19 OUT 2019 | ATUALIZADO 13:52
ESTADO

Laboratório Sismológico da UFRN registra 5 tremores em João Câmara

Os eventos foram registrados entre 10h e 13h deste domingo (15). O epicentro dos tremores foi localizado no município de Pureza onde, em março de 1989, ocorreu o segundo tremor em magnitude (5.0) da sequência de sismos entre 1986 e 1993 que causou o maior impacto social devido a terremotos no Brasil.
16/09/2019 15:34
Atualizado
16/09/2019 15:36
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FOTO: DIVULGAÇÃO/LABSIS

Neste domingo (15) uma sequência de tremores foi registrada na região do município de João Câmara, no Agreste Potiguar.

De acordo com o Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a cidade passou por um total de 5 eventos entre as 10h e às 13h.

O maior evento ocorreu às 11h14 e teve sua magnitude preliminar estimada em 1.5. Esse evento foi registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela UFRN, sendo uma delas a estação localizada no município de Riachuelo.

O epicentro do evento foi localizado na área acima de Riacho Seco, no município de Pureza, onde, em março de 1989, ocorreu o segundo tremor em magnitude (5.0) da sequência de sismos entre 1986 e 1993 na região de João Câmara.

Essa atividade sísmica foi a que causou maior impacto social devido a terremotos no Brasil, provocando extensos danos em edificações, pânico e fuga da população.

“Como sempre dizemos nesse tipo de situação é impossível saber como a atividade sísmica relacionada à Falha de Samambaia vai evoluir. No entanto, o LabSis/UFRN vem mantendo um monitoramento permanente dessa atividade visando obter dados que permitam informar a sociedade sobre o que realmente está ocorrendo na região e que servem para orientar futuras ações da Defesa Civil”, explicou o LabSis..

O laboratório segue monitorando a atividade sísmica da região Nordeste em tempo real.


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