02 FEV 2026 | ATUALIZADO 16:33
POLÍCIA
02/02/2026 14:45
Atualizado
02/02/2026 15:45

TJP de Mossoró-RN inicia 2026 com juri do acusado de matar Galego das Tatuagens

O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026 as 8h, com o julgamento de Rairon Wanderson Ferreira de Sousa, réu preso pelo assassinato de Magdiel Ferreira de Freitas, conhecido como Galego das Tatuagens, ocorrido em 27 de março de 2024, no bairro Bom Jardim. Segundo o Ministério Público, o crime teria sido cometido a mando de uma facção criminosa, motivado por uma dívida de R$ 30 mil da vítima, e contou com a participação de Érico Vinícius Dantas do Nascimento. O caso foi investigado pela DHPP de Mossoró.
O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026 as 8h, com o julgamento de Rairon Wanderson Ferreira de Sousa, réu preso pelo assassinato de Magdiel Ferreira de Freitas, conhecido como Galego das Tatuagens, ocorrido em 27 de março de 2024, no bairro Bom Jardim. Segundo o Ministério Público, o crime teria sido cometido a mando de uma facção criminosa, motivado por uma dívida de R$ 30 mil da vítima, e contou com a participação de Érico Vinícius Dantas do Nascimento. O caso foi investigado pela DHPP de Mossoró.

O Tribunal do Júri Popular da Comarca de Mossoró volta a se reunir nesta terça-feira, dia 3 de fevereiro de 2026, no Fórum Municipal, com o julgamento de Rairon Wanderson Ferreira de Sousa, réu preso pelo assassinato de Magdiel Ferreira de Freitas, o Galego das Tatuagens, no dia 27 de março de 2024, no bairro Bom Jardim, em Mossoró-RN.

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Rairon Wanderson teria praticado este crime a serviço de uma facção na companhia de Érico Vinicius Dantas do Nascimento. Na denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Norte, o promotor destaca que o motivo do crime era uma dívida de R$ 30 mil da vítima coma a facção.

Inclusive, a vítima sabia que estava sendo casado pelos membros da facção e vivia escondido. No dia que ele foi executado, ele foi quem passou para os assassinos onde estava. Esperava que fosse só para conversar, mas, na verdade, Rairon e Erico estavam com ordens para mata-lo.

O caso foi investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), de Mossoró. Os policiais conseguiram chegaram aos detalhes do caso, colhendo depoimentos de pessoas próximas e principalmente com os aparelhos de celulares da vítima e dos acusados.

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Nesta terça-feira, 3, os trabalhos do Tribunal do Júri Popular terão início após as 8 horas, com o sorteio dos jurados que vão compor o Conselho de Sentença. Em seguida, o juiz presidente dos trabalhos, Vagnos kelly Figueiredo de Medeiros, abrir iniciar os depoimentos das testemunhas e acusado, para, em seguida, o promotor de Justiça Armando Lúcio Ribeiro faz a denúncia no plenário e o advogado Sergimar Francisco de Oliveira vai ter o mesmo tempo para defender os interesses do réu Rairon Wanderson.


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