26 FEV 2026 | ATUALIZADO 22:12
POLÍCIA
25/02/2026 20:31
Atualizado
25/02/2026 20:47

Júri condena odontólogo a 9 anos de prisão em caso semelhante ao de Netão

Roberto Simões de Araújo foi condenado nesta quarta-feira, 25, a 9 anos de prisão pelo Tribunal do Júri Popular da Comarca de Pau dos Ferros, por ter atropelado e matado a servidora pública Maria do Socorro Morais, no dia 21 de outubro de 2018, na BR 405, em frente ao Hospital Regional. O réu passou a noite farreando, aparentava embriaguez e desenvolvia alta velocidade quando atropelou e matou vítima. O mesmo aconteceu no caso Netão, atropelado e morto por Lucas Vinicius, diferenciando somente a data do ocorrido.
Roberto Simões de Araújo foi condenado nesta quarta-feira, 25, a 9 anos de prisão pelo Tribunal do Júri Popular da Comarca de Pau dos Ferros, por ter atropelado e matado a servidora pública Maria do Socorro Morais, no dia 21 de outubro de 2018, na BR 405, em frente ao Hospital Regional. O réu passou a noite farreando, aparentava embriaguez e desenvolvia alta velocidade quando atropelou e matou vítima. O mesmo aconteceu no caso Netão, atropelado e morto por Lucas Vinicius, diferenciando somente a data do ocorrido.

A sociedade pau-ferrense decidiu condenar o odontólogo Roberto Simões de Araújo a 9 anos de prisão pelo atropelamento e morte da servidora pública Maria do Socorro Morais no dia 21 de outubro de 2018, na BR 405, em frente ao Hospital Regional de Pau dos Ferros, onde trabalhava. O Tribunal do Júri Popular aconteceu nesta quarta, dia 25, no Fórum Municipal.

No início da manhã do dia 21 de outubro de 2018, a vítima Maria de Socorro chegava para assumir o turno de trabalho no Hospital Regional de Pau dos Ferros e, ao atravessar a BR 405, foi atropelada por Roberto Simões dirigindo uma camioneta S10. O réu, segundo relatos de testemunha ocular, aparentava embriaguez e estava dirigindo com velocidade superior a 100 km/h.

As condições do acidente que resultou na morte de Dona Maria de Socorro, em Pau dos Ferros, se assemelham às condições em que José Matias Veras, o Netão, foi atropelado e morto por Lucas Vinicius do Vale Lopes, às 5h40 do dia 22 de março de 2025, no Abolição III, em Mossoró. Assim como Lucas Vinicius, Roberto Simões havia passado a noite farreando.

Quando atropelou Netão Veras, Lucas Vinicius estaria com sinais claros de embriaguez e, a exemplo de Roberto Simões, não fez exames de alcoolemia. Roberto Simões desenvolvia velocidade acima de 100 km/h quando atropelou Dona Maria de Socorro. O mesmo que Lucas Vinicius. Outra semelhança é que as duas vítimas levantaram cedo para trabalhar.

Assim como a família de Netão Veras, os familiares de Dona Maria de Socorro fizeram protestos pela cidade pedindo por justiça. No Tribunal do Júri Popular, realizado nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro de 2026, o Conselho de Sentença aceitou a tese do Ministério Público Estadual, para condenar o réu Roberto Simões por homicídio doloso a 9 anos de prisão.


Sobre o caso Netão Veras, semana passada aconteceu a Audiência de Instrução de Julgamento, tendo as testemunhas confirmado que Lucas Vinicius aparentava embriaguez e as perícias da Polícia Científica apontam, com precisão, que ele desenvolvia velocidade acima de 100 km/h. O caso deve ser pronunciado para julgamento popular pelo juízo da Primeira Vara Criminal.

Lucas Vinícius, sendo pronunciado, vai se submeter a júri popular em Mossoró do mesmo jeito que Roberto Simões foi levado a júri Popular em Pau dos Ferros, inclusive podendo pegar a mesma pena de 9 anos de prisão imposta pela sociedade mossoroense.


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