o réu Jair Bolsonaro, no inquérito por tentativa de golpe de Estado que tramita no STF.
[COLUNA ESPLANADA] Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pode voltar a fritar hambúrguer nos Estados Unidos

17/07/2025 08:38

É o que comentam opositores e, à meia-boca, até alguns aliados, depois dessa desastrosa campanha pessoal dele em tentar convencer o aliado Donald Trump a defender o pai, o réu Jair Bolsonaro, no inquérito por tentativa de golpe de Estado que tramita no STF.

  O dinheiro teria sido usado na contratação de investigações contra adversários de mercado das distribuidoras. As associadas Shell, Ipiranga e a Petrobras teriam financiado ações nada ortodoxas contra concorrentes nas ruas. O TCU identificou que o dinheiro saiu, principalmente, dos cofres da estatal. Os recursos custearam investigações privadas, consultorias de imprensa e bancas de advogados, tudo combinado para prejudicar outras marcas. E a prática não parou. O diretor-geral do ICL, Carlos Faccio, ex-Shell, mantém estrutura com assessores que transitam por gabinetes dos três Poderes em Brasília. A dúvida é: quem paga essa conta cara hoje? A Coluna questionou a Petrobras e o ICL sobre os financiamentos e suas aplicações, mas não obteve resposta até o fechamento.
[COLUNA ESPLANADA] O que oInstituto Combustível Legal faz com os R$ 150 milhões das petrolíferas?

16/07/2025 08:08

O dinheiro teria sido usado na contratação de investigações contra adversários de mercado das distribuidoras. As associadas Shell, Ipiranga e a Petrobras teriam financiado ações nada ortodoxas contra concorrentes nas ruas. O TCU identificou que o dinheiro saiu, principalmente, dos cofres da estatal. Os recursos custearam investigações privadas, consultorias de imprensa e bancas de advogados, tudo combinado para prejudicar outras marcas. E a prática não parou. O diretor-geral do ICL, Carlos Faccio, ex-Shell, mantém estrutura com assessores que transitam por gabinetes dos três Poderes em Brasília. A dúvida é: quem paga essa conta cara hoje? A Coluna questionou a Petrobras e o ICL sobre os financiamentos e suas aplicações, mas não obteve resposta até o fechamento.


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