06 ABR 2026 | ATUALIZADO 19:44
POLÍCIA
06/04/2026 18:52
Atualizado
06/04/2026 18:55

Pintor no banco dos réus por homicídio ocorrido em setembro de 2014

O réu Alexandre Viana Freire, o Melão, hoje com 44 anos, conta duas versões para o caso. Na polícia, ele disse que estava na casa da vítima Roliço, quando teria passado umas pessoas atirando. Na Justiça, Melão contou que quando chegou na casa de Roliço, este já havia sido baleado. O julgamento deve começar às 9 horas, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly.
O réu Alexandre Viana Freire, o Melão, hoje com 44 anos, conta duas versões para o caso. Na polícia, ele disse que estava na casa da vítima Roliço, quando teria passado umas pessoas atirando. Na Justiça, Melão contou que quando chegou na casa de Roliço, este já havia sido baleado. O julgamento deve começar às 9 horas, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly.
Foto: Pedro Cezar

O pintor Alexandre Viana Freire, de 44 anos, conhecido como "Melão", senta no banco dos réus nesta terça-feira, 7 de abril. Ele é acusado do assassinato de Luciano Barbosa Florêncio, o "Roliço", ocorrido no final da tarde de 28 de setembro de 2014, no bairro Aeroporto, em Mossoró (RN).

Versões Conflitantes

O caso é marcado por contradições nos depoimentos do réu. Durante o inquérito policial, Melão afirmou que estava na casa da vítima quando um desconhecido passou atirando. Já na fase judicial, mudou a versão, alegando que sequer estava presente no momento do crime. Apesar das negativas, o processo aponta que a própria vítima, enquanto recebia socorro, teria revelado a familiares que Melão foi o autor dos disparos.

A dinâmica do crime, conforme a denúncia, indica uma emboscada: o acusado teria pedido um copo de água a Luciano e, no momento em que a vítima retornava para entregá-lo, foi atingida pelos tiros.

O Julgamento

Os trabalhos serão presididos pelo juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros. O rito começa às 9h com o sorteio dos sete membros do Conselho de Sentença (jurados). Na sequência, ocorre o interrogatório do réu, que responde ao processo em liberdade.

A acusação ficará a cargo do promotor de Justiça Ítalo Moreira Martins, enquanto a defesa será realizada pelo defensor público Bruno Bispo de Freitas.

Rito Processual

Acusação: O Ministério Público terá 90 minutos para sustentar a tese de condenação perante o júri.

Defesa: A Defensoria Pública terá o mesmo tempo para apresentar seus argumentos em favor do réu, buscando a absolvição ou uma pena mais branda.

Veredito: Após os debates, os jurados se reunirão na Sala Secreta para decidir pela condenação ou absolvição. O resultado final e a sentença serão lidos pelo juiz em plenário, provavelmente no início da tarde.

Notas

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