12 FEV 2026 | ATUALIZADO 18:58
POLÍCIA
12/02/2026 18:51
Atualizado
12/02/2026 18:56

Réu pega 28 anos de prisão por matar vizinho a mando de facção

Segundo o MPRN, a vítima Vinícius Filgueira teria roubado uma pessoa no bairro e a facção determinou que ele ficasse longe do bairro por seis meses. Ele termina saído e voltado e, como punição por desobedecer, a facção teria mando Zoinho e Gago mata-lo. Gago foi condenado em novembro de 2025 a 18 anos e 9 meses de prisão. Nesta quinta-feira, 12, o comparsa dele, Zoinho foi sentenciado a 28 anos de prisão.
Segundo o MPRN, a vítima Vinícius Filgueira teria roubado uma pessoa no bairro e a facção determinou que ele ficasse longe do bairro por seis meses. Ele termina saído e voltado e, como punição por desobedecer, a facção teria mando Zoinho e Gago mata-lo. Gago foi condenado em novembro de 2025 a 18 anos e 9 meses de prisão. Nesta quinta-feira, 12, o comparsa dele, Zoinho foi sentenciado a 28 anos de prisão.

O Tribunal do Júri Popular, da Comarca de Mossoró, decidiu pela condenação do réu Wesley Borges da Silva, conhecido por Zoinho, que havia sido denunciado pelo Ministério Público pelo assassinato de Vinicius Filgueira da Silva (32), crime este ocorrido no dia 3 de janeiro de 2025, por volta das 20 horas, no Conjunto Wilson Rosado, Bairro Santo Antônio, em Mossoró-RN.

Para cometer este crime, Zoinho contou com o apoio de João Victor Martins da Silva, o Gago, de 19 anos, que já foi levado ao banco dos réus e restou condenado no dia 13 de novembro de 2025, a 18 anos e 9 meses de prisão. O crime teria sido cometido por uma facção como punição, pelo fato de Vinicius ter roubado uma pessoa do Conjunto Wilson Rosado.


Após o mencionado roubo, a facção teria determinado que Vinicius passasse 6 meses sem andar no bairro. Era a punição e advertência. Só que ele teria desobedecido, voltando a casa de seus familiares e ficado na calçada. A facção ficou sabendo e determinou que Zoinho e Gago fossem lá aplicar o que eles chamam de “disciplina”. Assim foi feito.

Após aberto os trabalhos e ouvido o que o réu tinha a dizer aos jurados, o juiz Vagnos Kelly, concedeu o tempo de 90 minutos para o promotor de Justiça Armando Lúcio Ribeiro expor, aos sete jurados, as provas no processo, pedindo a condenação do réu.

O defensor público Serjano Marcos Torquato Valle teve tempo igual para defender os interesses do réu. Ao final dos trabalhos, os sete jurados foram convocados a sala secreta, onde decidiram pela condenação de Weslley Borges da Silva. Considerando o decidido pelo Conselho de Sentença, o réu foi sentenciado a 28 anos de prisão.


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