24 AGO 2026 | ATUALIZADO 10:06

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] A conta política da falácia do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a real valorização da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal caiu na mesa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Ele pediu uma reunião para hoje à tarde com dirigentes das associações de classes de delegados e policiais federais – inclusive os da Rodoviária Federal – para debater uma solução que evite, a priori, uma paralisação nacional das forças. Torres e o Governo estão preocupados com a possibilidade de greve das categorias às vésperas do início da campanha eleitoral. A PF e PRF não aceitam apenas os 5% de reajuste salarial prometido para o funcionalismo público federal.
[COLUNA ESPLANADA] Ministro tenta evitar paralisação nacional das forças de segurança

18/04/2022 08:24

A conta política da falácia do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a real valorização da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal caiu na mesa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Ele pediu uma reunião para hoje à tarde com dirigentes das associações de classes de delegados e policiais federais – inclusive os da Rodoviária Federal – para debater uma solução que evite, a priori, uma paralisação nacional das forças. Torres e o Governo estão preocupados com a possibilidade de greve das categorias às vésperas do início da campanha eleitoral. A PF e PRF não aceitam apenas os 5% de reajuste salarial prometido para o funcionalismo público federal.

  [COLUNA ESPLANADA] Diferente do que prometera na campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não reduziu o inchaço da máquina pública e fez cortes tímidos no número de cargos comissionados no Governo Federal. À época, Bolsonaro e futuros ministros falavam em promover um “corte intenso” e prometiam um “governo enxuto”. Dados do Ministério da Economia, solicitados pela Coluna, mostram que, atualmente, há 99.054 cargos em comissão e de confiança. No ano passado, eram 99.035; em 2020, 101.261 e, em 2019, 100.785.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro não cumpriu promessa de “governo enxuto” feita na campanha de 2018

15/04/2022 10:08

Diferente do que prometera na campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não reduziu o inchaço da máquina pública e fez cortes tímidos no número de cargos comissionados no Governo Federal. À época, Bolsonaro e futuros ministros falavam em promover um “corte intenso” e prometiam um “governo enxuto”. Dados do Ministério da Economia, solicitados pela Coluna, mostram que, atualmente, há 99.054 cargos em comissão e de confiança. No ano passado, eram 99.035; em 2020, 101.261 e, em 2019, 100.785.

  [COLUNA ESPLANADA] Após a revelação do esquema de favorecimento de emendas do Ministério da Educação, outros órgãos da Esplanada escondem a agenda de visitas, reuniões e eventos dos quais participaram os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos. Via Lei de Acesso à Informação (LAI), a Coluna questionou a Câmara quantas vezes os evangélicos estiveram na Casa. A resposta? “Informamos que NÃO CONSTA no Sistema de Identificação de Visitantes (Sivis) registro de entrada nas dependências da Câmara dos Deputados”. Posição no mínimo contraditória, já que Santos e Moura estiveram, nos últimos anos, inúmeras vezes em gabinetes de deputados da Frente Evangélica.
[COLUNA ESPLANADA] Câmara esconde pastores envolvidos em denúncia sobre o MEC

14/04/2022 08:17

Após a revelação do esquema de favorecimento de emendas do Ministério da Educação, outros órgãos da Esplanada escondem a agenda de visitas, reuniões e eventos dos quais participaram os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos. Via Lei de Acesso à Informação (LAI), a Coluna questionou a Câmara quantas vezes os evangélicos estiveram na Casa. A resposta? “Informamos que NÃO CONSTA no Sistema de Identificação de Visitantes (Sivis) registro de entrada nas dependências da Câmara dos Deputados”. Posição no mínimo contraditória, já que Santos e Moura estiveram, nos últimos anos, inúmeras vezes em gabinetes de deputados da Frente Evangélica.

  [COLUNA ESPLANADA] A pouco mais de um mês da definição do nome que irá encabeçar a chapa presidencial, partidos que integram a chamada terceira via – PSDB, União Brasil, MDB e Cidadania - entraram em rota de colisão. Recentes declarações do ex-governador João Doria, suscitando que ele será o candidato, desagradaram caciques das outras legendas, em especial Simone Tebet (MDB-MS) que não abre mão de liderar o grupo na disputa ao Palácio do Planalto.
[COLUNA ESPLANADA] Partidos da chamada terceira via entram em rota de colisão

13/04/2022 08:08

A pouco mais de um mês da definição do nome que irá encabeçar a chapa presidencial, partidos que integram a chamada terceira via – PSDB, União Brasil, MDB e Cidadania - entraram em rota de colisão. Recentes declarações do ex-governador João Doria, suscitando que ele será o candidato, desagradaram caciques das outras legendas, em especial Simone Tebet (MDB-MS) que não abre mão de liderar o grupo na disputa ao Palácio do Planalto.

  [COLUNA ESPLANADA] Controlada por partidos do Centrão, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) teve salto expressivo no orçamento durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Os recursos passaram de R$ 1,29 bilhão, em 2019, para R$ 2,11 bilhões (despesas previstas) neste ano. Em 2020, foram R$ 1,62 bilhão e, no passado, R$ 1,77 bilhão, conforme dados do Portal da Transparência. A empresa atua no financiamento de projetos como a construção de cisternas e obras de irrigação. Os cargos de diretoria e superintendências são loteados por partidos aliados do Planalto.
[COLUNA ESPLANADA] Bolsonaro turbina orçamento da Codevasf

12/04/2022 08:21

Controlada por partidos do Centrão, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) teve salto expressivo no orçamento durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Os recursos passaram de R$ 1,29 bilhão, em 2019, para R$ 2,11 bilhões (despesas previstas) neste ano. Em 2020, foram R$ 1,62 bilhão e, no passado, R$ 1,77 bilhão, conforme dados do Portal da Transparência. A empresa atua no financiamento de projetos como a construção de cisternas e obras de irrigação. Os cargos de diretoria e superintendências são loteados por partidos aliados do Planalto.


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