10 FEV 2026 | ATUALIZADO 17:33
POLÍCIA
10/02/2026 16:15
Atualizado
10/02/2026 16:29

Homicida é absolvido pelo Tribunal do Júri Popular em Mossoró-RN

Promotor Armando Lúcio Ribeiro não concordou com o resultado do julgamento e recorreu para que Luiz Dom Diego, o Pombinha, que já tem condenação por dois homicídios e assalto, seja submetido a outro julgamento. Os trabalhos do Tribunal do Júri Popular desta terça-feira, 10, começaram às 9 horas e terminou no início da tarde, com o anúncio da sentença de absolvição do réu.
Promotor Armando Lúcio Ribeiro não concordou com o resultado do julgamento e recorreu para que Luiz Dom Diego, o Pombinha, que já tem condenação por dois homicídios e assalto, seja submetido a outro julgamento. Os trabalhos do Tribunal do Júri Popular desta terça-feira, 10, começaram às 9 horas e terminou no início da tarde, com o anúncio da sentença de absolvição do réu.

O Tribunal do Júri Popular decidiu por absolveu o homicida e assaltante Luiz Dom Diego Dantas, o Pombinha, de 39 anos, do assassinato do carroceiro Severino Pereira Neto, crime este ocorrido no início da manhã do dai 10 de setembro de 2022, na Cobal, em Mossoró-RN.

Dom Diego já havia sido condenado por assalto e também dois homicídios, um ocorrido em 2008 e outro ocorrido em 2012. Neste caso de crimes contra a vida, Dom Diego foi sentenciado em Júri Popular realizado no ano de 2013, também no Fórum Municipal.

Nesta terça-feira, 10, Dom Diego, por orientação do seu advogado Abrão Dutra Dantas Júnior, optou por ficar no presídio e prestar depoimento por videoconferência. Concluído a parte dos depoimentos, iniciou-se aos debates entre acusação e devesa.

Pela acusação, o promotor Armando Lúcio Ribeiro mostrou o grau de periculosidade do réu, observou que já se tratava de um sujeito perigoso, já tendo sentença em dois homicídios e assaltos e também que tentava se esquivar das barras da Justiça alegando doenças.

Já o advogado de defesa, Abrão Dutra, atendou para os horários que aconteceu o crime e as imagens de câmeras de vigilância mostrando o veículo que Dom Diego teria supostamente usado para matar o carroceiro Severiano Pereira. Este veículo pertence à mãe do réu.

Sendo as imagens verdadeiras, o advogado assegurou que não tinha como Dom Diego ter matado o carroceiro sem está em dois lugares ao mesmo tempo. Portanto, sustentou tese de negativa de autoria, explicando aos jurados, que na dúvida, a lei prevê pro réu.

Convocados a sala secreta, o Conselho de Sentença decidiu pela absolvição do réu. A decisão foi anunciada em plenário pelo juiz Vagnos Kelly, que presidiu os trabalhos. O promotor Armando Lúcio Ribeiro discordou do resultado e recorreu em ata.

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