01 JAN 2026 | ATUALIZADO 10:33
MOSSORÓ
Da redação
03/03/2017 11:03
Atualizado
13/12/2018 16:12

Prefeitura anuncia redução do número de médicos nas UPAs e desativa serviço de ortopedia no BH

Confirmação foi feita ao MOSSORÓ HOJE pelo secretário municipal de Saúde, Benjamim Bento. Ele justificou que as três Unidades de Pronto Atendimento da cidade estão passando por um processo de readequação
Arquivo/MH
Suspenso desde o dia 1º de fevereiro, o serviço de ortopedia na Unidade de Pronto Atendimento do bairro Belo Horizonte não voltará a ser oferecido à população. A confirmação foi feita ao MOSSORÓ HOJE pelo próprio secretário municipal de Saúde, Benjamim Bento. Ele revelou também que a Prefeitura irá reduzir o número de médicos que hoje atuam nas três UPAs da cidade.

O secretário justifica que as mudanças fazem parte do processo de readequação pelo qual passa as Unidades. “Todas as UPAs estão passando por uma readequação. Na estrutura do BH, o serviço de ortopedia, da forma de ambulatório, como estava sendo oferecido, não voltará, por conta do porte da Unidade, que será habilitada agora pelo Ministério da Saúde, e dentro da nova composição não abrigaria essa demanda de serviços”, afirmou.

“Estamos fazendo a composição com o PAM do Bom Jardim, não é transferência, porque os serviços são totalmente diferenciados”, acrescentou Benjamim Bento, justificando que o atendimento ambulatorial continua oferecido no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). “São, diariamente, 24h por dia, dois ortopedistas de plantão, com cobertura de raio-x, tomografia, até cirurgias, havendo necessidade imediata”, disse.

No entanto, a suspensão do atendimento na UPA do Belo Horizonte, que recebia pacientes de baixa e média complexidade, já está causando um aumento na demanda do Hospital, conforme relatou recentemente ao MOSSORÓ HOJE o diretor da unidade, Jarbas Mariano. Leia AQUI.

Sobre a redução do número de médicos, Benjamim informou que cada UPA deverá funcionar com dois ou no máximo três profissionais. Hoje esse número chega a quatro em horários de maior procura. “Isso já é de imediato”, concluiu o secretário de Saúde.
 

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