Hoje, a resposta mais honesta é: ainda não há garantia. Carlo Ancelotti deixou Neymar fora da convocação do Brasil em março para os amistosos contra França e Croácia, mas afirmou em 11 de abril que o atacante tinha “dois meses” para mostrar que está pronto para a Copa do Mundo de 2026. Em cenários de acompanhamento diário, inclusive por um endereço como https://1xbet.bet.br/pt/live/football, o tema ganha atenção constante, mas o ponto central continua sendo o mesmo: Neymar só irá ao torneio se convencer pela condição física e pelo nível competitivo nas próximas semanas.
Esse recorte é importante porque o debate não gira mais em torno do talento. Neymar segue como maior artilheiro da história da seleção brasileira, com 79 gols, mas passou longos períodos afastado desde a grave lesão no joelho sofrida em 2023 e ainda lidou com fadiga muscular e limitações de minutos em 2026. A Reuters informou que ele disputou apenas oito partidas na temporada de 2026 pelo Santos, com quatro gols e três assistências.
A mensagem do treinador foi direta. Ao explicar a ausência de Neymar na lista de março, Ancelotti disse que o jogador continuava no radar, mas que precisava estar plenamente apto para ser incluído no grupo da Copa.
Isso muda o peso de cada aparição. Quando um técnico diz publicamente que ainda há tempo, mas não convoca o atleta naquele momento, ele está empurrando a decisão para a forma recente. O histórico de Neymar conta a favor. O físico, por enquanto, segue sendo a dúvida principal.
A questão mais delicada não é técnica, e sim de sequência. Neymar voltou ao Santos, passou por cirurgia no joelho em dezembro de 2025 e ainda teve episódios de fadiga muscular que atrapalharam sua tentativa de recuperação completa. A Reuters relatou em março que ele perdeu um jogo do clube justamente quando Ancelotti planejava observá-lo mais de perto, o que atrapalhou seu movimento de retorno à seleção.
Também pesa o calendário curto. A Copa começa em junho, e o Brasil estreia em 13 de junho contra o Marrocos, no Grupo C, que ainda tem Haiti e Escócia. Isso deixa pouco espaço para testes longos.
Mesmo com todas as dúvidas, Neymar não saiu da conversa. Há três razões principais para isso:
Esse conjunto impede qualquer resposta definitiva agora. Não seria correto dizer que ele está fora. Também não seria sério tratá-lo como presença natural no grupo. O quadro real está no meio: chance aberta, mas condicionada a um sprint final convincente.
A discussão sobre Neymar também afeta o mercado de apostas porque mexe com projeções de convocação, força ofensiva do Brasil e leitura do grupo. Quando um nome desse tamanho fica entre a dúvida e a possibilidade, a avaliação de favoritismo não depende só da tabela, mas do elenco final. Nesse tipo de cenário, o comportamento mais útil costuma ser acompanhar sinais concretos — minutos em campo, condição física, presença ou ausência nas listas — em vez de reagir apenas ao peso do nome. Para apostas, a questão não é imaginar o Neymar ideal, e sim medir se ele conseguirá chegar à Copa em condição real de competir no mais alto nível.
A situação de Neymar pode ser resumida assim:
Esse quadro não elimina a possibilidade de convocação, mas mostra por que a resposta ainda continua aberta.
Se Neymar conseguir jogar com continuidade, responder fisicamente e dar sinais de explosão nas próximas semanas, ele ainda pode entrar na lista. Se voltar a sofrer limitações, a tendência é que o Brasil chegue à Copa com outras opções ofensivas. Hoje, o cenário mais fiel não é de certeza nem de exclusão. É de prazo curto, observação intensa e decisão adiada até que o corpo dele entregue a resposta que o nome sozinho já não consegue garantir.