03 ABR 2026 | ATUALIZADO 15:41
MOSSORÓ
03/04/2026 15:04
Atualizado
03/04/2026 15:05

Cavalo nasce com olho no meio da testa na zona rural de Mossoró-RN

O potro ciclope nasceu na tarde desta quarta-feira, dia 1º de abril de 2026, na propriedade do agricultor Pedro Faustino, no assentamento São Cristovão, localizado na região do Polo do Jucuri, a oeste da área urbana de Mossoró-RN. Devido a outra anomalia (também não tinha a parte superior da boca e narinas), o animal morreu menos 24 horas do nascimento. Veterinário Heider Irinaldo explicou que nascimentos de ciclopes é raro e isto ocorre devido a algo errado durante a gestação da mãe, ocasionado pelo alimentou ou ataques de parasitas.
O potro ciclope nasceu na tarde desta quarta-feira, dia 1º de abril de 2026, na propriedade do agricultor Pedro Faustino, no assentamento São Cristovão, localizado na região do Polo do Jucuri, a oeste da área urbana de Mossoró-RN. Devido a outra anomalia (também não tinha a parte superior da boca e narinas), o animal morreu menos 24 horas do nascimento. Veterinário Heider Irinaldo explicou que nascimentos de ciclopes é raro e isto ocorre devido a algo errado durante a gestação da mãe, ocasionado pelo alimentou ou ataques de parasitas.

No final da tarde desta quarta-feira, dia 1º de abril de 2026, nasceu um potro ciclope na propriedade de Pedro Faustino, no assentamento São Cristóvão, que fica localizado na região do Polo Jucuri, a oeste do Centro urbano de Mossoró-RN.

O animal chegou a ficar de pé, mas não conseguiu se alimentar e respirar direito, por não ter a parte superior da boca, onde também deveria existir as narinas e morreu nesta quinta-feira, dia 2. Seu Pedro Faustino disse que ele respirava com muita dificuldade e não conseguiu se alimentar com o leite da égua mãe devido à ausência da parte superior da boca.

As imagens do nascimento do potro ciclope chamou atenção nas redes sociais. O perfil do MOSSORÓ HOJE no Instagram alcançou mais de 300 mil visualizações em poucas horas.

O veterinário Heider Irinaldo Ferreira, professor da UFERSA, explicou que este tipo de anomalia é raro acontecer. Quando acontece, ele disse que geralmente é devido a um alimento tóxico que a égua mãe consumiu ou também pode ter sido algum parasita que a atacou.

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