20 MAR 2026 | ATUALIZADO 17:01
POLÍCIA
20/03/2026 16:26
Atualizado
20/03/2026 16:31

Polícia Civil indicia PM por assassinato em Macau-RN

A Polícia Civil do RN concluiu a investigação de um homicídio ocorrido em fevereiro de 2026, em Macau, e indiciou um policial militar como autor do crime. A vítima foi baleada no abdômen durante um evento, chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Testemunhas e imagens apontaram o militar como responsável, e a arma utilizada foi apreendida para perícia. O suspeito alegou legítima defesa, mas, diante das provas reunidas, foi indiciado e permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil do RN concluiu a investigação de um homicídio ocorrido em fevereiro de 2026, em Macau, e indiciou um policial militar como autor do crime. A vítima foi baleada no abdômen durante um evento, chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Testemunhas e imagens apontaram o militar como responsável, e a arma utilizada foi apreendida para perícia. O suspeito alegou legítima defesa, mas, diante das provas reunidas, foi indiciado e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte concluiu, nesta sexta-feira (20), as investigações de um crime de homicídio ocorrido no dia 16 de fevereiro de 2026, no município de Macau/RN.

De acordo com as investigações, a vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo na região do abdômen durante um evento festivo. O autor do disparo seria um policial militar da ativa.

A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital de Macau, sendo posteriormente transferida para a rede pública de saúde. No entanto, não resistiu aos ferimentos e faleceu. O corpo foi encaminhado à Polícia Científica (PCI), em Natal, para a realização do exame de necropsia.

Durante as apurações do caso, testemunhas, incluindo familiares da vítima, foram ouvidas e apontaram, de forma unânime, a autoria do crime ao policial militar. Além disso, imagens foram anexadas aos autos, nas quais o suspeito aparece caminhando após o crime.

No decorrer das diligências, a arma de fogo utilizada pelo militar no dia do crime, bem como o estojo do disparo deflagrado, foram apreendidos e encaminhados ao órgão pericial para a realização de exame de microcomparação balística.

Em interrogatório, o policial alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que estaria prestes a ser atacado por dois indivíduos. Após os trâmites administrativos internos, o militar foi transferido da unidade onde atuava.

Diante dos elementos colhidos ao longo da investigação, a autoridade policial indiciou o suspeito pelo crime de homicídio, que permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população, que pode repassar informações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.


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