26 FEV 2026 | ATUALIZADO 18:40
POLÍCIA
26/02/2026 18:34
Atualizado
26/02/2026 18:39

TJP condena agricultor a 10 anos e 9 meses de prisão

O agricultor Gilmar de Oliveira Andrade, o Mamá, de 34 anos, foi condenado pela sociedade mossoroense pelo assassinato de Cícero Beaty Pereira dos Santos, ocorrido na noite do dia 4 de setembro de 2023, na Vila Espírito Santo, da Serra do Mel-RN. O Tribunal do Júri Popular aconteceu nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro de 2026, no Fórum Municipal de Mossoró. A defesa tem 5 dias para recorrer, caso discorde do resultado.
O agricultor Gilmar de Oliveira Andrade, o Mamá, de 34 anos, foi condenado pela sociedade mossoroense pelo assassinato de Cícero Beaty Pereira dos Santos, ocorrido na noite do dia 4 de setembro de 2023, na Vila Espírito Santo, da Serra do Mel-RN. O Tribunal do Júri Popular aconteceu nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro de 2026, no Fórum Municipal de Mossoró. A defesa tem 5 dias para recorrer, caso discorde do resultado.

O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró considerou culpado Gilmar de Oliveira Andrade (34) do assassinato de Cícero Beaty Pereira dos Santos, ocorrido na noite do dia 4 de setembro de 2023, na Vila Espírito Santo, no município de Serra do Mel-RN.

O júri começou às 9 horas sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, da 1ª Vara Criminal de Mossoró. Na acusação, o promotor Armando Lúcio Ribeiro e na defesa a advogada Marília Gabriela Batista de Melo e o advogado Pedro Fernandes de Queiroz Junior.

Neste processo, o réu Gilmar de Oliveira Andrade teve como comparsa de crime Izaque Sales Ribeiro. Também figura como ré neste processo Roberta Keila Sales Ribeiro, acusada de alterar o estado de lugar e pessoa, com o fim de induzir as autoridades a erro.

A principal testemunha do caso é uma vizinha da casa de Gilmar de Oliveira Andrade. Ela conta que ouviu tudo e viu pela brecha da porta. Com base no depoimento dela, o promotor Armando Lúcio Ribeiro pediu a condenação do réu por homicídio e ocultação de cadáver.

Conforme o promotor, enquanto Izaque desferia pauladas, Gilmar chutava a cabeça da vítima. Após o crime, o corpo foi levado pelos dois numa Biz para uma estrada carroçável, onde só foi encontrado no dia seguinte. Keila Sales teria limpado o local do ocorrido.

Os advogados de defesa, no caso Pedro Fernandes e Marília Gabriela, também exploraram o depoimento desta testemunha, apontando possíveis contradições. Ao final dos debates, o Conselho de Sentença optou pela condenação do réu a 10 anos e 9 meses de prisão.


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