17 ABR 2026 | ATUALIZADO 18:35
POLÍCIA
Da redação
04/01/2016 09:57
Atualizado
13/12/2018 05:59

Presos ateiam fogo em outros dois dentro da Mário Negócio em Mossoró

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Viriato Oliveira, de 40 anos, e Lucas Barbosa, de 20 anos, foram levados em estado grave para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Veja VÍDEO e foto.
Imagem 1 -  Presos ateiam fogo em outros dois dentro da Mário Negócio em Mossoró
Valéria Lima

Presos do regime fechado do Centro Penal Agrícola Doutor Mário Negócio atearam fogo nos colegas Viriato Oliveira do Couto, de 40 anos, e Lucas Barbosa, de 20 anos, no final da manhã desta segunda-feira, 4 de janeiro de 2016.

O estado de saúde dos dois inspira cuidados. O primeiro sofreu várias queimaduras pelo corpo e o segundo inalou muita fumaça. Eles receberam os primeiros socorros no presídio pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Viriato e Lucas foram transferidos pelo SAMU para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, de onde provavelmente serão transferidos para a ala de tratamento de queimados no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.

As primeiras informações apontam que Viriato Oliveira do Coutor teria ajudado 13 presos perigosos do Primeiro Comando da Capital a fugirem durante o feriado de final de ano. O próprio Viriato fugiu junto com o Lucas.

Recapturados, Viriato e Lucas foram levados para um setor separado dos outros presos (castigo). Os demais presos, revoltados com Viriato, teriam tentado matá-lo ateando fogo no colchão da cela que ele estava.

O preso Lucas Barbosa estava na cela perto e inalou muita fumaça, o que ocasionar a sua morte. Ao chegar no HRTM, Viriato contou outra história (veja vídeo) da chegada dos presos ao hospital.

Viriato disse: "Eles estão fazendo isto para transferi eu (sic)". Em contato com o MOSSORÓ HOJE, o sargento Azevedo disse que quem ateou fogo no colchão, segundo teria sido informado, foi o próprio Viriato.

Os outros presos teriam decidido matar Viriato, e ele para criar uma barricada de proteção, tocou fogo no colchão, sofrendo queimaduras. "Só podemos entrar quando o reforço chega", explicou o sargento Azevedo.

Viriato disse que queria denunciar os pobres da prisão a um promotor de Justiça.

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