07 ABR 2026 | ATUALIZADO 14:27
POLÍCIA
07/04/2026 13:26
Atualizado
07/04/2026 13:27

Pintor condenado por homicídio cometido em 2014, em Mossoró-RN

Alexandre Viana Freire, de 44 anos, conhecido como "Melão", foi sentenciado a 9 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Luciano Barbosa Florêncio, o Roliço, crime este ocorrido na casa da vítima às 17h30 do dia 28 de setembro de 2014, no bairro Aeroporto II, em Mossoró-RN. O júri aconteceu nesta manhã de terça-feira, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. O réu teve a prisão preventiva decretada e entregue ao sistema prisional.
Alexandre Viana Freire, de 44 anos, conhecido como "Melão", foi sentenciado a 9 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Luciano Barbosa Florênio, o Roliço, crime este ocorrido na casa da vítima às 17h30 do dia 28 de setembro de 2014, no bairro Aeroporto II, em Mossoró-RN. O júri aconteceu nesta manhã de terça-feira, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. O réu teve a prisão preventiva decretada e entregue ao sistema prisional.
Foto: Pedro Cezar

O Tribunal do Júri Popular decidiu pela condenação do pintor Alexandre Viana Freire, de 44 anos, conhecido como "Melão", a pena de 9 anos e seis meses de prisão, pelo assassinato de Luciano Barbosa Florêncio, o Roliço, crime este ocorrido na casa da vítima às 17h30 do dia 28 de setembro de 2014, no bairro Aeroporto II, em Mossoró-RN.

O Tribunal do Júri Popular, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, começou por volta das 9 horas, com o sorteio dos sete membros do Conselho de Sentença. Em seguida, aconteceu o depoimento, em juízo, do réu Melão. Neste caso, o juiz presidente pé o primeiro a interrogar o réu. Depois a acusação e, por fim, a defesa.

Melão negou ter cometido o crime. Segundo ele, estava na casa de Roliço, quando chegou um homem de moto, usando um capacete com viseira escura, e o matou. Ele disse que costumava beber com a vítima. Entretanto, a história descoberta pela investigação foi diferente.

Melão teria ido na casa de Roliçõ, pedido um copo com água e quando este se aproximava com um copo de água na mão, teria sido baleado por Melão. Inclusive, ele teria dito isto ao irmão, no momento que estava sendo socorrido antes de morrer em função dos tiros que sofreu.

 O promotor Ítalo Moreira Martins, escalado pelo Ministério Público Estadual para atuar no Júri, pediu a condenação do réu por homicídio simples, e o defensor público Bruno Bispo de Freitas argumentou pela absolvição do réu, com a tese de negativa de autoria.

Ao final dos debates, o juiz presidente dos trabalhos, Vagnos Kelly, convocou os sete jurados a sala secreta e lá foi decidido pela condenação do réu a 9 anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime fechado. O réu recebeu voz de prisão e foi levado ao presídio.


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