25 AGO 2019 | ATUALIZADO 10:30
SAÚDE

Especialista esclarece os mitos e verdades sobre a amamentação

O nervosismo e a variação hormonal podem atrasar a formação do leite materno em até 7 dias após o nascimento do bebê. A Pediatra Gabriella Roriz explica que este é um momento de aprendizado entre a mãe e o recém nascido e o acompanhamento de um especialista é fundamental nessa adaptação.
08/07/2019 15:35
Atualizado
08/07/2019 17:00
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Especialista esclarece os mitos e verdades sobre a amamentação
Especialista esclarece os mitos e verdades sobre a amamentação. ‘‘Agora, tanto a mãe quanto o filho vão ter que criar e se encaixar em uma rotina de amamentação", explica a Pediatra.
FOTO: REPRODUÇÃO

O aleitamento não é algo simples e prático. O início apresenta várias dificuldades e, por isso, muitas mães podem acabar não conseguindo produzir o leite para amamentar.

‘‘ É preciso conversar com a pediatra e se informar sobre as atitudes fundamentais para esse período entre mãe e filho’’, enfatiza a pediatra do Hapvida Saúde, Dra. Gabriella Roriz.

Apesar da apreensão da gestante, a maturação hormonal é o que vai facilitar a amamentação. A médica explica que a preocupação da mãe de primeira viagem, por exemplo, pode interferir na produção do leite.

‘‘Geralmente o leite começa a ser produzido em torno do terceiro e quinto dia. Mas, em casos de demora, pode chegar até o sétimo’’, explica Gabriella.

Esse período é um processo de aprendizagem da criança e da mãe, afinal, o bebê estava sendo alimentado 24 horas por dia, pelo cordão umbilical e não tinha necessidade de aprender algo.

‘‘Agora, tanto a mãe quanto o filho vão ter que criar e se encaixar em uma rotina de amamentação. Aquelas práticas antigas de passar esponja nas mamas, passar pomadas, por exemplo, não são eficazes. É comprovado, atualmente, que o efeito acontece de justamente o contrário, podem prejudicar ainda mais’’, adverte a pediatra.

Durante esse processo da gestação e do parto a mulher sofre com uma extrema queda hormonal e é fundamental receber a chamada rede de apoio.

‘‘Além desse momento, é essencial procurar informações de qualidade e acompanhamento médico especializado para conduzir com segurança e responsabilidade esse momento’’, aconselha Dra. Gabriella Roriz.


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